domingo, 11 de dezembro de 2011

Fotos da Celebração de Admissão e Renovação do Compromisso





Fotos da Celebração de Admissão à JMV e de Renovação do Compromisso dos jovens de Alferrarede, que teve lugar na Eucaristia do dia 8 de Dezembro de 2011, dia de Nossa Senhora da Conceição


sábado, 10 de dezembro de 2011

Fotos da Noite de Fados 2011





Fotos da Noite de Fados da Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede realizada em 19 de Novembro de 2011, para angariação de fundos para as actividades solidárias do nosso grupo

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Liturgia do III Domingo do Advento, 11.12.2011




III DOMINGO DO ADVENTO - ANO B
11 de Dezembro de 2011


As leituras do 3º Domingo do Advento garantem-nos que Deus tem um projecto de salvação e de vida plena para propor aos homens e para os fazer passar das “trevas” à “luz”. 

Na primeira leitura, um profeta pós-exílico apresenta-se aos habitantes de Jerusalém com uma “boa nova” de Deus. A missão deste “profeta”, ungido pelo Espírito, é anunciar um tempo novo, de vida plena e de felicidade sem fim, um tempo de salvação que Deus vai oferecer aos “pobres”. 

O Evangelho apresenta-nos João Baptista, a “voz” que prepara os homens para acolher Jesus, a “luz” do mundo. O objectivo de João não é centrar sobre si próprio o foco da atenção pública; ele está apenas interessado em levar os seus interlocutores a acolher e a “conhecer” Jesus, “aquele” que o Pai enviou com uma proposta de vida definitiva e de liberdade plena para os homens. 

Na segunda leitura Paulo explica aos cristãos da comunidade de Tessalónica a atitude que é preciso assumir enquanto se espera o Senhor que vem… Paulo pede-lhes que sejam uma comunidade “santa” e irrepreensível, isto é, que vivam alegres, em atitude de louvor e de adoração, abertos aos dons do Espírito e aos desafios de Deus.



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Para ver as Leituras do III Domingo do Advento, clique AQUI.

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Fontes:
Beneditinos
Dehonianos
SDPL Viseu

domingo, 4 de dezembro de 2011

Recolecção de Advento



RECOLECÇÃO DE ADVENTO

10 de Dezembro | Vila de Rei

Para os jovens dos Arciprestados de Abrantes e Sertã da Diocese de Portalegre e Castelo Branco



sábado, 3 de dezembro de 2011

Liturgia do II Domingo do Advento, 04.12.2011




II DOMINGO DO ADVENTO - ANO B
04 de Dezembro de 2011


A liturgia do segundo domingo de Advento constitui um veemente apelo ao reencontro do homem com Deus, à conversão. Por sua parte, Deus está sempre disposto a oferecer ao homem um mundo novo de liberdade, de justiça e de paz; mas esse mundo só se tornará uma realidade quando o homem aceitar reformar o seu coração, abrindo-o aos valores de Deus.

Na primeira leitura, um profeta anónimo da época do Exílio garante aos exilados a fidelidade de Jahwéh e a sua vontade de conduzir o Povo – através de um caminho fácil e direito – em direcção à terra da liberdade e da paz. Ao Povo, por sua vez, é pedido que dispa os seus hábitos de comodismo, de egoísmo e de auto-suficiência e aceite, outra vez, confrontar-se com os desafios de Deus.

No Evangelho, João Baptista convida os seus contemporâneos (e, claro, os homens de todas as épocas) a acolher o Messias libertador. A missão do Messias – diz João – será oferecer a todos os homens esse Espírito de Deus que gera vida nova e permite ao homem viver numa dinâmica de amor e de liberdade. No entanto, só poderá estar aberto à proposta do Messias quem tiver percorrido um autêntico caminho de conversão, de transformação, de mudança de vida e de mentalidade.

A segunda leitura aponta para a parusia, a segunda vinda de Jesus. Convida-nos à vigilância – isto é, a vivermos dia a dia de acordo com os ensinamentos de Jesus, empenhando-nos na transformação do mundo e na construção do Reino. Se os crentes pautarem a sua vida por esta dinâmica de contínua conversão, encontrarão no final da sua caminhada terrena “os novos céus e a nova terra onde habita a justiça”.




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Fontes:
Beneditinos
Dehonianos
SDPL Viseu

domingo, 27 de novembro de 2011

27 NOVEMBRO | Festa de Nossa Senhora das Graças


Hoje comemoramos o dia da Medalha Milagrosa de Nossa Senhora das Graças, é um poderoso recurso oferecido pela Mãe de Deus a humanidade.

