terça-feira, 27 de abril de 2010

Fátima Jovem 2010


"UMA DIRECTA COM MARIA"






A Peregrinação Nacional dos Jovens ou Fátima Jovem irá realizar-se nos dias 01 e 02 de Maio, sob o título «Uma directa com Maria».

Terá início, às 15h30m de sábado, com um concerto pela Banda Jota e, à noite, depois do terço e da procissão de velas, decorrerá nos espaços do Centro Paulo VI com uma proposta alargada de iniciativas: a vigília decorrerá em três momentos, intercalados com um concerto de oração, espaço permanente de cinefórum e uma Capela aberta para a Reconciliação Sacramental ou simplesmente encontro dos jovens com sacerdotes disponíveis para o diálogo.

Um espaço Lounge com música ambiente e serviço de alimentação também estará aberto toda a noite.

De madrugada, será a visita à Capelinha das Aparições com um momento de oração original, intitulado «Feliz dia da Mãe, Maria».

Termina a Peregrinação com a Eucaristia na Basílica, junto do túmulo dos Pastorinhos, às seis da manhã.

Desta forma conclui-se uma «Directa com Maria».




Quem estiver interessado em ir ao Fátima Jovem terá de dizer ao TóZé ou à Dora até 5ª feira, para organizarmos o transporte.

Irá ser uma experiência muito diferente do habitual... um convite à reflexão interior com Maria, nossa Mãe. Atreveste-te?



domingo, 25 de abril de 2010

Missão e Vocações




Ser cristão é ser missionário; se o cristão não é missionário, é porque está a faltar à sua vocação. Quem quer ser baptizado é porque quer seguir Jesus Cristo, ser testemunha d’ Ele, ser missionário. Quem quer ser crismado é por que decidiu ser missionário mais empenhado na sua vida quotidiana. Ser crismado para ser padrinho é para prestar uma ajuda nos primeiros passos do compromisso cristão dos afilhados e a sua vida possa servir de modelo aos afilhados. Porque se um padrinho não cuida de viver a sério a sua vida cristã, não pode ajudar nem servir de exemplo ao afilhado.

A vocação baptismal é missionária.

É nesta vocação primeira que assentam as vocações de serviço e consagração, tão necessárias no mundo e na Igreja.

Numa sociedade que preza tanto o ter, em que parece campear a aspiração sempre renovada do bem-estar e conforto, que tão frequentemente se deixa fascinar pelo luxo, em contraste directo com gritantes misérias, o desenvolvimento, a partilha e a solidariedade, são desafios para todos.

As tarefas da Igreja e na Igreja são múltiplas: do ministério aos serviços simples e escondidos e aos trabalhos que exigem cultura, junto de pessoas em diversas condições; mas sempre próximos das pessoas. Por isso, o Espírito tem suscitado muitas iniciativas para responder aos vários apelos e necessidades dos tempos e lugares; e o primeiro meio e caminho mais eficaz na missão é o testemunho de vida. E uma exigência do testemunho passa pelas vocações de consagração, nomeadamente, a sacerdotal para a proclamação do anúncio da Salvação de Cristo Jesus que há-de ser sentido, como disse Pedro: “Não podemos deixar de falar”, para lançar a semente da Verdade e do Bem, envolvendo a escuta da Palavra de Deus com meditação e oração.

A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos”. Este apelo é para todos os que neste problema estão implicados – e é afinal todo o Povo de Deus – a dedicarem toda a boa vontade ao campo das vocações: pela oração insistente, pelo exemplo, sobretudo da parte dos já escolhidos, e nas famílias e escolas.

A vós jovens se propõe que definam um ideal, amai a vida e dai-lhe uma finalidade nobre. Deveis, por isso, falar muito a Deus dos homens para depois poderdes falar aos homens de Deus. Digo-vos: “há três ‘muitos’ que recompensam outros três: muito estudo, muita ciência; muita reflexão, muita sabedoria; muita virtude, muita paz”.

Cristo Ressuscitado também nos chama, dizendo-nos: “Sereis minhas testemunhas!”; e olhai para tantos que nos precederam com o seu exemplo. Coragem!


Fonte: Farol de Luz

sábado, 24 de abril de 2010

Liturgia do IV Domingo da Páscoa, 25.04.2010




4º DOMINGO DA PÁSCOA - ANO C
25 de Abril de 2010


O 4º Domingo do Tempo Pascal é considerado o “Domingo do Bom Pastor”, pois todos os anos a liturgia propõe um trecho do capítulo 10 do Evangelho segundo João, no qual Jesus é apresentado como Bom Pastor. É, portanto, este o tema central que a Palavra de Deus hoje nos propõe.

