sábado, 29 de agosto de 2009

Liturgia do XXII Domingo do Tempo Comum, 30.08.2009




22º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
30 de Agosto de 2009




A liturgia do 22º Domingo do Tempo Comum propõe-nos uma reflexão sobre a “Lei”. Deus quer a realização e a vida plena para o homem e, nesse sentido, propõe-lhe a sua “Lei”. A “Lei” de Deus indica ao homem o caminho a seguir. Contudo, esse caminho não se esgota num mero cumprimento de ritos ou de práticas vazias de significado, mas num processo de conversão que leve o homem a comprometer-se cada vez mais com o amor a Deus e aos irmãos.

A primeira leitura garante-nos que as “leis” e preceitos de Deus são um caminho seguro para a felicidade e para a vida em plenitude. Por isso, o autor dessa catequese recomenda insistentemente ao seu Povo que acolha a Palavra de Deus e se deixe guiar por ela.

No Evangelho, Jesus denuncia a atitude daqueles que fizeram do cumprimento externo e superficial da “lei” um valor absoluto, esquecendo que a “lei” é apenas um caminho para chegar a um compromisso efectivo com o projecto de Deus. Na perspectiva de Jesus, a verdadeira religião não se centra no cumprimento formal das “leis”, mas num processo de conversão que leve o homem à comunhão com Deus e a viver numa real partilha de amor com os irmãos.

A segunda leitura convida os crentes a escutarem e acolherem a Palavra de Deus; mas avisa que essa Palavra escutada e acolhida no coração tem de tornar-se um compromisso de amor, de partilha, de solidariedade com o mundo e com os homens.




Para ver as Leituras do XXII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.


Para ver o Evangelho do XXII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.


Para ver a Reflexão sobre o Evangelho do XXII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.




Fonte:
A Caminho
Ecclesia
Farol de Luz

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Feira de caridade





No próximo Domingo, dia 30 de Agosto, a Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede irá vender alguns artigos na Feira de Velharias em Mouriscas.

A feira começará bem cedo e prolongar-se-á por todo o dia.

As quantias arrecadadas destinar-se-ão para o apoio às famílias carenciadas da nossa paróquia, nomeadamente, para a compra de medicamentos, cadeiras de rodas, camas articuladas, outro material ortopédico, entre outros bens essenciais.



quarta-feira, 26 de agosto de 2009

XXV Encontro nacional JMV




De 27 a 31 de Agosto irá decorrer o XXV Encontro Nacional da JMV, no Monte de Sta. Quitéria, em Felgueiras.

Este ano, o tema proposto leva-nos a reflectir e a partilhar sobre S. Paulo e o nosso Jubileu: "Celebramos com S. Paulo o Jubileu".

Material necessário para o encontro:

-Saco-cama
-Cancioneiro J.M.V.
-Lenço J.M.V.
-Biblía
-Instrumentos Musicais
-Boa Disposição
-Sentido de responsabilidade



Programa do Encontro Nacional



Papa lança forte mensagem ecológica

Bento XVI saúda nova sensibilidade internacional e pede uma relação «correcta» com o Ambiente




Bento XVI deixou hoje um forte apelo em favor da preservação do meio ambiente, manifestado o seu apoio aos líderes de governo e organizações internacionais que se irão reunir na próxima Conferência da ONU sobre mudanças climáticas.


Para o Papa é fundamental que “a comunidade internacional e cada governo enviem os sinais certos aos seus cidadãos e consigam travar as formas prejudiciais de tratar o ambiente”.


"Os diversos fenómenos de degradação ambiental e as calamidades naturais, que a comunicação social regista várias vezes, lembram a urgência do respeito pela natureza, recuperando e valorizando na vida de cada dia uma relação correcta com o ambiente”, disse.


O Papa admitiu que estes temas estão na agenda das “autoridades e da opinião pública”, saudando o desenvolvimento de “uma nova sensibilidade, que se exprime na multiplicação de encontros, também a nível internacional.


Falando em inglês, Bento XVI disse que “os custos económicos e sociais da utilização de recursos comuns devem ser reconhecidos com transparência e suportados por aqueles que os maltratam, não por outros povos ou pelas gerações futuras”.


Na audiência geral desta Quarta-feira, em Castel Gandolfo, o Papa falou do fim das férias de Verão, dedicando a sua habitual catequese à criação. A audiência na residência pontifícia, nos arredores de Roma, teve dois momentos, sendo o último dedicado apenas a cerca de dois mil peregrinos de língua alemã.


Como habitualmente, houve também uma saudação na nossa língua, a “todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os grupos do Coral de Vila Real e de Mogi das Cruzes, desejando que esta visita ao Sucessor de Pedro fortaleça a vossa fé e vos ajude a irradiar o Amor de Deus na própria casa e na sociedade”.


