domingo, 31 de outubro de 2010

Liturgia da Solenidade de Todos os Santos, 01.11.2010



SOLENIDADE DE TODOS OS SANTOS - ANO B
1 de Novembro de 2010


Primeira leitura: Como descrever a felicidade dos mártires e dos santos na sua condição celeste, invisível? Para isso, o profeta recorre a uma visão.

Salmo responsorial: O salmo de hoje proclama as condições de entrada no Templo de Deus. Ele anuncia também a bem-aventurança dos corações puros. Nós somos este povo imenso que marcha ao encontro do Deus santo.

Segunda leitura: Desde o nosso baptismo, somos chamados filhos de Deus e o nosso futuro tem a marcada da eternidade.

Evangelho: Que futuro reserva Deus aos seus amigos, no seu Reino celeste? Ele próprio é fonte de alegria e de felicidade para eles.




Fontes:
Ecclesia
SDPLViseu
Portal da Catequese


sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Liturgia da Eucaristia do XXXI Domingo do Tempo Comum, 31.10.2010



XXXI DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO C
31 de Outubro de 2010


A liturgia deste domingo convida-nos a contemplar o quadro do amor de Deus. Apresenta-nos um Deus que ama todos os seus filhos sem excluir ninguém, nem sequer os pecadores, os maus, os marginais, os “impuros”; e mostra como só o amor é transformador e revivificador.

Na primeira leitura um “sábio” de Israel explica a “moderação” com que Deus tratou os opressores egípcios. Essa moderação explica-se por uma lógica de amor: esse Deus omnipotente, que criou tudo, ama com amor de Pai cada ser que saiu das suas mãos – mesmo os opressores, mesmo os egípcios – porque todos são seus filhos.

O Evangelho apresenta a história de um homem pecador, marginalizado e desprezado pelos seus concidadãos, que se encontrou com Jesus e descobriu n’Ele o rosto do Deus que ama… Convidado a sentar-se à mesa do “Reino”, esse homem egoísta e mau deixou-se transformar pelo amor de Deus e tornou-se um homem generoso, capaz de partilhar os seus bens e de se comover com a sorte dos pobres.

A segunda leitura faz referência ao amor de Deus, pondo em relevo o seu papel na salvação do homem (é d’Ele que parte o chamamento inicial à salvação; Ele acompanha com amor a caminhada diária do homem; Ele dá-lhe, no final da caminhada, a vida plena)… Além disso, avisa os crentes para que não se deixem manipular por fantasias de fanáticos que aparecem, por vezes, a perturbar o caminho normal do cristão.



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Para ver a Leituras do XXXI Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do XXXI Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver uma reflexão sobre o Evangelho do XXXI Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.



Fontes:
Ecclesia
Farol de Luz
SDPLViseu

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Fotos das 2ª Jornadas Missionárias Diocesanas


No passado Sábado, dia 23 de Outubro, realizaram-se, em Alcains, as 2ª Jornadas Missionárias Diocesanas, nas quais participaram os jovens da Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede.

Deixamos abaixo algumas fotos.





Fonte:
http://sdmissoesportalegrecastelobranco.pt.vu



segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Encontro "All We Win" | Fátima | 30-31 Outubro



Formação de Serviços
30 Outubro (Sábado)

10h00 – oração
10h30 – introdução
11h00 – formação de serviços
13h00 – almoço (levar para partilhar)
14h30 – formação de serviços
16h30 – lanche
17h30 – tema
19h00 – conclusão
19h30 – jantar
21h30 – terço no santuário



Festival da Canção
31 Outubro (Domingo)

09h00 – pequeno-almoço
10h00 – eucaristia
11h00 – testes de som
13h00 – almoço
14h30 – abertura do festival



Objectivos visados:
  • Enraizarmo-nos mais em Cristo, para edificarmos a nossa Fé;
  • Fomentar a partilha de experiências em diferentes serviços e vivências de Formação e Caridade;
  • Estimular o sentido de pertença a esta associação de jovens.


Não faltes porque juntos vencemos os medos


domingo, 24 de outubro de 2010

Enviados a envangelizar




Neste Dia Mundial das Missões partimos para a missão de Jesus: “Como Eu vos fiz, fazei vós também”. É também a ocasião para renovar o compromisso de anunciar o Evangelho e dar às actividades dos Movimentos eclesiais um novo impulso missionário.

