terça-feira, 29 de março de 2011

Dia Jovem [do aluno de Moral] - 5 de Abril 2011





Este ano, e pela primeira vez, a Pastoral Juvenil e Vocacional vai dedicar um dia de actividades para todos os alunos de moral da Diocese.

Será no próximo dia 5 de Abril, e decorrerá em Castelo Branco.





domingo, 27 de março de 2011

JAJ - Montalvo - 02 de Abril de 2011


Prémio no Torneio Desportivo JMV




A Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede participou, nos dias 26 e 27 de Março, no Torneio Desportivo JMV, que se realizou no Catujal.

A equipa ALFA, de Alferrarede, trouxe para casa o prémio de melhor equipamento!!

Parabéns a todos os que participaram neste torneio.





sábado, 26 de março de 2011

Mensagem de Bento XVI para a Quaresma 2011



«Sepultados com Ele no baptismo, foi também com Ele que ressuscitastes»
(cf. Cl 2, 12)


Amados irmãos e irmãs!

A Quaresma, que nos conduz à celebração da Santa Páscoa, é para a Igreja um tempo litúrgico muito precioso e importante, em vista do qual me sinto feliz por dirigir uma palavra específica para que seja vivido com o devido empenho. Enquanto olha para o encontro definitivo com o seu Esposo na Páscoa eterna, a Comunidade eclesial, assídua na oração e na caridade laboriosa, intensifica o seu caminho de purificação no espírito, para haurir com mais abundância do Mistério da redenção a vida nova em Cristo Senhor (cf. Prefácio I de Quaresma).


1. Esta mesma vida já nos foi transmitida no dia do nosso Baptismo, quando, «tendo-nos tornado partícipes da morte e ressurreição de Cristo» iniciou para nós «a aventura jubilosa e exaltante do discípulo» (Homilia na Festa do Baptismo do Senhor, 10 de Janeiro de 2010). São Paulo, nas suas Cartas, insiste repetidas vezes sobre a singular comunhão com o Filho de Deus realizada neste lavacro. O facto que na maioria dos casos o Baptismo se recebe quando somos crianças põe em evidência que se trata de um dom de Deus: ninguém merece a vida eterna com as próprias forças. A misericórdia de Deus, que lava do pecado e permite viver na própria existência «os mesmos sentimentos de Jesus Cristo» (Fl 2, 5), é comunicada gratuitamente ao homem.

O Apóstolo dos gentios, na Carta aos Filipenses, expressa o sentido da transformação que se realiza com a participação na morte e ressurreição de Cristo, indicando a meta: que assim eu possa «conhecê-l’O, a Ele, à força da sua Ressurreição e à comunhão nos Seus sofrimentos, configurando-me à Sua morte, para ver se posso chegar à ressurreição dos mortos» (Fl 3, 10-11). O Baptismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do baptizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo.

Um vínculo particular liga o Baptismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva. Os Padres do Concílio Vaticano II convidaram todos os Pastores da Igreja a utilizar «mais abundantemente os elementos baptismais próprios da liturgia quaresmal» (Const. Sacrosanctum Concilium, 109). De facto, desde sempre a Igreja associa a Vigília Pascal à celebração do Baptismo: neste Sacramento realiza-se aquele grande mistério pelo qual o homem morre para o pecado, é tornado partícipe da vida nova em Cristo Ressuscitado e recebe o mesmo Espírito de Deus que ressuscitou Jesus dos mortos (cf. Rm 8, 11). Este dom gratuito deve ser reavivado sempre em cada um de nós e a Quaresma oferece-nos um percurso análogo ao catecumenato, que para os cristãos da Igreja antiga, assim como também para os catecúmenos de hoje, é uma escola insubstituível de fé e de vida cristã: deveras eles vivem o Baptismo como um acto decisivo para toda a sua existência.


2. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus? Por isso a Igreja, nos textos evangélicos dos domingos de Quaresma, guia-nos para um encontro particularmente intenso com o Senhor, fazendo-nos repercorrer as etapas do caminho da iniciação cristã: para os catecúmenos, na perspectiva de receber o Sacramento do renascimento, para quem é baptizado, em vista de novos e decisivos passos no seguimento de Cristo e na doação total a Ele.