O Evangelho apresenta Cristo como o Bom Pastor, cuja missão é trazer a vida plena às ovelhas do seu rebanho; as ovelhas, por sua vez, são convidadas a escutar o Pastor, a acolher a sua proposta e a segui-l’O. É dessa forma que encontrarão a vida em plenitude.

A primeira leitura propõe-nos duas atitudes diferentes diante da proposta que o Pastor (Cristo) nos apresenta. De um lado, estão essas “ovelhas” cheias de auto-suficiência, satisfeitas e comodamente instaladas nas suas certezas; de outro, estão outras ovelhas, permanentemente atentas à voz do Pastor, que estão dispostas a arriscar segui-l’O até às pastagens da vida abundante. É esta última atitude que nos é proposta.

A segunda leitura apresenta a meta final do rebanho que seguiu Jesus, o Bom Pastor: a vida total, de felicidade sem fim.





Para ver as Leituras do IV Domingo do Tempo Pascal, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do IV Domingo do Tempo Pascal, clique AQUI.

Para ver a Reflexão sobre o Evangelho do IV Domingo do Tempo Pascal, clique AQUI.



Fontes:
A Caminho
Ecclesia
Eucaristia Dominical
Farol de Luz


quarta-feira, 21 de abril de 2010

Um Papa que viaja



Desde a sua eleição, Bento XVI efectuou 13 viagens fora da Itália: Alemanha (duas vezes), Polónia, Espanha, Turquia, Brasil, Áustria, EUA, Austrália, França, Camarões, Angola, Jordânia, Israel, Territórios Palestinos e República Checa foram os locais que já receberam uma visita papal, desde 2005.

Para 2010, estão confirmadas viagens a Malta, Portugal, Chipre, Reino Unido e Espanha.


2009

República Checa (26 a 28 de Setembro)

Terra Santa: Jordânia, Israel e Territórios Palestinos (8 a15 de Maio)

Camarões e Angola (17 a 23 de Março)

2008

França – 150.° aniversário das Aparições de Lourdes (12 a 15 de Setembro)

Austrália (Sidney) - XXIII Jornada Mundial da Juventude (12 a 21 de Julho)

Estados Unidos da América e Organização das Nações Unidas (15 a 21 de Abril)

2007

Áustria – 850.° aniversário da fundação do Santuário de Mariazell (7 a 9 de Setembro)

Brasil - V Conferência Geral do Episcopado da América Latina e Caraíbas (9 a14 de Maio)

2006

Turquia (28 de Novembro a 1 de Dezembro)

Alemanha (Munique, Altötting e Ratisbona) - (9 a 14 de Setembro)

Espanha (Valência) - V Encontro Mundial das Famílias (8 e 9 de Julho)

Polónia (25 a 28 de Maio)

2005

Alemanha (Colónia) – Jornada Mundial da Juventude (18 a 21 de Agosto)

Realizou ainda várias viagens na Itália: Brescia e Concesio (2009); Viterbo e Bagnoregio (2009); San Giovanni Rotondo (2009); Cassino e Montecassino (2009); região dos Abruzos, atingida pelo terramoto de 2009; Pompeia (2008); Cagliari (2008); Santa Maria di Leuca e Brindisi (2008); Savona e Génova (2008); Nápoles (2007); Velletri (2007); Loreto (2007); Assis (2007); Vigevano e Pavia (2007); Verona (2006); Santuário de Manoppello (2006) e Bari (2005).


Fonte: Ecclesia


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Oração para esta semana




Senhor Deus, há tantas coisas à minha volta e dentro de mim, tantas coisas que enchem a minha vida. Mas agora, Senhor, neste momento e nos próximos dias, quero ficar só contigo. Fica comigo Senhor! Eu sei que Tu estás sempre comigo, mas é muito fácil esquecer-me; por isso Te digo outra vez: fica comigo Senhor!



Senhor, Tu sabes que sempre Te amei,
e continuo a amar-Te;
Tu sabes que Te amo.
Apesar de que me custa descobrir-Te entre as pessoas,
apesar de ser lerdo em ver-Te vestido de pobre,
Tu sabes que Te amo.
Apesar das minhas dúvidas de fé,
da minha esperança vacilante,
e do meu amor possessivo,
Tu sabes que Te amo.
Eu Te amo, Senhor,
porque Tu me amaste primeiro, porque sempre confias
nas possibilidades que tenho a fim de ser, junto a Ti,
aqui no meu posto,
servidor fraterno.


