
quinta-feira, 30 de julho de 2009
Animação de casamento

quarta-feira, 29 de julho de 2009
Vinde descansar um pouco!

Quem trabalha precisa de descansar.
Por isso, férias sempre houve, embora antes não tivessem o formalismo que agora têm. Eram diferentes. A sua raiz é de origem bíblica.
No princípio era o sábado. Lede a Bíblia no seu primeiro livro, Génesis 2, 2.
É o descanso que corresponde à procura de uma outra dimensão da vida, a ausência da rotina, a distância do quotidiano, a respiração do transcendente, a preparação do eterno.
No Evangelho do domingo passado, Jesus convida os seus discípulos, que acabavam de regressar do trabalho da missão, a descansar: “Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco”.
O descanso é importante para o equilíbrio físico, emocional e espiritual, psicossomático, do corpo e da alma.
Devemos interrogar-nos sobre a maneira como fazemos férias. Serão elas realmente conforto para o corpo e para o espírito? Não estarão elas viciadas pelo frenesim do trabalho?
Se não considerássemos o trabalho tão “maldito”, talvez as férias pudessem revestir-se de uma feição diferente. Vive-se tantas vezes carregados de ansiedade que as tornamos indispensáveis e inadiáveis, cansando-nos com o aproximar do tempo.
Raramente o que se descansa em férias compensa o que se trabalha para as pagar. É porque as fazemos muito comerciais.
Por isso, voltemos a perguntar-nos: Será que regressamos ao nosso trabalho com mais ânimo e vigor ? Então porquê ? Que faço das minhas férias ?
As férias devem ser uma oportunidade para descansar, para estar mais tempo com a família, convivendo mais uns com os outros, visitando outros, na paz e na alegria que refrescam os corações. e as relações festivas.
Devem ser tempo para a cultura, ora lendo um livro, ora vendo um filme, ora visitando um museu ou outra coisa que nos alargue os horizontes e os nossos critérios…
É tempo para participar em semanas organizadas para descanso e formação, em campos de férias, em acampamentos, em retiros espirituais, em semanas bíblicas ou litúrgicas, em tempos para escutar melhor a nossa consciência, para analisar a fundo a vida, para contemplar a natureza e as suas maravilhas, enfim…para dinamizar a espiritualidade e potenciar o compromisso familiar, laboral e social.
Sejam verdadeiramente um tempo de descanso que nos enriqueça e reconforte.
Fonte: P. Batalha (Farol de Luz)
segunda-feira, 27 de julho de 2009
Cristão em férias ou férias de cristão?

sábado, 25 de julho de 2009
Liturgia da Eucaristia de Domingo, 26.07.2009

XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
26 de Julho de 2009
A liturgia do 17º domingo Comum dá-nos conta da preocupação de Deus em saciar a “fome” de vida dos homens. De forma especial, as leituras deste domingo dizem-nos que Deus conta connosco para repartir o seu “pão” com todos aqueles que têm “fome” de amor, de liberdade, de justiça, de paz, de esperança.
Na primeira leitura, o profeta Eliseu, ao partilhar o pão que lhe foi oferecido com as pessoas que o rodeiam, testemunha a vontade de Deus em saciar a “fome” do mundo; e sugere que Deus vem ao encontro dos necessitados através dos gestos de partilha e de generosidade para com os irmãos que os “profetas” são convidados a realizar.
O Evangelho repete o mesmo tema. Jesus, o Deus que veio ao encontro dos homens, dá conta da “fome” da multidão que O segue e propõe-Se libertá-la da sua situação de miséria e necessidade. Aos discípulos (aqueles que vão continuar até ao fim dos tempos a mesma missão que o Pai lhe confiou), Jesus convida a despirem a lógica do egoísmo e a assumirem uma lógica de partilha, concretizada no serviço simples e humilde em benefício dos irmãos. É esta lógica que permite passar da escravidão à liberdade; é esta lógica que fará nascer um mundo novo.