O primeiro domingo do itinerário quaresmal evidencia a nossa condição de homens nesta terra. O combate vitorioso contra as tentações, que dá início à missão de Jesus, é um convite a tomar consciência da própria fragilidade para acolher a Graça que liberta do pecado e infunde nova força em Cristo, caminho, verdade e vida (cf. Ordo Initiationis Christianae Adultorum, n. 25). É uma clara chamada a recordar como a fé cristã implica, a exemplo de Jesus e em união com Ele, uma luta «contra os dominadores deste mundo tenebroso» (Hb 6, 12), no qual o diabo é activo e não se cansa, nem sequer hoje, de tentar o homem que deseja aproximar-se do Senhor: Cristo disso sai vitorioso, para abrir também o nosso coração à esperança e guiar-nos na vitória às seduções do mal.

O Evangelho da Transfiguração do Senhor põe diante dos nossos olhos a glória de Cristo, que antecipa a ressurreição e que anuncia a divinização do homem. A comunidade cristã toma consciência de ser conduzida, como os apóstolos Pedro, Tiago e João, «em particular, a um alto monte» (Mt 17, 1), para acolher de novo em Cristo, como filhos no Filho, o dom da Graça de Deus: «Este é o Meu Filho muito amado: n’Ele pus todo o Meu enlevo. Escutai-O» (v. 5). É o convite a distanciar-se dos boatos da vida quotidiana para se imergir na presença de Deus: Ele quer transmitir-nos, todos os dias, uma Palavra que penetra nas profundezas do nosso espírito, onde discerne o bem e o mal (cf. Hb 4, 12) e reforça a vontade de seguir o Senhor.

O pedido de Jesus à Samaritana: «Dá-Me de beber» (Jo 4, 7), que é proposto na liturgia do terceiro domingo, exprime a paixão de Deus por todos os homens e quer suscitar no nosso coração o desejo do dom da «água a jorrar para a vida eterna» (v. 14): é o dom do espírito Santo, que faz dos cristãos «verdadeiros adoradores» capazes de rezar ao Pai «em espírito e verdade» (v. 23). Só esta água pode extinguir a nossa sede do bem, da verdade e da beleza! Só esta água, que nos foi doada pelo Filho, irriga os desertos da alma inquieta e insatisfeita, «enquanto não repousar em Deus», segundo as célebres palavras de Santo Agostinho.

O domingo do cego de nascença apresenta Cristo como luz do mundo. O Evangelho interpela cada um de nós: «Tu crês no Filho do Homem?». «Creio, Senhor» (Jo 9, 35.38), afirma com alegria o cego de nascença, fazendo-se voz de todos os crentes. O milagre da cura é o sinal que Cristo, juntamente com a vista, quer abrir o nosso olhar interior, para que a nossa fé se torne cada vez mais profunda e possamos reconhecer n’Ele o nosso único Salvador. Ele ilumina todas as obscuridades da vida e leva o homem a viver como «filho da luz».

Quando, no quinto domingo, nos é proclamada a ressurreição de Lázaro, somos postos diante do último mistério da nossa existência: «Eu sou a ressurreição e a vida... Crês tu isto?» (Jo 11, 25-26). Para a comunidade cristã é o momento de depor com sinceridade, juntamente com Marta, toda a esperança em Jesus de Nazaré: «Sim, Senhor, creio que Tu és o Cristo, o Filho de Deus, que havia de vir ao mundo» (v. 27). A comunhão com Cristo nesta vida prepara-nos para superar o limite da morte, para viver sem fim n’Ele. A fé na ressurreição dos mortos e a esperança da vida eterna abrem o nosso olhar para o sentido derradeiro da nossa existência: Deus criou o homem para a ressurreição e para a vida, e esta verdade doa a dimensão autêntica e definitiva à história dos homens, à sua existência pessoal e ao seu viver social, à cultura, à política, à economia. Privado da luz da fé todo o universo acaba por se fechar num sepulcro sem futuro, sem esperança.