Fonte: Farol de Luz


domingo, 18 de abril de 2010

18-25 ABRIL | 47ª Semana das Vocações


Começa este Domingo a 47.ª Semana das Vocações da Igreja Católica, numa época em que ela se confronta com um reduzido número de ordenações sacerdotais e com a diminuição das consagrações religiosas.

Até 25 de Abril – Dia Mundial de Oração pelas Vocações – as paróquias e instituições eclesiais vão realizar iniciativas e celebrações baseadas num guião preparado pelo Secretariado Diocesano da Pastoral Juvenil e Vocacional de Portalegre e Castelo Branco.

O tema escolhido para este ano – “O testemunho suscita vocações” – baseia-se nos relatos de vivências de padres e consagrados para convidar os fiéis, sobretudo os jovens, a pensarem na possibilidade de dedicarem totalmente a sua vida a Deus.

Para o presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios, que organiza as actividades desta Semana, Jesus é o autor do chamamento (palavra que traduz o termo “vocação”) e é ele que oferece “o belo testemunho de uma vida dada a cumprir o projecto do Pai por amor da Humanidade”.

“Já Paulo VI afirmava que o mundo de hoje precisa mais de testemunhas do que de mestres e, se agradece e admira os mestres é porque eles testemunham com a vida a verdade do que ensinam”, recorda D. António Francisco dos Santos.

Na mensagem para a Semana das Vocações, o bispo de Aveiro sublinha que “a história pessoal da vocação e a vida cristã das comunidades dizem-nos que é essencial o testemunho dos sacerdotes e dos consagrados (as) no despertar da vocação e na fidelidade e generosidade dos chamados”.

Além da coerência entre actos e palavras dos padres e religiosos, o prelado diz que a Igreja responde ao “reduzido número das ordenações sacerdotais e de diminuição das consagrações religiosas” com a “esperança”, o “acolhimento” das famílias e o “ambiente” das comunidades e organismos eclesiais.


“Olha bem à tua volta, há mais gente como tu”

A Comissão Episcopal Vocações e Ministérios está consciente da importância das redes sociais da Internet no estilo de vida dos jovens e nas suas relações, pelo que este ano decidiu reforçar a sua presença no “Myspace” a fazer uma “grande aposta” no “Facebook”.

A expressão “Olha bem à tua volta, há mais gente como tu”, associada a esta Semana, quer estimular os jovens a estabelecer contacto naqueles sites com outras pessoas que já responderam afirmativamente ao chamamento a uma vida consagrada ou que consideram essa hipótese.

Com aquelas plataformas, os utilizadores podem escrever comentários, descarregar orações, visionar vídeos e carregar fotos, interagindo com testemunhos de padres e religiosos através de formas alternativas à narrativa oral.

As redes sociais permitem ainda afastar a ideia de solidão que pode ser inerente à inquietação vocacional, realçando o facto de o chamamento à vida religiosa se tratar de uma opção tomada por muitas pessoas que já assumiram esse compromisso ou que também se interrogam sobre ele.


Subsídios para a Semana das Vocações

Mensagem de Bento XVI
Mensagem do presidente da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios, D. António Francisco dos Santos
Oração
Proposta de reflexão para os sacerdotes
Comunicado de imprensa da Comissão Episcopal Vocações e Ministérios



Fonte: Ecclesia

Homilia no III Domingo de Páscoa C 2010


1. Nem à terceira é de vez! Pedro e outros apóstolos, voltam ao tempo «antes de Cristo», e retomam a pesca, a actividade de antigamente! Como se três anos de caminho e de amizade com Cristo, fossem por água abaixo, numa desilusão dolorosa, e sem remédio! Apesar das aparições do Ressuscitado, uma e outra vez, não é, de facto, à primeira que estes amigos de Jesus vencem o medo e se convencem da presença viva do Senhor! Mas Jesus volta, para reanimar a confiança dos discípulos, para os confirmar na fé, para os fazer voltar ao primeiro amor! No sinal da abundância de peixes, perceberam mais uma vez, que, sem Jesus, nada podiam fazer. Mas com Ele, é sempre possível recomeçar! Aprendamos também nós hoje, esta lição do amor divino, que cura as nossas feridas, refaz o tecido dos nossos afectos e nos reconcilia com a nossa própria miséria! Mas, para isso, fixemo-nos, no diálogo entre Jesus e Pedro, no final de mais uma refeição (cf.Jo.21.15-23)!