Aos peregrinos de língua francesa, Bento XVI referiu que “no final deste período de férias de Verão, convido a dar graças a Deus pelo dom inestimável da criação”.


“A protecção do ambiente, a salvaguarda dos recursos da terra e do clima estão confiadas à nossa responsabilidade”, acrescentou.


Para o Papa, a resposta aos actuais desafios ambientais passa por “construir em conjunto um desenvolvimento humano integral, inspirado pelos valores da caridade e da verdade, em benefício dos povos de hoje e de amanhã”.


Bento XVI disse ainda que quando Deus é esquecido, começa a destruição da natureza. “Se é desvalorizada a relação da criatura humana com o Criador, a matéria é reduzida a possessão egoísta, o homem torna-se a «última instância» e o objectivo da existência fica reduzido a uma cansativa corrida para possuir o mais possível”.



Um Papa ecológico


Ao longo da audiência, foi citada por diversas vezes a última encíclica papal, Caritas in veritate. Nesse documento, Bento XVI diz que os projectos para um desenvolvimento humano integral "não podem ignorar os vindouros, mas devem ser animados pela solidariedade e a justiça entre as gerações, tendo em conta os diversos âmbitos: ecológico, jurídico, económico, político, cultural".


Em particular, desenvolvem-se as questões relacionadas com "as problemáticas energéticas", condenando "o açambarcamento dos recursos energéticos não renováveis por parte de alguns Estados, grupos de poder e empresas".


"A protecção do ambiente, dos recursos e do clima requer que todos os responsáveis internacionais actuem conjuntamente e se demonstrem prontos a agir de boa fé, no respeito da lei e da solidariedade para com as regiões mais débeis da terra", indica o documento.


O Papa observa que "a monopolização dos recursos naturais, que em muitos casos se encontram precisamente nos países pobres, gera exploração e frequentes conflitos entre as nações e dentro das mesmas".


Nesse sentido, prossegue, "a comunidade internacional tem o imperioso dever de encontrar as vias institucionais para regular a exploração dos recursos não renováveis, com a participação também dos países pobres, de modo a planificar em conjunto o futuro". Por isso, Bento XVI frisa que também neste campo "há urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade, especialmente nas relações entre os países em vias de desenvolvimento e os países altamente industrializados".


"As sociedades tecnicamente avançadas podem e devem diminuir o consumo energético seja porque as actividades manufactureiras evoluem, seja porque entre os seus cidadãos reina maior sensibilidade ecológica. Além disso há que acrescentar que, actualmente, é possível melhorar a eficiência energética e fazer avançar a pesquisa de energias alternativas", pode ler-se.


"O açambarcamento dos recursos, especialmente da água, pode provocar graves conflitos entre as populações envolvidas", alerta ainda a Caritas in veritate.


Em finais de Julho, a Santa Sé divulgou o tema da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2010, desta feita intitulada "Se queres a paz, cuida da criação". O Papa fala numa crise ecológica e na necessidade de enfrentá-la globalmente.


O tema pretende fomentar uma tomada de consciência do "forte elo que existe no nosso mundo globalizado e interconectado entre salvaguarda da criação e cultivo do bem da paz", lembrando as "terríveis perspectivas que a degradação ambiental apresenta".


Segundo a apresentação do tema divulgada pela Santa Sé, "se a família humana não souber fazer frente a estes novos desafios com um renovado sentido de justiça e de equidade social e de solidariedade internacional, corre-se o risco de semear a violência entre os povos e entre as gerações presentes e futuras".


A mensagem deverá retomar as observações contidas nos números 48-51 da Encíclica, destacando a necessidade urgente de que a tutela do meio ambiente seja "um desafio para toda a humanidade".


"Trata-se do dever, comum e universal, de respeitar um bem colectivo, destinado a todos, impedindo que se possam utilizar de modo impune as diversas categorias de seres", refere a Santa Sé.


A celebração de 1 de Janeiro do próximo ano procurará "favorecer uma consciência renovada da interdependência que une entre si todos os habitantes da Terra".


"Esta consciência servirá para eliminar diversas causas de desastres ecológicos e garantir uma pronta capacidade de resposta quando esses desastres atingem povos e territórios", defende a apresentação da mensagem do Papa.




Fonte:

Agência Ecclesia



segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Encontro no Salão Paroquial



Amanhã, terça-feira, dia 25 de Agosto, haverá encontro no Salão Paroquial para preparação do Encontro Nacional.

Aparece às 21h!



sábado, 22 de agosto de 2009

Liturgia do XXI Domingo do Tempo Comum, 23.08.2009




XXI DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
23 de Agosto de 2009



A liturgia do 21º Domingo do Tempo Comum fala-nos de opções. Recorda-nos que a nossa existência pode ser gasta a perseguir valores efémeros e estéreis, ou a apostar nesses valores eternos que nos conduzem à vida definitiva, à realização plena. Cada homem e cada mulher têm, dia a dia, de fazer a sua escolha.