O papa Bento XVI, na sua mensagem para este dia, convida-nos “a aprender de Maria a contemplar o desígnio do amor do Pai sobre a humanidade, para a amar como Ele a ama”, promovendo um humanismo novo, fundado no Evangelho de Jesus.

A missão de ser “sal da terra e luz do mundo” é comum a todos os cristãos, padres e leigos. O Papa João Paulo II disse que é através dos leigos que a Igreja cumpre a sua missão evangeliza dora no mundo: na política, na economia, na realidade social, nos meios de comunicação social, na família, na civilização do amor, na escola, na educação das crianças e adolescentes, no cam po da ciência, da arte, da cultura e nas diversas profissões (CL 23)

Na Bíblia, há muitas comparações que mostram a necessidade da participação activa de todos na missão da Igreja, cada um com os seus dons.

Há que tomar consciência de que é toda a Igreja que é missionária e que, portanto, ser cristão implica necessariamente ser missionário, no local que habita, na função que exerce ou profissão que executa. O cristão, à partida, não necessita de outra vocação para ser missionário, porque é baptizado. Isso lhe basta. Porém, é verdade que Deus chama alguns para missões específicas e envia-os para outras terras, com vocações e carismas especiais.

É, pois, necessário, e preliminar, que comecemos por nos convertermos nós aos critérios e ao estilo de Jesus Cristo, ao como de Cristo: Como Eu vos fiz, fazei vós também! Temos de viver em comunhão com Ele e entre nós, e oferecer aos irmãos um testemunho credível, dando razão da nossa Esperança, como nos exorta o Papa.

Há que recordar o ensinamento que nos deixou Paulo VI: “Evangelizar, para a Igreja, é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, em qualquer meio e latitude, e pelo seu influxo transformá-las a partir de dentro e tornar nova a própria humanidade: “Eis que faço de novo todas as coisas”. No entanto não haverá humanidade nova, se não houver em primeiro lugar homens novos, pela novidade do baptismo e da vida segundo o Evangelho. A finalidade da evangelização, portanto, é precisamente esta mudança interior; … ela procura converter ao mesmo tempo a consciência pessoal e colectiva dos homens, a actividade em que eles se aplicam, e a vida e o meio concreto que lhes são próprios… procura chegar a atingir e como que a modificar pela força do Evangelho os critérios de julgar, os valores que contam, os centros de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida da humanidade, que se apresentam em contraste com a Palavra de Deus e com o desígnio da salvação” (EN. 18 e 19).

Ide à Missão !


Fonte:
Farol de Luz - P. Batalha

sábado, 23 de outubro de 2010

Liturgia da Eucaristia do XXX Domingo do Tempo Comum, 24.10.2010





XXX DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO C
24 de Outubro de 2010


A liturgia deste domingo ensina-nos que Deus tem um “fraco” pelos humildes e pelos pobres, pelos marginalizados; e que são estes, no seu despojamento, na sua humildade, na sua finitude (e até no seu pecado), que estão mais perto da salvação, pois são os mais disponíveis para acolher o dom de Deus.

A primeira leitura define Deus como um “juiz justo”, que não se deixa subornar pelas ofertas desses poderosos que praticam injustiças na comunidade; em contrapartida, esse Deus justo ama os humildes e escuta as suas súplicas.

O Evangelho define a atitude correcta que o crente deve assumir diante de Deus. Recusa a atitude dos orgulhosos e auto-suficientes, convencidos de que a salvação é o resultado natural dos seus méritos; e propõe a atitude humilde de um pecador, que se apresenta diante de Deus de mãos vazias, mas disposto a acolher o dom de Deus. É essa atitude de “pobre” que Lucas propõe aos crentes do seu tempo e de todos os tempos.

Na segunda leitura, temos um convite a viver o caminho cristão com entusiasmo, com entrega, com ânimo – a exemplo de Paulo. A leitura foge, um pouco, ao tema geral deste domingo; contudo, podemos dizer que Paulo foi um bom exemplo dessa atitude que o Evangelho propõe: ele confiou, não nos seus méritos, mas na misericórdia de Deus, que justifica e salva todos os homens que a acolhem.




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Para ver a Leituras do XXX Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do XXX Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver uma reflexão sobre o Evangelho do XXX Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.



Fontes:
Ecclesia
Farol de Luz
SDPLViseu


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Mensagem do Santo Padre para o Dia Mundial das Missões 2010




A construção da comunhão eclesial é a chave da missão


Prezados irmãos e irmãs!