2. Nesse diálogo, o evangelista revela um jogo de palavras muito significativo, à volta do verbo amar. Atentos ao texto e ao rigor das palavras, reparamos que Jesus pergunta a Pedro, pela primeira vez: "Simão... tu amas-Me, com um amor total e incondicionado”? Antes da experiência da traição o Apóstolo teria certamente respondido: "Amo-Te incondicionalmente". Agora, que conheceu a amarga tristeza da infidelidade, o drama da própria debilidade, diz apenas: "Senhor... tu sabes que sou deveras teu amigo, isto é, "amo-te com o meu pobre amor humano"! Cristo insiste: "Simão, tu amas-Me, com este amor total, que Eu quero de ti?" E Pedro repete a resposta, do seu humilde amor humano: "Senhor, tu sabes que eu sou deveras teu amigo". Pela terceira vez Jesus pergunta a Simão: "tu amas-me, com esse amor de amigo?" Simão compreende que, para Jesus, é suficiente o seu pobre amor humano, o único de que é capaz, e contudo sente-se entristecido, porque o Senhor teve que lhe falar daquele modo. Por isso, responde: "Senhor, Tu sabes tudo; Tu bem sabes que eu sou deveras teu amigo!"

3. É caso para dizer que Jesus se adaptou a Pedro, e não Pedro a Jesus! É precisamente esta adaptação, esta condescendência divina de Jesus que dá esperança a Pedro, que então conhecera o sofrimento da infidelidade. Surge daqui a confiança, que o torna capaz do seguimento até ao fim! De facto, irmãos caríssimos, o amor de Cristo por Pedro não teve limites. Jesus não disse: «Pedro tens de mudar e converteres-te noutro homem, para que eu possa voltar a amar-te”. Não. Bem pelo contrário, disse-lhe: «Tu és Pedro e eu amo-Te; será o meu amor por Ti a fazer de ti um homem novo».

4. A partir daquele dia, Pedro "seguiu" o Mestre, com a clara consciência da sua fragilidade; mas esta consciência não o desencorajou! De facto, ele sabia que podia contar com a presença do Ressuscitado. Pedro alcançou assiom a confiança naquele Jesus, que se adaptou à sua pobre capacidade de amor. Para Pedro foi um longo caminho que fez dele uma testemunha de confiança, e "pedra" da Igreja. Ouvíamo-lo já na primeira leitura: com que ousadia e desassombro anunciava a ressurreição!

5. Neste Domingo, e à luz destas reflexões, sugeria duas aplicações muito concretas:

Primeira: Estamos no início da Semana das Vocações! Recordamos então “a amizade com Cristo, como elemento fundamental e comprovado de toda a vocação ao sacerdócio e à vida consagrada(Bento XVI, Mensagem para o 47º Dia Mundial de Oração pelas Vocações). Jesus não escolhe, para O seguir e servir, pessoas impecáveis ou infalíveis! Escolhe gente como tu, escolhe gente como nós! Enquanto o amor humano anda a reboque das perfeições que o amado tem, o amor de Cristo, pelo contrário, (re) concilia-se com todas as nossas imperfeições e fraquezas! Sabemos que Jesus se adapta a esta nossa debilidade. Nós seguimo-lO, com a nossa capacidade de amor e sabemos que Jesus é bom e nos aceita, como somos!

Segunda: Estamos a poucos dias da Visita do Papa a Portugal. O Papa é o sucessor de Pedro e excerce na Igreja o primado do amor! “Há quem venha ter comigo para dizer que ainda não se habituou a este Papa; que o Papa da sua vida era João Paulo II e que, deste, não gosta. Quando tento perceber porquê, os argumentos são dos mais variados: porque este é alemão, porque o outro era mais simpático... Tinha olhos azuis e este não é tão bonito. Enfim, invocam-se, gostos pessoais e simpatias, como se isso bastasse para avaliar um pontificado. Muitos católicos permanecem entrincheirados no seu sentimentalismo e nem sequer fazem um esforço para conhecer o actual Papa, para se interessar pelo que ele diz ou escreve. Em última análise, trata-se de uma fuga à realidade, que não serve para nada, nem ajuda a viver os desafios do tempo presente. Há já cinco anos que Bento XVI é Papa e está prestes agora a dedicar quatro dias do seu pontificado a Portugal. Será que o merecemos” (Aura Miguel, Rádio Renascença, página 1)?