Na segunda leitura, Paulo lembra aos crentes algumas exigências da vida cristã. Recomenda-lhes, especialmente, a humildade, a mansidão e a paciência: são atitudes que não se coadunam com esquemas de egoísmo, de orgulho, de auto-suficiência, de preconceito em relação aos irmãos.
Para ver as leituras deste Domingo, clique AQUI.
Para ver o Evangelho deste Domingo, clique AQUI.
Reflectindo o Evangelho
Vivemos num tempo marcado pela tão conhecida e famosa crise. Diante deste cenário vários sentimentos nos podem invadir: ou partilhar o que temos com os que menos têm ou simplesmente, com receio de vir a perder o que se tem, ficar amarrado aos bens que possuímos.
A liturgia deste 17º Domingo do Tempo Comum desafianos a meditar no grande gesto de Jesus: a multiplicação dos pães. Eram apenas cinco pães de cevada e dois peixes mas, pela intervenção generosa de Jesus, ficaram saciados mais de cinco mil homens. Ora, Deus continua a querer saciar todos os homens e mulheres mas, para isso, serve-se de pessoas, tal como Eliseu (ver 1ª Leitura), para serem suas testemunhas. Ele quer continuar a oferecer o seu “Pão” como suplemento alimentar essencial nesta caminhada da nossa vida, no nosso mundo e na nossa sociedade.
Embora possa parecer indiferente, o ser humano do nosso tempo continua a viver com uma sede e uma fome imensa de Deus. Compete a nós, cristãos, solucionarmos essa sede e essa fome, que pode ter várias expressões: desempregos, solidão, os injustiçados, os explorados, os marginalizados, os deprimidos, os pobres envergonhados… Viver com este espírito e com este propósito é responder de forma afirmativa ao apelo que S. Paulo nos lança: “suportai-vos uns aos outros na caridade” (ver 2ª Leitura).
Partilha e solidariedade para com os irmãos são os dois grandes pilares que marcam a liturgia deste Domingo.
Mas há um outro que nos responsabiliza mais, que é o facto de sermos continuadores da obra e missão de Jesus, espelhada na ordem que Ele dá aos seus discípulos: “dai-lhes vós mesmos de comer” (ver Evangelho). Realmente, sermos solidários e partilharmos com os outros algo que é nosso pode, porventura, ser fácil, porque muitas vezes até damos coisas que nos sobram; agora, mais difícil, é no nosso quotidiano, darmo-nos; isto é mais exigente.
Vivendo o Evangelho
Diante da insegurança do mundo e de todo o sistema económico-social, pode parecer uma utopia poder responder à fome existente no mundo. Sabemos que não podemos fazer tudo, mas podemos fazer alguma coisa: aqui está o desafio e a interpelação. Ergamos os olhos e vejamos, tal como Jesus, que os bens são dom de Deus, dirigem-se a todos. Interessa, pois, que não olhemos os nossos irmãos necessitados do “alto da torre” como se fôssemos meros detentores, mas usemos “umas lentes bem graduadas” que nos ajudem a ver melhor as necessidades dos nossos irmãos, tendo sempre a consciência de que aquilo que damos e partilhamos com os outros jamais nos fará falta (certamente já todos tivemos esta experiência), pois Deus sempre nos recompensa; mais do que detentores, sejamos distribuidores.
Fontes:
A Caminho; Ecclesia; Farol de Luz
sexta-feira, 24 de julho de 2009
24-25-26 JUL | Acampamento Médio Tejo
D. Antonino Dias alerta para falta de padres

O Bispo de Portalegre-Castelo Branco, D. Antonino Dias, admite que a falta de sacerdotes exige que "se faça alguma alteração na colocação do Clero", falando de um futuro "com um presbitério cada vez mais pequeno".
No decreto de nomeações para o próximo ano pastoral, o prelado diz que é difícil "quando alguém pede para deixar as paróquias por motivo de idade ou doença".