Na primeira leitura, Josué convida as tribos de Israel reunidas em Siquém a escolherem entre “servir o Senhor” e servir outros deuses. O Povo escolhe claramente “servir o Senhor”, pois viu, na história recente da libertação do Egipto e da caminhada pelo deserto, como só Jahwéh pode proporcionar ao seu Povo a vida, a liberdade, o bem estar e a paz.

O Evangelho coloca diante dos nossos olhos dois grupos de discípulos, com opções diversas diante da proposta de Jesus. Um dos grupos, prisioneiro da lógica do mundo, tem como prioridade os bens materiais, o poder, a ambição e a glória; por isso, recusa a proposta de Jesus. Outro grupo, aberto à acção de Deus e do Espírito, está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida; os membros deste grupo sabem que só Jesus tem palavras de vida eterna. É este último grupo que é proposto como modelo aos crentes de todos os tempos.

Na segunda leitura, Paulo diz aos cristãos de Éfeso que a opção por Cristo tem consequências também ao nível da relação familiar. Para o seguidor de Jesus, o espaço da relação familiar tem de ser o lugar onde se manifestam os valores de Jesus, os valores do Reino. Com a sua partilha de amor, com a sua união, com a sua comunhão de vida, o casal cristão é chamado a ser sinal e reflexo da união de Cristo com a sua Igreja.




Para ver as Leituras do XXI Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.


Para ver o Evangelho do XXI Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.




Reflectindo o Evangelho


Quem obedece é livre. Eis o adágio popular que a Liturgia deste Domingo vem confirmar. De facto, o homem e a mulher são seres livres por excelência, ou seja, estão dotados da capacidade de poderem fazer escolhas, opções.

Ser cristão é optar por Cristo e pela sua doutrina. Não podemos ser cristãos em part-time, mas em full-time; não podemos ser e não ser; temos de ser coerentes e constantes.

Contudo, sabemos que nem sempre é fácil seguir Jesus; o seu projecto é muito exigente; a Sua Palavra incomoda, é dura, é como uma espada de dois gumes, fere e cura: “estas palavras são duras. Quem pode escutá-las?” (ver Evangelho).

Todavia, a Sua Palavra é performativa, é verdadeira, é actual, é interpeladora. É pela sua exigência que muitos homens e mulheres se tornam indiferentes ao plano de Deus e optam por outras palavras que diariamente nos afogam, nos abafam, mesmo que, muitas vezes, nos seduzam, embora não deixem de ser palavras ocas, palavras vazias, palavras ilusórias, palavras fugazes. Só a Palavra de Deus é realmente Espírito e vida, vida em abundância, vida plena. Só realmente Jesus tem palavras de vida eterna.

O respeito, a igualdade, o carinho, o amor mútuo são marcas identificadoras daquele que opta por Cristo. Isto traz implicações, quer mesmo a nível familiar, isso o expressa S. Paulo na 2ª Leitura: “sede submissos uns aos outros no temor de Cristo”.




Vivendo o Evangelho


“Também vós quereis ir embora”? Eis a grande questão que Jesus nos dirige. De facto, parece que as palavras de Jesus já não nos fascinam, parecem descontextualizadas da nossa vida.

Diante de tal cenário podemos desanimar, pensando que Jesus até foi homem corajoso, interessante, mas que o seu projecto implica de nós sacrifício, renúncia, não absolutizar os nossos interesses e que, por isso, é melhor viver a vida, gozar a vida, “curtir” a vida, ou seja, viver apenas o imediato, o presente, sem jamais analisar o passado e perspectivar o futuro. Este é um vírus que nos pode contaminar facilmente, na sociedade hedonista e indiferente em que vivemos.

Pensar, reflectir e analisar as nossas opções é o grande desafio que o Senhor nos faz neste Domingo.



Fontes:
A Caminho
Ecclesia
Farol de Luz


sexta-feira, 21 de agosto de 2009

22AGO | Sábado | 15h | Distribuição dos alimentos do Banco Alimentar



Amanhã, Sábado, dia 22 de Agosto, às 15h, faremos a distribuição dos alimentos do Banco Alimentar em casa das famílias carenciadas.

Precisamos de ti! Não faltes!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Distribuição de alimentos e roupas



Amanhã, Sexta-feira, dia 21 de Agosto, às 9h30, faremos a entrega de alimentos e de roupas às famílias que apoiamos.

Precisamos de todos mesmo!!

Vai ser uma mega operação de entregas. Não faltes!!



MISSÃO POPULAR - uma realidade a preservar



Em Portugal, muitas das Dioceses tiveram a Santa Missão, animada por várias Congregações, reviveram ou empenharam-se em renovar este "meio extraordinário" de evangelização e outras, há poucos anos ou agora, investem na Missão renovada.