Foi em 1830 que Nossa Senhora apareceu, em Paris, a Santa Catarina Labouré, então jovem religiosa, e lhe ensinou a devoção da Medalha Milagrosa.

“Fazei cunhar uma medalha com este modelo. Todas as pessoas que a usarem receberão grandes graças, trazendo-a ao pescoço. As graças serão abundantes para as pessoas que a usarem com confiança” — prometeu a Santíssima Virgem.

A Medalha Milagrosa não é um objeto mágico, um amuleto. É um sinal espiritual, um rico presente de Nossa Senhora, Mãe de Jesus e nossa Mãe.

Nossa Mãe, medianeira de todas as graças, tem muitas graças para derramar sobre o mundo e sobre cada um de seus Filhos e Filhas e especialmente para aqueles que PEDEM. Estar vivo já é uma graça mas estar vivo em “estado de graça” é viver alinhado com a Vontade de Deus Pai-Mãe.

E o que é graça? A GRAÇA é especial porque ela não está vinculada a merecimento. Graça é graça, e você não precisa ser bom e santo para recebê-la. Ocorre que a Graça está sempre alinhada a VONTADE DIVINA, assim sendo, ela sempre nos conduz a correção em nossas vidas e precisamos aproveitar a oportunidade de correção quando somos banhados pela GRAÇA.





Fonte: Vicentinos no Asfalto

sábado, 26 de novembro de 2011

Liturgia do I Domingo do Advento, 27.11.2011




I DOMINGO DO ADVENTO - ANO B
27 de Novembro 2011


A liturgia do primeiro Domingo do Advento convida-nos a equacionar a nossa caminhada pela história à luz da certeza de que “o Senhor vem”. Apresenta também aos crentes indicações concretas acerca da forma devem viver esse tempo de espera.

A primeira leitura é um apelo dramático a Jahwéh, o Deus que é “pai” e “redentor”, no sentido de vir mais uma vez ao encontro de Israel para o libertar do pecado e para recriar um Povo de coração novo. O profeta não tem dúvidas: a essência de Deus é amor e misericórdia; essas “qualidades” de Deus são a garantia da sua intervenção salvadora em cada passo da caminhada histórica do Povo de Deus.

O Evangelho convida os discípulos a enfrentar a história com coragem, determinação e esperança, animados pela certeza de que “o Senhor vem”. Ensina, ainda, que esse tempo de espera deve ser um tempo de “vigilância” – isto é, um tempo de compromisso activo e efectivo com a construção do Reino.

A segunda leitura mostra como Deus Se faz presente na história e na vida de uma comunidade crente, através dos dons e carismas que gratuitamente derrama sobre o seu Povo. Sugere também aos crentes que se mantenham atentos e vigilantes, a fim de acolherem os dons de Deus.



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Fontes:
Beneditinos
Dehonianos
SDPL Viseu


sábado, 19 de novembro de 2011

Liturgia da Solenidade de Cristo Rei, 20.11.2011




XXXIV DOMINGO DO TEMPO COMUM - Ano A
NOSSO SENHOR JESUS CRISTO, REI DO UNIVERSO
20 de Novembro de 2011


No 34º Domingo do Tempo Comum, celebramos a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo. As leituras deste domingo falam-nos do Reino de Deus (esse Reino de que Jesus é rei). Apresentam-no como uma realidade que Jesus semeou, que os discípulos são chamados a edificar na história (através do amor) e que terá o seu tempo definitivo no mundo que há-de vir.

A primeira leitura utiliza a imagem do Bom Pastor para apresentar Deus e para definir a sua relação com os homens. A imagem sublinha, por um lado, a autoridade de Deus e o seu papel na condução do seu Povo pelos caminhos da história; e sublinha, por outro lado, a preocupação, o carinho, o cuidado, o amor de Deus pelo seu Povo.

O Evangelho apresenta-nos, num quadro dramático, o “rei” Jesus a interpelar os seus discípulo acerca do amor que partilharam com os irmãos, sobretudo com os pobres, os débeis, os desprotegidos. A questão é esta: o egoísmo, o fechamento em si próprio, a indiferença para com o irmão que sofre, não têm lugar no Reino de Deus. Quem insistir em conduzir a sua vida por esses critérios ficará à margem do Reino.

Na segunda leitura, Paulo lembra aos cristãos que o fim último da caminhada do crente é a participação nesse “Reino de Deus” de vida plena, para o qual Cristo nos conduz. Nesse Reino definitivo, Deus manifestar-Se-á em tudo e actuará como Senhor de todas as coisas (vers. 28).



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Fontes:
Beneditinos
Dehonianos
SDPL Viseu