Reconhecendo que "cada vez mais a presença dos Padres será cada vez menos", este responsável desafia a "investir na formação de pessoas capazes, de pessoas com fé e sentido eclesial", bem como a "confiar e distribuir tarefas, preparando o presente e, sobretudo, os tempos que se aproximam com a resposta possível e adequada".
D. Antonino Dias destaca o trabalho que se tem feito na Diocese para "formar e responsabilizar Leigos para as Celebrações da Palavra na ausência de Presbítero e para outras actividades importantes de evangelização", sem "clericalização dos mesmos nem desconfiança que só perturbam e travam a caminhada".
"Este trabalho tem de continuar", assegura, defendendo que "os sacerdotes têm de centralizar a sua vida e acção no essencial e específico".
O Bispo de Portalegre-Castelo Branco diz que os seus padres não devem "multiplicar Eucaristias para satisfazer exigências bairristas ou de fé mal esclarecida, nem reduzir a sua acção pastoral apenas à celebração da Eucaristia, ou, pior, nem sequer celebrar porque não há intenções".
"Os Sacerdotes não podem esgotar-se com aquilo que os outros podem e devem fazer nem deixar de fazer o que verdadeiramente lhes compete", acrescenta.
No documento, D. Antonino Dias deixa uma palavra de gratidão para "a disponibilidade e a generosidade dos Sacerdotes e Diáconos que não se pouparam a esforços para me ajudarem a dar a melhor resposta às presentes situações".
Por outro lado, recorda que "quando um Pároco sai duma Paróquia não pode ceder à tentação de continuar a sê-lo sem o ser. Isto é, continuar a andar por lá a fazer casamentos e baptizados".
quinta-feira, 23 de julho de 2009
Vamos ser santos hoje?

Geralmente imaginamos que o santo seja um ser do outro mundo. Mas é nos factos simples da vida quotidiana que nos tornamos santos. Por essa razão, fiquemos atentos à forma como nos comportamos no dia-a-dia.
Você pode perguntar-se a si próprio: Eu sou uma pessoa autêntica? Da mesma forma que ajo quando estou diante das pessoas, ajo quando estou sozinho? A minha intenção em ajudar o próximo é recta ou quero beneficiar-me de alguma forma? Trato as pessoas do mesmo modo que eu gostaria de ser tratado ou só penso em mim mesmo? Tenho o hábito de falar a verdade ou vivo sempre com mentiras no bolso? E por aí deve seguir o nosso questionamento.
Procedamos hoje como verdadeiros filhos de Deus meditando com a ajuda dessa passagem bíblica: “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes. Ora o fruto da luz é bondade, justiça e verdade” (Efésios 5,8-9).
Senhor, dá-nos a graça de vivermos a santidade própria deste dia.
Jesus, eu confio em Vós!
Luzia Santiago
quarta-feira, 22 de julho de 2009
22 JULHO | Solenidade de Santa Maria Madalena

No domingo, Maria Madalena foi ao túmulo, logo de manhã, fazendo ainda escuro e viu que a pedra que o tapava já tinha sido retirada. Maria estava junto ao túmulo da parte de fora, a chorar. Entretanto, inclinou-se para dentro do túmulo e viu dois anjos vestidos de branco. Estavam sentados no sítio onde tinha sido colocado o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. Eles perguntaram-lhe: "Mulher, por que estás a chorar?" E ela disse-lhes: "Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram." Logo a seguir, voltou-se para trás e viu Jesus, de pé, mas não sabia que era ele. Perguntou-lhe Jesus: "Mulher, por que estás a chorar? Quem é que procuras?" Ela pensava que era o homem encarregado da propriedade e disse-lhe: "Se foste tu que o tiraste, diz-me onde o puseste que eu vou lá buscá-lo." Jesus chamou-a: "Maria!" Ela então exclamou: "Rabuni!" (palavra que quer dizer "meu Mestre"). E Jesus disse-lhe: "Deixa-me, porque ainda não voltei para o meu Pai. Vai ter com os meus irmãos e dá-lhes este recado: eu volto para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vosso Deus." Maria Madalena foi dar a notícia aos discípulos e dizia: "Eu vi o Senhor!" E contou-lhes o que ele lhe tinha dito.