O percurso quaresmal encontra o seu cumprimento no Tríduo Pascal, particularmente na Grande Vigília na Noite Santa: renovando as promessas baptismais, reafirmamos que Cristo é o Senhor da nossa vida, daquela vida que Deus nos comunicou quando renascemos «da água e do Espírito Santo», e reconfirmamos o nosso firme compromisso em corresponder à acção da Graça para sermos seus discípulos.


3. O nosso imergir-nos na morte e ressurreição de Cristo através do Sacramento do Baptismo, estimula-nos todos os dias a libertar o nosso coração das coisas materiais, de um vínculo egoísta com a «terra», que nos empobrece e nos impede de estar disponíveis e abertos a Deus e ao próximo. Em Cristo, Deus revelou-se como Amor (cf 1 Jo 4, 7-10). A Cruz de Cristo, a «palavra da Cruz» manifesta o poder salvífico de Deus (cf. 1 Cor 1, 18), que se doa para elevar o homem e dar-lhe a salvação: amor na sua forma mais radical (cf. Enc. Deus caritas est, 12). Através das práticas tradicionais do jejum, da esmola e da oração, expressões do empenho de conversão, a Quaresma educa para viver de modo cada vez mais radical o amor de Cristo. O Jejum, que pode ter diversas motivações, adquire para o cristão um significado profundamente religioso: tornando mais pobre a nossa mesa aprendemos a superar o egoísmo para viver na lógica da doação e do amor; suportando as privações de algumas coisas – e não só do supérfluo – aprendemos a desviar o olhar do nosso «eu», para descobrir Alguém ao nosso lado e reconhecer Deus nos rostos de tantos irmãos nossos. Para o cristão o jejum nada tem de intimista, mas abre em maior medida para Deus e para as necessidades dos homens, e faz com que o amor a Deus seja também amor ao próximo (cf. Mc 12, 31).

No nosso caminho encontramo-nos perante a tentação do ter, da avidez do dinheiro, que insidia a primazia de Deus na nossa vida. A cupidez da posse provoca violência, prevaricação e morte: por isso a Igreja, especialmente no tempo quaresmal, convida à prática da esmola, ou seja, à capacidade de partilha. A idolatria dos bens, ao contrário, não só afasta do outro, mas despoja o homem, torna-o infeliz, engana-o, ilude-o sem realizar aquilo que promete, porque coloca as coisas materiais no lugar de Deus, única fonte da vida. Como compreender a bondade paterna de Deus se o coração está cheio de si e dos próprios projectos, com os quais nos iludimos de poder garantir o futuro? A tentação é a de pensar, como o rico da parábola: «Alma, tens muitos bens em depósito para muitos anos...». «Insensato! Nesta mesma noite, pedir-te-ão a tua alma...» (Lc 12, 19-20). A prática da esmola é uma chamada à primazia de Deus e à atenção para com o próximo, para redescobrir o nosso Pai bom e receber a sua misericórdia.

Em todo o período quaresmal, a Igreja oferece-nos com particular abundância a Palavra de Deus. Meditando-a e interiorizando-a para a viver quotidianamente, aprendemos uma forma preciosa e insubstituível de oração, porque a escuta atenta de Deus, que continua a falar ao nosso coração, alimenta o caminho de fé que iniciámos no dia do Baptismo. A oração permite-nos também adquirir uma nova concepção do tempo: de facto, sem a perspectiva da eternidade e da transcendência ele cadencia simplesmente os nossos passos rumo a um horizonte que não tem futuro. Ao contrário, na oração encontramos tempo para Deus, para conhecer que «as suas palavras não passarão» (cf. Mc 13, 31), para entrar naquela comunhão íntima com Ele «que ninguém nos poderá tirar» (cf. Jo 16, 22) e que nos abre à esperança que não desilude, à vida eterna.