Na nossa Diocese há duas Congregações masculinas que têm a Missão Popular como uma das respostas ao seu carisma: A Congregação da Missão (Padres Vicentinos) e a Congregação do Santíssimo Redentor (Padres Redentoristas). Cada uma delas tem o seu jeito próprio de responder aos apelos das comunidades e dos seus responsáveis, tendo bem presente a fidelidade a Jesus Cristo e ao Seu Evangelho, a sua matriz fundacional, o carisma que norteia o seu agir e os desafios da Igreja e da sociedade onde estão inseridas.
Em Portugal, muitas das Dioceses tiveram a Santa Missão, animada por várias Congregações, reviveram ou empenharam-se em renovar este “meio extraordinário” de evangelização e outras, há poucos anos ou agora, investem na Missão renovada.
A pré-Missão, o tempo da Missão e a pós-Missão, são os pilares da Missão Popular. As catequeses ou temas para as reuniões das Comunidades ou Assembleias Familiares e a formação contínua dos Animadores, são meios indispensáveis para a continuidade da Missão.
Entre os anos de 1994 e 2002, a Diocese de Portalegre-Castelo Branco, de modo particular, o Arciprestado de Abrantes (na altura, Arciprestados de Abrantes, Sardoal e Mação), apostou forte na Missão Popular. Também os Arciprestados de Alcains e de Nisa fizeram a experiência.
Ao todo, fizeram-se 33 Missões Populares. Foram animadas por 100 missionários (34 sacerdotes, 30 religiosas, 12 seminaristas/noviços, 8 leigas consagradas, e 16 leigos, alguns deles, chefes de família). Durante este tempo de Missão surgiram 315 Comunidades ou Assembleias Familiares. Foram 15 dias de contacto intenso com crianças, jovens, famílias e doentes, onde a presença dos missionários, e em muitas delas, do Bispo Diocesano, tornaram bem presente o espírito das comunidades apostólicas.
As Missões Populares aconteceram em Alcaravela, Santiago de Montalegre, Constância, Martinchel, Aldeia do Mato, Montalvo, São Vicente e São João Baptista/Abrantes, Alferrarede, Bairro da Chainça, Pego, São Miguel de Rio Torto, Rossio ao Sul do Tejo, Rio de Moinhos, Alvega, Tramagal, Sardoal, Andreus e São Simão, Cabeça das Mós e Entrevinhas, Valhascos, Mação, Penhascoso, Aboboreira, Belver, Envendos, Ortiga, Alcains, Cafede, Espírito Santo e Senhora da Graça/Nisa e Montalvão e em muitos outros lugares, talvez mais pequenos, mas não menos importantes nesta grande aventura missionária.
O que ficou da Missão pode ser a pergunta que se aflora no pensamento de muita gente. Os testemunhos recolhidos dizem que muito de bom aconteceu. As Assembleias Familiares, umas desapareceram e outras, transformaram-se em Grupos Paroquiais de reflexão das catequeses diocesanas.
Ao princípio, fizeram-se encontros de animação para animadores. Era a tarefa do pós-Missão. Num ou noutro lugar foi celebrado o aniversário da Missão, com um tempo de revitalização da mesma. Todavia, a escassez de pessoas para este serviço, a mudança de Bispo Diocesano e de alguns párocos, e a aposta nos Grupos de reflexão, fez com que esta dinâmica afrouxasse na Diocese, enquanto começava a crescer em outras.
A Congregação da Missão está, de novo, a apostar neste serviço missionário, tão querido pelo fundador, Vicente de Paulo, e tão recomendado pelas directrizes das Constituições e Estatutos próprios.
Prova disso, é a calendarização da Missão Popular em Tramaga e em Vale de Açor, duas freguesias da Paróquia de Ponte de Sor, para Março do próximo ano. Está previsto o seu anúncio para o Dia das Missões (18 de Outubro). No tempo de pré-Missão (Novembro-Março) haverá encontros de preparação para os animadores de comunidades, com temática própria, e serão dinamizados pela equipa vicentina das Missões Populares, liderada pelo P. Álvaro Cunha. Estão a ser formadas as equipas missionárias, com leigos e sacerdotes e, se possível, com religiosas. O P. José Alves, Provincial dos Padres Vicentinos e o P. Albertino Gonçalves, responsável pela Pastoral da Vocações, são os sacerdotes que estão disponíveis para este momento forte, nas duas comunidades.
“Missão: testemunho e serviço” é o lema do próximo Dia Mundial das Missões e da Jornada Missionária Diocesana (em Abrantes, no dia 17 de Outubro). Dois tempos fortes para animação, reflexão e partilha para nos tornar mais sensíveis aos apelos e necessidades dos irmãos e despertar em nós o ideal missionário.
Que não nos faltem a força e a coragem para o serviço da MISSÃO!