Sim. O Papa vem até nós, numa fase delicada, e particularmente difícil, do seu ministério pastoral, com muitas feridas abertas, no Corpo da Igreja! Vem como Pedro, "testemunha dos padecimentos de Cristo" (1 Pd 5, 1) e da sua Ressurreição. Vamos ao seu encontro, de braços abertos, acolhendo a sua grande sabedoria, num Ano de Missão. Digamos-lhe, de coração aberto: Querido Papa Bento XVI, não te canses! Não desanimes! Estamos conTigo e Contigo caminhamos na Esperança!


Fonte: ABC da Catequese


sábado, 17 de abril de 2010

Liturgia da Eucaristia do III Domingo do Tempo Pascal - 18.04.2010




3º DOMINGO DO TEMPO PASCAL - ANO C
18 de Abril de 2010


A liturgia deste 3º Domingo do Tempo Pascal recorda-nos que a comunidade cristã tem por missão testemunhar e concretizar o projecto libertador que Jesus iniciou; e que Jesus, vivo e ressuscitado, acompanhará sempre a sua Igreja em missão, vivificando-a com a sua presença e orientando-a com a sua Palavra.

A primeira leitura apresenta-nos o testemunho que a comunidade de Jerusalém dá de Jesus ressuscitado. Embora o mundo se oponha ao projecto libertador de Jesus testemunhado pelos discípulos, o cristão deve antes obedecer a Deus do que aos homens.

A segunda leitura apresenta Jesus, o “cordeiro” imolado que venceu a morte e que trouxe aos homens a libertação definitiva; em contexto litúrgico, o autor põe a criação inteira a manifestar diante do “cordeiro” vitorioso a sua alegria e o seu louvor.

O Evangelho apresenta os discípulos em missão, continuando o projecto libertador de Jesus; mas avisa que a acção dos discípulos só será coroada de êxito se eles souberem reconhecer o Ressuscitado junto deles e se deixarem guiar pela sua Palavra.





Para ver as Leituras do III Domingo do Tempo Pascal, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do III Domingo do Tempo Pascal, clique AQUI.

Para ver a Reflexão sobre o Evangelho do III Domingo do Tempo Pascal, clique AQUI.




Fontes:
A Caminho
Ecclesia
Eucaristia Dominical
Farol de Luz



quarta-feira, 14 de abril de 2010

domingo, 11 de abril de 2010

Jornal "Somos Grito" | Número 24 | Abril 2010

Saiu hoje mais uma edição do Jornal "Somos Grito", o folhetim trimestral da Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede (Abrantes).
É uma edição com textos de reflexão de acordo com a época em que nos encontramos - o Tempo Pascal - e onde temos algumas notícias sobre as actividades que temos feito nos últimos meses.
Boas leituras!


sábado, 10 de abril de 2010

Liturgia do II Domingo do Tempo Pascal, 11.04.2010




2º DOMINGO DO TEMPO PASCAL - ANO C
11 de Abril de 2010

A liturgia deste domingo põe em relevo o papel da comunidade cristã como espaço privilegiado de encontro com Jesus ressuscitado.

O Evangelho sublinha a ideia de que Jesus vivo e ressuscitado é o centro da comunidade cristã; é à volta d’Ele que a comunidade se estrutura e é d’Ele que ela recebe a vida que a anima e que lhe permite enfrentar as dificuldades e as perseguições. Por outro lado, é na vida da comunidade (na sua liturgia, no seu amor, no seu testemunho) que os homens encontram as provas de que Jesus está vivo.

A segunda leitura insiste no motivo da centralidade de Jesus como referência fundamental da comunidade cristã: apresenta-O a caminhar lado a lado com a sua Igreja nos caminhos da história e sugere que é n’Ele que a comunidade encontra a força para caminhar e para vencer as forças que se opõem à vida nova de Deus.

A primeira leitura sugere que a comunidade cristã continua no mundo a missão salvadora e libertadora de Jesus; e quando ela é capaz de o fazer, está a dar testemunho desse Cristo vivo que continua a apresentar uma proposta de redenção para os homens.





Para ver as Leituras do II Domingo do Tempo Pascal, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do II Domingo do Tempo Pascal, clique AQUI.

Para ver a Reflexão sobre o Evangelho do II Domingo do Tempo Pascal, clique AQUI.