Em síntese, o itinerário quaresmal, no qual somos convidados a contemplar o Mistério da Cruz, é «fazer-se conformes com a morte de Cristo» (Fl 3, 10), para realizar uma conversão profunda da nossa vida: deixar-se transformar pela acção do Espírito Santo, como São Paulo no caminho de Damasco; orientar com decisão a nossa existência segundo a vontade de Deus; libertar-nos do nosso egoísmo, superando o instinto de domínio sobre os outros e abrindo-nos à caridade de Cristo. O período quaresmal é momento favorável para reconhecer a nossa debilidade, acolher, com uma sincera revisão de vida, a Graça renovadora do Sacramento da Penitência e caminhar com decisão para Cristo.

Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Baptismo. Renovemos nesta Quaresma o acolhimento da Graça que Deus nos concedeu naquele momento, para que ilumine e guie todas as nossas acções. Tudo o que o Sacramento significa e realiza, somos chamados a vivê-lo todos os dias num seguimento de Cristo cada vez mais generoso e autêntico. Neste nosso itinerário, confiemo-nos à Virgem Maria, que gerou o Verbo de Deus na fé e na carne, para nos imergir como ela na morte e ressurreição do seu Filho Jesus e ter a vida eterna.


BENEDICTUS PP XVI
(tradução oficial do Vaticano)


sexta-feira, 25 de março de 2011

Liturgia do III Domingo da Quaresma, 27.03.2011



III DOMINGO DA QUARESMA - ANO A
27 de Março de 2011


A Palavra de Deus que hoje nos é proposta afirma, essencialmente, que o nosso Deus está sempre presente ao longo da nossa caminhada pela história e que só Ele nos oferece um horizonte de vida eterna, de realização plena, de felicidade perfeita.

A primeira leitura mostra como Jahwéh acompanhou a caminhada dos hebreus pelo deserto do Sinai e como, nos momentos de crise, respondeu às necessidades do seu Povo. O quadro revela a pedagogia de Deus e dá-nos a chave para entender a lógica de Deus, manifestada em cada passo da história da salvação.

A segunda leitura repete, noutros termos, o ensinamento da primeira: Deus acompanha o seu Povo em marcha pela história; e, apesar do pecado e da infidelidade, insiste em oferecer ao seu Povo – de forma gratuita e incondicional – a salvação.

O Evangelho também não se afasta desta temática… Garante-nos que, através de Jesus, Deus oferece ao homem a felicidade (não a felicidade ilusória, parcial e falível, mas a vida eterna). Quem acolhe o dom de Deus e aceita Jesus como “o salvador do mundo” torna-se um Homem Novo, que vive do Espírito e que caminha ao encontro da vida plena e definitiva.



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Para ver a Leituras do III Domingo da Quaresma, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do III Domingo da Quaresma, clique AQUI.

Para ver uma reflexão sobre o Evangelho do III Domingo da Quaresma, clique AQUI.



Fontes:
Ecclesia
Beneditinos
Farol de Luz
SDPLViseu


Passagem de etapa na JMV de Olival Basto

CARTA DA JMV DE OLIVAL BASTO


A JMV – Olival Basto tem o prazer de vos convidar para a passagem de etapa a realizar no dia 9 de Abril na Eucaristia das 17h na Igreja do Olival Basto.

Depois da Eucaristia haverá um pequeno lanche. Por questões de logística agradecemos que nos dêm uma ideia de quantos jovens pensam estar presentes, até 2 de Abril. Podem enviar a vossa resposta para sofia.nunes.l@gmail.com

Contamos com a vossa presença =)

Sofia Nunes


quinta-feira, 24 de março de 2011

Notícia - Site da Diocese de Portalegre e Castelo Branco - Juventude Mariana Vicentina


O encontro Sub-16 da Juventude Mariana Vicentina (JMV) realizou-se em Carvalhal, no Arciprestado de Abrantes de 4 a 7 de Março

De 4 a 7 de Março de 2011 decorreu em Carvalhal, Abrantes, o Encontro sub-16 da JMV. Este Encontro contou com a presença de 132 jovens, acompanhados de duas religiosas das ‘Filhas da Caridade’ e também do Pe. Leitão, também Vicentino. Estes Jovens são provenientes dos Centros Locais da região sul (Achada, Alcainça, Alferrarede, Cabeça das Mós, Carvalhal, Catujal, Cernache do Bonjardim, Paialvo, Santiago do Cacém, São João Evangelista (Lisboa) e Sobreira Formosa.