Fonte:
P. Agostinho de Sousa
no site da Diocese de Portalegre - Castelo Branco

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Fátima: Aniversário da 4ª aparição de Nossa Senhora



A 19 de Agosto de 1917, a aparição deu-se no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque, no dia 13 as crianças tinham sido levadas pelo Administrador do Concelho, para Vila Nova de Ourém.

No Domingo seguinte, 19 de Agosto, Nossa Senhora apareceu-lhes nos Valinhos e pediu-lhes que continuassem a ir à Cova da Iria no dia 13 e que rezassem o terço todos os dias.

"Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios pelos pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas", disse Nossa Senhora.

O actual monumento celebrativo desta aparição foi construído a expensas dos católicos húngaros e inaugurado a 12 de Agosto de 1956. A branca imagem de Nossa Senhora de Fátima é obra da escultora Maria Amélia Carvalheira da Silva.



O programa para a Peregrinação deste ano é o seguinte:

11:00 - Missa internacional, na Igreja da Santíssima Trindade.

21:30 - Rosário e procissão, aos Valinhos, com início na Capelinha (levar pilhas eléctricas em vez de velas).

22:00 - Rosário, na Capelinha (para os peregrinos que não podem ir aos Valinhos.
Fonte:
Agência Ecclesia

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Encontro de reflexão no Salão Paroquial



Hoje, terça-feira, dia 18 de Agosto, haverá encontro de reflexão no Salão Paroquial.

Aparece às 21h. Não faltes!!

Para reflectir... Evangelho diário




Mateus 19, 23-30



Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: "Notem bem o que vos digo: é muito difícil um homem rico entrar no Reino dos céus. E digo-vos ainda: é mais fácil um camelo passar pelo fundo duma agulha do que um rico entrar no Reino dos céus." Os discípulos, ao ouvirem isto, ficaram muito admirados e perguntaram: "Nesse caso quem é que se pode salvar?" Mas Jesus olhou para eles e disse: "Isso, de facto, aos homens é impossível, mas a Deus todas as coisas são possíveis." Pedro tomou então a palavra e disse: "Olha que nós deixámos tudo para sermos teus discípulos. Que recompensa teremos?" Jesus respondeu: "Eu asseguro-vos que no mundo que há-de vir, quando o Filho do Homem se sentar no seu trono de glória, também vocês, os que me acompanharam, se hão-de sentar em doze tronos, para julgar as doze tribos de Israel. E todo aquele que tenha deixado casas, irmãos, irmãs, pai, mãe, filhos, ou terras, por minha causa, há-de receber muito mais, e possuirá a vida eterna. Muitos dos que são agora os primeiros serão os últimos, e os últimos serão os primeiros."


O que é que o Senhor me está a querer dizer?


Algumas pistas sobre a leitura de hoje

- O Reino (Deus) é amor. Quem ama despoja-se de si mesmo: Deus (amor infinito) é absolutamente pobre.

- A salvação do homem (egocêntrico) significa o progressivo despojamento de si próprio e abandono em Deus (amor). Por isso, o caminho da salvação passa pela cruz, pela morte e ressurreição.

- Jesus, o Cristo (o homem-Deus), é o caminho do homem para Deus: Deus faz-se homem para que o homem seja Deus.



segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Façamos três tendas




Façamos três tendas; foi esta a expressão dos três apóstolos, Pedro, Tiago e João, após terem exclamado: «Senhor, como é bom estarmos aqui!», no episódio da Transfiguração, que viria anteceder a Ressurreição de Jesus.

Jesus ao transfigurar-se no monte Tabor, à frente dos seus três discípulos "predilectos", digamos assim, vem-nos dar uma amostra do que é a sua divindade, mas, mesmo assim, até os próprios discípulos, que já andavam com Jesus a anunciar a Boa Nova há sensivelmente três anos, não puderam compreender, porque ainda não estavam suficientemente capacitados das suas missões e dos ensinamentos que lhes foram confiados, para que pudessem ser anunciados aos demais Cristãos.

Amig@ e Irm@

E nós? Que tivemos, ou estamos a ter dez anos de formação cristã na catequese e em outros grupos da nossa paróquia; será que conseguimos compreender todos os mistérios que nos são e serão explanados, e desta forma, confiados?
Pois... Somos demasiado limitados! Mas, somos ainda mais limitados, porque tentamos ver com a razão, aquilo que só se pode e só se consegue ver aos olhos do coração e da fé.