Fontes:
A Caminho
Ecclesia
Eucaristia Dominical
Farol de Luz

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Fátima Jovem 2010 | "Uma directa com Maria"




A Peregrinação Nacional dos Jovens ou Fátima Jovem irá realizar-se nos dias 01 e 02 de Maio, sob o título «Uma directa com Maria».

Terá início, às 15h30m, com um concerto pela Banda Jota e, à noite, depois do terço e da procissão de velas, decorrerá nos espaços do Centro Paulo VI com uma proposta alargada de iniciativas: a vigília decorrerá em três momentos, intercalados com um concerto de oração, espaço permanente de cinefórum e uma Capela aberta para a Reconciliação Sacramental ou simplesmente encontro dos jovens com sacerdotes disponíveis para o diálogo.

Um espaço Lounge com música ambiente e serviço de alimentação também estará aberto toda a noite.

De madrugada, será a visita à Capelinha das Aparições com um momento de oração original, intitulado «Feliz dia da Mãe, Maria».

Termina a Peregrinação com a Eucaristia na Basílica, junto do túmulo dos Pastorinhos, às seis da manhã.

Desta forma conclui-se uma «Directa com Maria».


Fonte: DNPJ

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Fotos do XIII Acantonamento na Beirã

Entre os dias 26 e 30 de Março decorreu na Beirã o XIII Acantonamento JMV, onde participaram alguns jovens da Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede.

Clique na foto abaixo para ver o álbum com as fotos deste encontro.


XIII Acantonamento na Beirã (2010)



Agradecimento: Marco Ferreira



segunda-feira, 5 de abril de 2010

Fotos Via Sacra 2010


Na noite de 31 de Março decorreu na nossa Paróquia a tradicional Via Sacra pelas ruas. Como já é habitual, a Juventude Mariana Vicentina ajudou a reviver os momentos de Cristo até ao Calvário através de quadros vivos de cada uma das estações que compõem a Via Sacra.

Clique abaixo para ver o álbum com todas as fotos.




domingo, 4 de abril de 2010

Páscoa Feliz




Os ovos partem-se, os coelhos fogem...
Mas a tua fé permanece!


Vamos celebrar a alegria de Cristo Ressuscitado!
ALELUIA!!



A Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede deseja a todos uma Santa Páscoa.



Liturgia da Solenidade da Páscoa da Ressurreição do Senhor, 04.04.2010




SOLENIDADE DA PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DO SENHOR - ANO C
4 de Abril de 2010



A liturgia deste domingo celebra a ressurreição e garante-nos que a vida em plenitude resulta de uma existência feita dom e serviço em favor dos irmãos. A ressurreição de Cristo é o exemplo concreto que confirma tudo isto.

A primeira leitura apresenta o exemplo de Cristo que “passou pelo mundo fazendo o bem” e que, por amor, Se deu até à morte; por isso, Deus ressuscitou-O. Os discípulos, testemunhas desta dinâmica, devem anunciar este “caminho” a todos os homens.

O Evangelho coloca-nos diante de duas atitudes face à ressurreição: a do discípulo obstinado, que se recusa a aceitá-la porque, na sua lógica, o amor total e a doação da vida não podem nunca ser geradores de vida nova; e o discípulo ideal, que ama Jesus e que, por isso, entende o seu caminho e a sua proposta – a esse não o escandaliza nem o espanta que da cruz tenha nascido a vida plena, a vida verdadeira.

A segunda leitura convida os cristãos, revestidos de Cristo pelo Baptismo, a continuarem a sua caminhada de vida nova, até à transformação plena que acontecerá quando, pela morte, tivermos ultrapassado a última fronteira da nossa finitude.









Para ler as Leituras da Solenidade da Páscoa da Ressurreição do Senhor, clique AQUI.

Para ler o Evangelho da Solenidade da Páscoa da Ressurreição do Senhor, clique AQUI.


Fontes:
A Caminho
Ecclesia
Eucaristia Dominical
Farol de Luz

sábado, 3 de abril de 2010

Vigília Pascal: símbolos e significado





Celebração central do calendário litúrgico é a mais importante na Igreja Católica


Na noite, em que Jesus Cristo passou da morte à vida, a Igreja convida os seus filhos a reunirem-se em vigília e oração. Na verdade, a Vigília pascal foi sempre considerada a mãe de todas a vigílias e o coração do Ano litúrgico. A sensibilidade popular poderia pensar que a grande noite fosse a noite de Natal, mas a teologia e a liturgia da Igreja adverte que é a noite da Páscoa, «na qual a Igreja espera em vigília a Ressurreição de Cristo e a celebra nos sacramentos» (Normas gerais sobre o Ano litúrgico, 20). No texto do Precónio pascal, chamado o hino “Exsultet” e que se canta nesta celebração, diz-se que esta noite é «bendita», porque é a «única a ter conhecimento do tempo e da hora em que Cristo ressuscitou do sepulcro! Esta é a noite, da qual está escrito: a noite brilha como o dia e a escuridão é clara como a luz». Por isso, desde o início a Igreja celebrou a Páscoa anual, solenidade das solenidades, com um vigília nocturna.