A parte logística deste Encontro contou com a colaboração de toda a Comunidade de Carvalhal. Os rapazes ficaram alojados na Escola Básica 1 de Carvalhal, enquanto as raparigas foram alojadas nas casas das famílias. Quanto à alimentação, esteve a cargo dos pais dos jovens do Centro Local de Carvalhal.

O Encontro iniciou na sexta-feira à noite com o acolhimento de todos os participantes e a apresentação do tema: “Diz-me com quem andas e dir-te-ei quem és”. O objectivo do Encontro foi levar os participantes a uma maior aproximação a Deus, de forma a sentirem a missão a que são chamados.

Foram muitas as dinâmicas utilizadas ao longo do fim-de-semana, levando cada uma delas a um conhecimento de si próprios, e também da vivência quotidiana em Igreja.

No Domingo a Eucaristia foi presidida pelo Senhor D. Augusto César, bispo Emérito desta diocese e animada pelos próprios jovens. Este foi um momento que criou alguma expectativa devido à transmissão feita pela TVI.

A tarde do Domingo, para além da dinâmica prevista para aprofundamento, contou também com momentos mais lúdicos e à noite foi tempo para a diversão num baile de Carnaval.

A manhã de segunda-feira foi o momento para a avaliação do Encontro e para as despedidas, e ao mesmo tempo para os desafios futuros lançados aos jovens.


Fonte:


terça-feira, 22 de março de 2011

Folha Diocesana

NOTA DE ABERTURA

Depois de alguma reflexão tanto no Conselho Pastoral Diocesano como no Conselho Presbiteral últimos, o Secretariado Diocesano das Comunicações Sociais decidiu aproveitar este início de quaresma para fazer chegar a todas as paróquias e movimentos diocesanos bem como a pessoas singulares que o desejem, uma folha mensal que possa ser um elo de ligação entre toda a Igreja Diocesana num desafio à experiência de "Unidos em Igreja" em continuidade ao projecto de Jesus em Jo. 1,35 - 42: "Vinde e Vede".

Este elo de ligação pretende chegar a todos os párocos e diáconos bem como aos movimentos e aos leigos através dum simples "clique cibernautico".

Para isso basta que os interessados façam chegar ao secretariado os seus dados pessoais e o respectivo email.

Neste 1º número, solicitamos aos párocos que façam a divulgação entre os seus paroquianos.

Que o Senhor nos dê perseverança!

P. Luís Manuel



VEJA A FOLHA DE MARÇO AQUI


segunda-feira, 21 de março de 2011

Carta do Assessor Nacional - Eleição do Novo Conselho Nacional da JMV (2011)


A Juventude Mariana Vicentina é uma associação de jovens leigos que vivem e aprofundam a fé no seio da Igreja. Os seus fins (art. 5, Estatutos Nacionais), como certamente recordais, são: § 1.º Educar na fé e na vida de oração todos os seus membros, assumindo a espiritualidade do Magnificat; § 2º Suscitar nos seus membros o espírito missionário e o apostolado em favor dos pobres, vítimas da pobreza espiritual e material, principalmente jovens; § 3.º Preparar bem os membros, pessoal e colectivamente, para colaborar, no seio da Igreja e da sociedade, com os agentes de pastoral, segundo as orientações da Igreja universal e local; §4.º Trabalhar na promoção pessoal dos seus associados e na ajuda à melhoria da so¬ciedade, através de toda a espécie de meios culturais e recreativos.

Caros jovens, vós sois os protagonistas deste “filme”. Não vos contenteis com uma acção secundária. Vamos iniciar um processo muito importante para a vida da JMV nos próximos anos. A eleição do Presidente, Secretário e Tesoureiro Nacionais é um momento muito sério e uma oportunidade para mostrarmos a vitalidade, amor e responsabilidade com esta associação.