Irm@

Não tenhamos medo de aceitar todos os mistérios que nos são apresentados no nosso dia-a-dia, como por exemplo a Eucaristia! Não tenhamos medo de sermos santos! Não tentemos, como muitos fazem explicar aos olhos da ciência, aquilo que não se pode explicar. Não tenhamos medo de sermos diferentes! Tenhamos sim, medo, bastante medo, de sermos iguais a tudo o que vemos e a todos os outros que rumam sem vida e vivem sem rumo!
Fonte:
Cristo Jovem

sábado, 15 de agosto de 2009

Liturgia do XX Domingo do Tempo Comum, 16.08.2009






XX DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
16 de Agosto de 2009



A liturgia do 20º Domingo do Tempo Comum repete o tema dos últimos domingos: Deus quer oferecer aos homens, em todos os momentos da sua caminhada pela terra, o “pão” da vida plena e definitiva. Naturalmente, os homens têm de fazer a sua escolha e de acolher esse dom.

No Evangelho, Jesus reafirma que o objectivo final da sua missão é dar aos homens o “pão da vida”. Para receber essa vida, os discípulos são convidados a “comer a carne” e a “beber o sangue” de Jesus – isto é, a aderir à sua pessoa, a assimilar o seu projecto, a interiorizar a sua proposta. A Eucaristia cristã (o “comer a carne” e “beber o sangue” de Jesus) é um momento privilegiado de encontro com essa vida que Jesus veio oferecer.

A primeira leitura oferece-nos uma parábola sobre um banquete preparado pela “senhora sabedoria” para os “simples” e para os que querem vencer a insensatez. Convida-nos à abertura aos dons de Deus e à disponibilidade para acolher a vida de Deus (o “pão de Deus que desce do céu”).

A segunda leitura lembra aos cristãos a sua opção por Cristo (aquele Cristo que o Evangelho de hoje chama “o pão de Deus que desceu do céu para a vida do mundo”). Convida-os a não adormecerem, a repensarem continuamente as suas opções e os seus compromissos, a não se deixarem escorregar pelo caminho da facilidade e do comodismo, a viverem com empenho e entusiasmo o seguimento de Cristo, a empenharem-se no testemunho dos valores em que acreditam.





Para ver as Leituras do XX Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do XX Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver uma reflexão sobre o Evangelho do XX Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.





Fonte:
A Caminho
Ecclesia
Farol de Luz

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

15AGO | Solenidade da Assunção da Virgem Santa Maria

ELEVADA À GLÓRIA CELESTE EM CORPO E ALMA




SOLENIDADE DA ASSUNÇÃO DA VIRGEM SANTA MARIA – Lc 1,39-56

15 de Agosto



Mãe de Deus, templo vivo da divindade santíssima do Filho único, em acção de graças o repito: na verdade, a tua assunção não te afastou nada dos Cristãos. Vives imperecível, mas não estás longe deste mundo perecível. Pelo contrário, estás próxima de quantos te invocam e quem te procura com fé encontra-te. Convinha que o teu espírito permanecesse sempre forte e vivo e que o teu corpo fosse imortal. Com efeito, como poderia a corrupção da carne reduzir-te a cinzas e a pó, a ti, que livraste o Homem do fracasso da morte, pela incarnação do teu Filho? [...]

Uma criança procura e deseja a sua mãe e a mãe gosta de viver com o seu filho. Da mesma forma, visto que tinhas no teu coração um amor maternal por teu Filho e teu Deus, naturalmente tinhas de conseguir regressar para junto Dele. E Deus, devido ao amor filial para contigo, devia, com toda a justiça, permitir-te partilhar da Sua condição. Assim, morta para as coisas perecíveis, emigraste para as moradas imperecíveis da eternidade, onde reside Deus de Quem agora partilhas a vida. [...]

O teu corpo foi Sua morada e neste dia foi Ele que, por Sua vez, Se tornou o local do teu repouso. «Este será para sempre o Meu lugar de repouso» dizia [Sl 132 (131), 14]. Este espaço de repouso é a carne que de ti tomou e de que Se revestiu, Mãe de Deus, a carne na qual acreditamos que Se mostrou no mundo presente e que Se manifestará no mundo futuro, quando vier julgar os vivos e os mortos. Visto seres a morada do Seu repouso eterno retirou-te da corrupção e levou-te consigo, querendo guardar-te na Sua presença com o seu afecto. Eis porque tudo quanto Lhe pedes Ele to concede, como a uma mãe ciosa dos seus filhos. Eternamente bendito, tudo quanto desejas Ele o realiza com a Sua divina omnipotência.



Fonte:
Farol de Luz


quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Animação de casamento



No próximo Sábado, dia 15 de Agosto, temos um casamento para animar na Igreja de São Vicente, em Abrantes.

Estar às 12h na Igreja de São Vicente.

Não faltes!!



Palavra de hoje... para reflectir



O que em mim existe é o que me molda e me conduz...
Penso na presença de Deus, um Deus de amor, sempre ali, presente entre as muitas outras forças que me habitam e me seduzem. Paro para rezar.
Peço e deixo que seja Deus a moldar-me e a conduzir-me neste preciso momento.