A celebração da Vigília pascal articula-se em quatro partes: 1) a liturgia da luz ou “lucernário”; 2) a liturgia da Palavra; 3) a liturgia baptismal; 4) a liturgia eucarística.

1) A liturgia da luz consiste na bênção do fogo, na preparação do círio e na proclamação do precónio pascal. O lume novo e o círio pascal simbolizam a luz da Páscoa, que é Cristo, luz do mundo. O texto do precónio evidencia-o quando afirma que «a luz de Cristo (...) dissipa as trevas de todo o mundo» e convida a «celebrar o esplendor admirável desta luz (...) na noite ditosa, em que o céu se une à terra, em que o homem se encontra com Deus!».

2) A liturgia da Palavra propõe sete leituras do Antigo Testamento, que recordam as maravilhas de Deus na história da salvação e duas do Novo Testamento, ou seja, o anúncio da Ressurreição segundo os três Evangelhos sinópticos, e a leitura apostólica sobre o Baptismo cristão como sacramento da Páscoa de Cristo. Assim, a Igreja, «começando por Moisés e seguindo pelos Profetas» (Lc 24,27), interpreta o mistério pascal de Cristo. Toda a escuta da Palavra é feita à luz do acontecimento-Cristo, simbolizado no círio colocado no candelabro junto ao Ambão ou perto do Altar.

3) A liturgia baptismal é parte integrante da celebração. Quando não há Baptismo, faz-se a bênção da fonte baptismal e a renovação das promessas do Baptismo. Do programa ritual consta, ainda, o canto da ladainha dos santos, a bênção da água, a aspersão de toda a assembleia com a água benta e a oração universal. A Igreja antiga baptizava os catecúmenos nesta noite e hoje permanece a liturgia baptismal, mesmo sem a celebração do Baptismo.

4) A liturgia eucaristica é o momento culminante da Vigília, qual sacramento pleno da Páscoa, isto é, a memória do sacrifício da Cruz, a presença de Cristo Ressuscitado, o ápice da Iniciação cristã e o antegozo da Páscoa eterna.

Estes quatro momentos celebrativos têm como fio condutor a unidade do plano de salvação de Deus em favor dos homens, que se realiza plenamente na Páscoa de Cristo por nós. Por consequência, a Ressurreição de Cristo é o fundamento da fé e da esperança da Igreja.

Gostaria de destacar dois elementos expressivos desta solene vigília: a luz e a água.

A Vigília na noite santa abre com a liturgia da luz, evocando a ressurreição de Cristo e a peregrinação de Israel guiado pela coluna de fogo. A liturgia salienta a potência da luz, como o símbolo de Cristo Ressuscitado, no círio pascal e nas velas que se acendem do mesmo, na iluminação progressiva das luzes da igreja, ao acender das velas do altar e com as velas acesas na mão para a renovação das promessas baptismais. O símbolo mais iluminador é o círio, que deve ser de cera, novo cada ano e relativamente grande, para poder evocar que Cristo é a luz dos povos. Ao acender o círio pascal do lume novo, o sacerdote diz: «A luz de Cristo gloriosamente ressuscitado nos dissipe as trevas do coração e do espírito» e depois apresenta o círio como «lumen Christi=a luz de Cristo». Quando alguém nasce, costuma-se dizer que «veio à luz» ou que «a mãe deu à luz». Podemos, por isso dizer que a Igreja veio à luz na Páscoa de Cristo. De facto, toda a vida da Igreja encontra a sua fonte no mistério da Páscoa de Cristo.


A água na liturgia é, igualmente, um símbolo muito significativo. «A água é rica de mistério» (R. Guardini). Ela é simples, pura, limpa e desinteressada. Símbolo perfeito da vida, que Deus preparou, ao longos dos tempos, para manifestar melhor o sentido do Baptismo. A oração da bênção da água faz memória da acção salvífica de Deus na história através da água. Com efeito, a água é benzida, para que o homem, criado à imagem e semelhança de Deus, «no sacramento do Baptismo seja purificado das velhas impurezas e ressuscite homem novo pela água e pelo Espírito Santo». Na tradição eclesial, a fonte baptismal é comparada ao seio materno e a Igreja à mãe que dá à luz.