Os jovens eleitos devem revelar algumas características. Permiti que vos recorde algumas:
  • Um jovem que vive a experiência de Deus, comprometido com o seu crescimento pessoal, em busca da maturidade na fé, que fez a opção pela evangelização dos jovens, realizando assim a sua própria vocação por meio deste serviço;
  • Um jovem de Igreja: vive a dimensão comunitária da fé, fazendo parte da mesma;
  • Um jovem que tenha demonstrado capacidade de organização, coordenação e comunicação;
  • Um jovem activo na Associação e que tenha dado mostras de ter assumido os seus serviços com responsabilidade;
  • Um jovem em contínua formação, que busca capacitar-se cada vez mais para servir os outros o melhor possível;
  • Um jovem que ama intensamente a Associação e, por isso, conhece e vive a espiritualidade, objectivos e carisma da JMV;
  • Um jovem que se deixa guiar pelo Espírito Santo, a exemplo de Maria; que vive e testemunha a mensagem transmitida por Nossa Senhora a Santa Catarina Labouré.

A animação, coordenação, evangelização e a promoção da unidade da JMV assume importância primordial. Os jovens que o Espírito Santo, por vosso intermédio, chamar a desempenhar estes serviços devem ser capazes de o realizar. Esta será a forma de viverem a sua vocação cristã, mariana, vicentina e missionária. Não vos deixeis conduzir apenas e só pelo afecto. Procurai que cada uma das regiões se sinta representada.

Estes serviços não exigem somente uma boa preparação humano-espiritual e a disposição de meios adequados. Requer mais. Requer um grande amor, disponibilidade de tempo, preocupação, interesse, respeito pela diversidade, proximidade, carinho, entrega… Todo o ministro deve ser como o mel: atrair sempre as pessoas para Deus e tornar atraente o trabalho. Da diligência dos ministros vai depender o funcionamento e os frutos do novo Conselho Nacional.
Animo-vos a que promovais uma grande participação dos Centros Locais neste momento eleitoral e que o façais em ambiente de oração, procurando perscrutar aquilo que o Espírito diz à Associação. Ó Maria concebida sem pecado. Rogai por nós que recorremos a vós.


"O tempo é hoje!"


p. Fernando, cm
(Assessor Nacional)


sexta-feira, 18 de março de 2011

Liturgia do II Domingo da Quaresma, 20.03.2011




II DOMINGO DA QUARESMA - ANO A
20 de Março de 2011


No segundo Domingo da Quaresma, a Palavra de Deus define o caminho que o verdadeiro discípulo deve seguir: é o caminho da escuta atenta de Deus e dos seus projectos, da obediência total e radical aos planos do Pai.

O Evangelho relata a transfiguração de Jesus. Recorrendo a elementos simbólicos do Antigo Testamento, o autor apresenta-nos uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que vai concretizar o seu projecto libertador em favor dos homens através do dom da vida. Aos discípulos, desanimados e assustados, Jesus diz: o caminho do dom da vida não conduz ao fracasso, mas à vida plena e definitiva. Segui-o, vós também.

Na primeira leitura apresenta-se a figura de Abraão. Abraão é o homem de fé, que vive numa constante escuta de Deus, que sabe ler os seus sinais, que aceita os apelos de Deus e que lhes responde com a obediência total e com a entrega confiada. Nesta perspectiva, ele é o modelo do crente que percebe o projecto de Deus e o segue de todo o coração.

Na segunda leitura, há um apelo aos seguidores de Jesus, no sentido de que sejam, de forma verdadeira, empenhada e coerente, as testemunhas do projecto de Deus no mundo. Nada – muito menos o medo, o comodismo e a instalação – pode distrair o discípulo dessa responsabilidade.



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Para ver a Leituras do II Domingo da Quaresma, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do II Domingo da Quaresma, clique AQUI.

Para ver uma reflexão sobre o Evangelho do II Domingo da Quaresma, clique AQUI.



Fontes:
Ecclesia
Beneditinos
Farol de Luz
SDPLViseu