* Maria Madalena sem Jesus fica desorientada e perdida. Nada mais tem a fazer senão chorar de desalento. Sem Jesus que sentido tem a vida?
* Madalena, na sua tristeza, não desiste e procura, está atenta, pergunta e tem os ouvidos bem abertos para Lhe reconhecer a voz. Será que estou atento à voz do Senhor? Será que O sei reconhecer nos jardineiros desta vida?
* Jesus dá novo sentido à vida de Maria Madalena e dá-lhe uma nova missão. Vai dizer aos meus irmãos "Eu vi o Senhor". Não será também a minha missão?
terça-feira, 21 de julho de 2009
A Caridade, Dom de Deus
Nenhum sacrifício era demais para que algum sofredor pudesse ser amparado. É modelo e protector daqueles que se dedicam aos órfãos, viúvas, peregrinos e desamparados.
O Cristianismo trouxe esta revolução para a humanidade: a fé em Deus só é verdadeira se tiver como contrapartida a misericórdia, a caridade.
"Deus é amor" (1Jo 4,16). Qualquer gesto de caridade, por menor que seja, é oferecer Deus ao irmão carente. Naquele pedaço de pão que repartimos com o faminto que bate à nossa porta, estamos a oferecer o próprio Deus-Amor. E aquele que recebe o pedaço de pão, recebe o próprio Jesus, que disse: "Tudo o que fizerdes aos mais pequeninos, é a mim que o fazeis" (Mt 25,40). Não há outra possibilidade de manifestarmos concretamente a nossa fé, a não ser pela caridade. Neste ponto, a esmola adquire toda a sua grandiosidade: através dela oferecemos o amor de Deus ao próprio Deus!
A Eucaristia, em que Jesus se oferece como pão para todos, é o grande momento da caridade divina: pobre ou rico, santo ou pecador, poderoso ou servo, todos podem participar do Pão divino! Venham todos para a Mesa, convida o Senhor, convida o cristão.
A caridade não é apenas pão e água: é a visita ao doente, ao idoso desamparado, o carinho para com as crianças, a visita ao prisioneiro, a acolhida ao peregrino, a palavra de conforto ao sofredor, a compreensão pelos jovens em dificuldade, a não condenação dos que erram, o não ter preconceito racial, etc.
A caridade é também a busca concreta da justiça, a indignação perante a corrupção, a defesa dos oprimidos, a participação nos movimentos populares, sindicatos, associações de bairro, a participação política, a luta pela implantação de uma sociedade solidária e fraterna.
Depois de Jesus Cristo, só é possível amar a Deus amando-se o irmão que está ao nosso lado. A Deus nós não vemos, mas vemos o irmão em quem habita Deus. Acreditamos no Deus-Amor semeando o amor: "se a fé não tiver obras, é morta" (Tg 2,17).
E não esqueçamos outra verdade: não podemos dar como esmola aquilo que roubamos ao próximo, especialmente do salário do trabalhador: "A esmola daquele que sacrifica um bem, mal adquirido, é maculada... Quem tira ao homem o fruto de seu trabalho, é como um assassino de seu próximo" (Eclo 34, 21 e 26). Não podemos aumentar a qualidade da nossa vida às custas da fome do trabalhador. Grande caridade é a prática da justiça, que faz com que mais gente tenha vida. Amemos a Deus através do amor aos pobres.
Pe. José Artulino Besen
domingo, 19 de julho de 2009
JMV - 1ª Aparição de Maria a Catarina de Labouré

Publicamos, abaixo, as mensagens que nos foram enviadas pelas Presidentes Nacional e Internacional da Juventude Mariana Vicentina.
Com Maria no coração, lembremos, neste dia, as aparições que fez a Santa Catarina Labouré!