Deus não é alheio à minha liberdade: só o Espírito pode encher de vida os meus desejos mais profundos, conduzindo-me suavemente para o bem.
Peço a graça de deixar que o Espírito me encha e me conduza.

Existo numa teia de relações - com a natureza, com os outros, com Deus.
Identifico os laços que me unem às coisas, aos outros e a Deus e agradeço a vida que através deles continua e se renova.
Algumas destas relações estão distorcidas ou foram cortadas: posso sentir arrependimento, fúria ou desilusão.
Peço o dom da aceitação e do perdão.


Deus fala a cada um de nós individualmente. Preciso de estar atento para ouvir aquilo que Ele tem para me dizer.



Mateus 18, 21-22

Naquele tempo, Pedro aproximou-se de Jesus e fez-lhe esta pergunta: "Senhor, quantas vezes devo perdoar ao meu irmão, se ele continuar a ofender-me? Até sete vezes?" Jesus respondeu: "Não até sete, mas até setenta vezes sete!"



O que é que o Senhor me está a querer dizer?

* Como vou na minha vida experimentando o perdão de Deus?

* Sinto-me tentado de alguma forma a ser expressão do perdão de Deus para os outros?

* Que dificuldades sinto na hora de perdoar?




quarta-feira, 12 de agosto de 2009

12AGO | Dia Internacional da Juventude



Comemora-se hoje, dia 12 de Agosto, o Dia Internacional da Juventude.




Ser jovem
É querer com todo o ardor
Transformar o mundo actual
Num mundo mais belo,
Onde reine a paz,
A justiça e o amor.

Ser jovem
É ser rebento,
A abrir-se a um mundo novo,
Onde não haja lugar
Para a mentira,
As duas caras,
A mediocridade.

Felizes os que amam de verdade,
Pois dentro deles emana
O mais forte e nobre sentimento
Que é capaz de mudar o mundo.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Por que devemos servir?



A dinâmica do Reino de Deus é maravilhosa e, graças ao Senhor, todos nós podemos entrar nesse dinamismo. Temos uma oportunidade única de hoje ser melhores e ajudar os nossos irmãos e irmãs a também sê-lo, porque quando nos decidimos a viver os princípios do Reino dos Céus somos auxiliados pela graça de Deus, que nos ensina a também ser generosos, pois o Todo-poderoso não se deixa vencer em generosidade para connosco.

Quanto mais damos, servimos e ajudamos os que necessitam de nós, tanto mais temos e mais alegres e felizes nos tornamos, “pois Deus ama quem dá com alegria” (II Coríntios 9,7c).

Muitas vezes, achamos que quando juntamos é que adquirimos abundância, mas é o contrário; ao dividirmos o que temos é que nunca nos faltará nada, porque “Deus é poderoso para nos cumular de toda sorte de graças, para que, em tudo, tenhais sempre o necessário e ainda tenhais de sobra para toda boa obra, como está escrito: Distribuiu generosamente, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre” (II Coríntios 9,8-9).

Senhor, ensina-nos a ser caridosos e prestativos.



Fonte: Canção Nova


segunda-feira, 10 de agosto de 2009

sábado, 8 de agosto de 2009

Liturgia do XIX Domingo do Tempo Comum, 09.08.2009




XIX DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
9 de Agosto de 2009


A liturgia do 19º Domingo do Tempo Comum dá-nos conta, uma vez mais, da preocupação de Deus em oferecer aos homens o “pão” da vida plena e definitiva. Por outro lado, convida os homens a prescindirem do orgulho e da auto-suficiência e a acolherem, com reconhecimento e gratidão, os dons de Deus.

A primeira leitura mostra como Deus Se preocupa em oferecer aos seus filhos o alimento que dá vida. No “pão cozido sobre pedras quentes” e na “bilha de água” com que Deus retempera as forças do profeta Elias, manifesta-se o Deus da bondade e do amor, cheio de solicitude para com os seus filhos, que anima os seus profetas e lhes dá a força para testemunhar, mesmo nos momentos de dificuldade e de desânimo.

O Evangelho apresenta Jesus como o “pão” vivo que desceu do céu para dar a vida ao mundo. Para que esse “pão” sacie definitivamente a fome de vida que reside no coração de cada homem ou mulher, é preciso “acreditar”, isto é, aderir a Jesus, acolher as suas propostas, aceitar o seu projecto, segui-l’O no “sim” a Deus e no amor aos irmãos.

A segunda leitura mostra-nos as consequências da adesão a Jesus, o “pão” da vida… Quando alguém acolhe Jesus como o “pão” que desceu do céu, torna-se um Homem Novo, que renuncia à vida velha do egoísmo e do pecado e que passa a viver no caridade, a exemplo de Cristo.