O simbolismo fundamental da celebração litúrgica da Vigília é o de ser uma “noite clara”, ou melhor «a noite que brilha como o dia e a escuridão é clara como a luz». Esta noite inaugura o “Hodie=Hoje” da liturgia, como se tratasse de um único dia de festa sem ocaso (o dia da celebração festiva da Igreja que se prolonga pela oitava pascal e pelos cinquenta dias do Tempo pascal), no qual se diz «eis o dia que fez o Senhor, nele exultemos e nos alegremos» (Sl 118).



Fonte: Agência Ecclesia


sexta-feira, 2 de abril de 2010

A Sabedoria da Cruz




Quem quiser ganhar a sua vida deve saber perdê-la. Quem se agarra à vida acaba por perdê-la. Quando Eu for elevado da terra, atrairei todos a Mim. – Disse Jesus.

A vida, a paixão e a morte de Jesus constituem um modelo de como devemos conduzir a vida e enfrentar as dificuldades inerentes a ela. É realmente espantoso o facto, de Deus, por Jesus, ter assumido a nossa vida mortal e fez-se Deus-connosco. “O Verbo divino fez-se Homem e habitou entre nós”.

Mais espantoso ainda é verificarmos que participou de todas as nossas mazelas: teve fome e sede, chorou de saudades pela morte do amigo, decepcionou-se com a dureza dos corações e com a pouca inteligência dos seus discípulos; mais ainda, angustiou-se diante da morte e entre “clamores e lágrimas dirigiu preces e súplicas” a Deus (Heb. 5,7) para ser libertado. Por causa da sua mensagem e das suas práticas novas que introduziu foi caluniado, perseguido e condenado à morte. Como é que Jesus enfrentou a ameaça de morte? Como é que interpretou a morte violenta, consequência da sua fidelidade a Deus e a sua proposta ? O Evangelho dá-nos uma resposta (Jo. 12,20-36). Ele ajuda-nos a entender a nossa própria vida, o nosso caminhar incontestável para a morte. Jesus não foi poupado ao sofrimento. Então, é pela cruz que se chega à luz. É morrendo que se vive para a Vida eterna.

Ao iniciarmos a Semana Santa meditemos na Paixão e morte em Jesus e em nós. A Paixão de Jesus é a maior e mais estupenda obra do Amor divino. É acontecimento salvífico de infinito valor, fonte inesgotável de todos os benefícios que Deus dispensa à humanidade.

Hoje, como noutros tempos, muitos cristãos pensam como Pedro na sua primeira reacção à notícia que Jesus lhes deu sobre a sua paixão e morte (Mt. 16, 21-23). Querem Cristo, sim, mas sem a cruz; querem um Cristo meigo, agradável, irradiando bondade e amor; não toleram vê-lo sofrer a agonia do Getsémani, não suportam vê-lo flagelado e coroado de espinhos, no pretório de Pilatos e, depois, crucificado e morto… e assim se recusam a segui-lo como deveriam, heroicamente, até à efusão do próprio sangue. Não sabem que a paixão de Cristo constitui a parte principal e culminante do “projecto de Deus” para a redenção do homem; ignoram que “a cruz está no centro do cristianismo”; que, sem ela, não pode haver salvação, a qual consiste na comunhão com o Pai; desconhecem que é pelos méritos da paixão e morte do Filho de Deus que nos são dispensadas as riquezas da divina misericórdia que nos abre as portas do Reino dos Céus. (cf. 2Cor. 1,3-7). Toda a nossa glória está na Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Quando eu estiver à altura de compreender melhor o anúncio da paixão de Jesus, longe de me escandalizar, a minha alma inundar-se-á de alegria, de admiração e de gratidão. De alegria, porque o Filho de Deus, pelos méritos da Sua morte, me dará a Vida eterna; de admiração porque, olhando para o crucificado, serei levado a exclamar maravilhado: “Deus morre crucificado por meu amor”; e de gratidão porque, com o Seu Sangue, purifica a minha alma e me torna digno de contemplar a face de Deus. Contemplando Cristo crucificado, oiçamo-l’O dizer: Morri por ti, vem e segue-me!

Fonte:
Farol de Luz