Numa delas, pediu que se organizasse este nossa grupo de jovens.
Ofereceu-nos também a Medalha Milagrosa! Quem não teve uma em suas mãos? Continuas a guardá-la e a lembrá-la quando pedes algo a Maria?
A Nossa Mãe nunca nos abandonou... Não nos esqueçamos hoje de dar graças pela sua presença constante!
Parabéns por seres JMV e/ou por contribuíres para o caminho em Caridade neste mundo!
Beijo com Maria...
Presidente Nacional
Queridos miembros de JMV:
Reciban un saludo cariñoso y fraterno en este día especial, 18 de julio, día en que celebramos, un año más de la 1ª aparición de la Virgen María a Santa Catalina. ¡Feliz aniversario de Juventud mariana Vicenciana!
Al momento de iniciar esta carta, no puedo quitar de mi mente unas noticias que nos han Marcado en los últimos meses y que están muy presentes en nuestras oraciones. Aunque no es posible mencionarlos todos, quisiera subrayar el terremoto en L’Aquila (Italia), la pandemia de la gripe A que inició en México, estos fatídicos accidentes de avión en Brasil y las Islas Comoras, la guerra silenciosa del hambre y de la violencia que sigue en tantos países del mundo, la crisis económica que parece anunciar momentos aún más duros para la gente empobrecida. A esta lista común, se podría añadir las dificultades y pruebas que viven cada una de nuestras familias, nuestras inquietudes personales y misioneras.
En este contexto, podríamos hacer nuestras las palabras del profeta: “Salgo al campo: muertos a espada; entro en la ciudad: desfallecidos de hambre; tanto el profeta como el sacerdote vagan sin sentido por el país…Se espera la paz, y no hay bienestar; al tiempo de la cura sucede la turbación” (Jr 14,1819).
Creo que estas mismas palabras se aplicaban al contexto histórico en el que se han dado las apariciones de la Milagrosa en 1830. Por eso, hoy, cada uno necesita escuchar de nuevo en su corazón, las palabras que la Virgen dirige a cada miembro de la Familia Vicentina desde el siglo XIX: “Tened confianza, no os desaniméis, yo estaré con vosotros…. La bola que ves representa al mundo entero… y a cada persona en particular ”.
Sí, en medio de unos tiempos descorazonadores, la Virgen María te quiere recordar hoy su solicitud materna, el Amor que se entregó para que tengas vida en abundancia, la fe en el mundo que ella profetizó en el Magnificat, construido sobre los valores del Evangelio.
Por eso, te invito a vivir los momentos difíciles con un corazón confiado, a perseverar en la
oración y a seguir trabajando por un mundo más justo y fraterno. Recuerda que “la juventud, en
particular, es tiempo de esperanzas, porque mira hacia el futuro con diversas expectativas.
Cuando se es joven se alimentan ideales, sueños y proyectos; la juventud es el tiempo en el que maduran opciones decisivas para el resto de la vida…” (Mensaje del Papa Benedicto XVI por la JMJ del 2009). Cada dificultad, cada obstáculo, los fracasos, tus propias debilidades y las de los otros, son bendiciones y oportunidades para crecer y ser testigo de la presencia de Jesús en Medio de nosotros, fuente de alegría y paz.
Al celebrar el aniversario de nuestra querida Asociación, quiero recordarte también que eres
llamado/a a VIVIR LO QUE ERES, allí donde Dios te siembre… Tu presencia y tu compromiso en JMV, tu amor a María y tu vivencia apasionada del amor a los más pequeños, son el mejor regalo que puedes hacer a los que te rodean. Son tu manera de decir a los hombres y mujeres de hoy que San Vicente y Santa Luisa, cuyo 350 aniversario empezaremos a celebrar el próximo 27 de septiembre, siguen vivos hoy, en cada uno de nosotros.
“El Dios de la esperanza os colme de todo gozo y paz en vuestra fe, hasta rebosar de esperanza
por la fuerza del Espíritu Santo” (Rm 15,13).