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Fontes:
A Caminho
Farol de Luz
Ecclesia



quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A fé derruba as barreiras da nossa vida



A fé age à distância e dá-nos livre acesso ao coração de Deus. É interessante que quando nos deixamos guiar pela fé em Deus, tornamo-nos pessoas fortes interiormente e perseverantes; mesmo no meio dos momentos mais desencontrados da nossa vida, nada nos desanima.

O Senhor tem um projecto para cada um de nós, não podemos esquecer-nos disso nem duvidar; ao contrário, creiamos que Deus é poderoso para concretizar os Seus desígnios a nosso respeito, basta confiarmos e a graça acontece no tempo certo.

“Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres! E desde aquele momento sua filha ficou curada” (Mateus 15,28).

Peçamos hoje ao Senhor a graça de sermos ousados na fé.



Fonte: Canção Nova


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Que nossa vida seja um acto contínuo de ação de graças




Desde a hora em que acordamos, precisamos ter um coração agradecido a Deus, porque o “simples” facto de hoje estarmos vivos, respirando, é um dom de Deus; muitas vezes, só nos damos conta disso quando sentimos falta de ar.

A nossa vida precisa ser um acto de contínuo de louvor e ação de graças: “Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vontade de Deus a vosso respeito em Jesus Cristo” (I Ts 5,18).

Um coração agradecido faz de nós homens e mulheres entusiasmados, mesmo no meio das dificuldades e sofrimentos que surgirão no nosso caminho.

Sejamos como as crianças que são capazes de se alegrar e se entreter com os brinquedos mais simples.




Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sugestão de leitura: «A Fé em Família»

A FÉ EM FAMÍLIA



Tanto ao nível da educação como da vida familiar em geral, não existem receitas. Quando queremos desmontar um motor ou cozinhar lasanha, basta que respeitemos escrupulosamente os passos a seguir e, desde que não nos atrapalhemos demasiado com a chave-inglesa ou com os tachos e as panelas, habitualmente chegamos ao resultado esperado.

É tudo muito diferente quando se trata de ajudar um filho a crescer: não existe método infalível nem resposta pré-fabricada. São os pais que, ao longo dos dias, como que às apalpadelas, devem ir procurando aquilo que permitirá a cada filho tornar-se um adulto confiante e feliz. Este livro não pretende, portanto, indicar o caminho a seguir. Mas oferece referências, elementos de reflexão e conselhos concretos, abordando com simplicidade um grande número de questões que preocupam as famílias cristãs. Tanto o índice geral detalhado como o índice temático permitem que esta obra seja utilizada como guia de consulta, disponível a qualquer momento.






Clique AQUI para adquirir o livro.




domingo, 2 de agosto de 2009

Actividades desta semana



Pois é! Em pleno mês de férias, a Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede não pára e irá ter uma semana cheia de actividades.

Esta semana, teremos as seguintes actividades:


Quinta-feira (6 de Agosto) - 21h
Encontro de Reflexão no Salão Paroquial


Sábado (8 de Agosto) - 15h
Distribuição domiciliária dos alimentos do Banco Alimentar


Domingo (9 de Agosto) - 11h
Animação de um Baptizado na Igreja de Alferrarede



Contamos com a tua presença!!



sábado, 1 de agosto de 2009

Liturgia do XVIII Domingo do Tempo Comum, 02.08.2009





18º Domingo do Tempo Comum - ANO B
2 de Agosto de 2009




A liturgia do 18º Domingo do Tempo Comum repete, no essencial, a mensagem das leituras do passado domingo. Assegura-nos que Deus está empenhado em oferecer ao seu Povo o alimento que dá a vida eterna e definitiva.

A primeira leitura dá-nos conta da preocupação de Deus em oferecer ao seu Povo, com solicitude e amor, o alimento que dá vida. A acção de Deus não vai, apenas, no sentido de satisfazer a fome física do seu Povo; mas pretende também (e principalmente) ajudar o Povo a crescer, a amadurecer, a superar mentalidadesestreitas e egoístas, a sair do seu fechamento e a tomar consciência de outros valores.

No Evangelho, Jesus apresenta-Se como o “pão” da vida que desceu do céu para dar vida ao mundo. Aos que O seguem, Jesus pede que aceitem esse “pão” – isto é, que escutem as palavras que Ele diz, que as acolham no seu coração, que aceitem os seus valores, que adiram à sua proposta.

A segunda leitura diz-nos que a adesão a Jesus implica o deixar de ser homem velho e o passar a ser homem novo. Aquele que aceita Jesus como o “pão” que dá vida e adere a Ele, passa a ser uma outra pessoa. O encontro com Cristo deve significar, para qualquer homem, uma mudança radical, um jeito completamente diferente de se situar face a Deus, face aos irmãos, face a si próprio e face ao mundo.

Para ver a Leituras do XVIII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do XVIII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver uma reflexão sobre o Evangelho do XVIII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Fontes:

A Caminho

Ecclesia

Farol de Luz