Com a celebração do Dia Missionário Mundial, o mês de Outubro oferece às Comunidades diocesanas e paroquiais, aos Institutos de Vida Consagrada, aos Movimentos Eclesiais, a todo o Povo de Deus, a ocasião para renovar o compromisso de anunciar o Evangelho e dar às actividades pastorais um ímpeto missionário mais amplo. Este encontro anual convida-nos a viver intensamente os percursos litúrgicos e catequéticos, caritativos e culturais, mediante os quais Jesus Cristo nos convoca à mesa da sua Palavra e da Eucaristia, para saborear o dom da sua Presença, formar-nos na sua escola e viver cada vez mais conscientemente unidos a Ele, Mestre e Senhor. É Ele mesmo quem nos diz: "Aquele que me ama será amado por meu Pai: Eu amá-lo-ei e manifestar-me-ei a ele" (Jo 14, 21). Só a partir deste encontro com o Amor de Deus, que muda a existência, podemos viver em comunhão com Ele e entre nós, e oferecer aos irmãos um testemunho credível, explicando a razão da nossa esperança (cf. 1 Pd 3, 15). Uma fé adulta, capaz de se confiar totalmente a Deus com atitude filial, alimentada pela oração, pela meditação da Palavra de Deus e pelo estudo das verdades da fé, é uma condição para poder promover um novo humanismo, fundamentado no Evangelho de Jesus.

Além disso, em Outubro, em muitos países retomam-se as várias actividades eclesiais depois da pausa de Verão, e a Igreja convida-nos a aprender de Maria, mediante a oração do Santo Rosário, a contemplar o desígnio de amor do Pai sobre a humanidade, para a amar como Ele a ama. Não é porventura este o sentido da missão?

Com efeito, o Pai chama-nos a ser filhos amados no seu Filho, o Amado, e a reconhecer-nos todos irmãos naquele que é Dom de Salvação para a humanidade dividida pela discórdia e pelo pecado, e Revelador do verdadeiro Rosto daquele Deus que "amou de tal modo o mundo, que lhe deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna" (Jo 3, 16).

"Queremos ver Jesus" (Jo 12, 21), é o pedido que, no Evangelho de João, alguns gregos que chegaram a Jerusalém para a peregrinação pascal, dirigem ao Apóstolo Filipe. Ele ressoa também no nosso coração neste mês de Outubro, que nos recorda como o compromisso do anúncio evangélico compete a toda a Igreja, "missionária por sua própria natureza" (Ad gentes, 2), convidando-nos a tornarmo-nos promotores da novidade de vida, feita de relacionamentos autênticos, em comunidades fundadas no Evangelho. Numa sociedade multiétnica que experimenta cada vez mais formas preocupantes de solidão e de indiferença, os cristãos devem aprender a oferecer sinais de esperança e a tornar-se irmãos universais, cultivando os grandes ideais que transformam a história e, sem falsas ilusões nem medos inúteis, comprometer-se para fazer com que o planeta seja a casa de todos os povos.

Como os peregrinos gregos de há dois mil anos, também os homens do nosso tempo, talvez nem sempre conscientemente, pedem aos crentes não só que "falem" de Jesus, mas que "façam ver" Jesus, façam resplandecer o Rosto do Redentor em cada ângulo da terra diante das gerações do novo milénio e sobretudo diante dos jovens de cada continente, destinatários privilegiados e agentes do anúncio evangélico. Eles devem sentir que os cristãos levam a Palavra de Cristo porque Ele é a Verdade, porque n'Ele encontraram o sentido, a verdade para a sua vida.

Estas considerações remetem para o mandamento missionário que todos os baptizados e a Igreja inteira receberam, mas que não se pode realizar de maneira credível sem uma profunda conversão pessoal, comunitária e pastoral. De facto, a consciência da chamada a anunciar o Evangelho estimula não só cada fiel individualmente, mas todas as Comunidades diocesanas e paroquiais a uma renovação integral e a abrir-se cada vez mais à cooperação missionária entre as Igrejas, para promover o anúncio do Evangelho no coração de cada pessoa, de cada povo, cultura, raça, nacionalidade, em todas as latitudes. Esta consciência alimenta-se através da obra de Sacerdotes Fidei Donum, de Consagrados, de Catequistas, de Leigos missionários, numa busca constante de promover a comunhão eclesial, de modo que também o fenómeno da "interculturalidade" possa integrar-se num modelo de unidade, no qual o Evangelho seja fermento de liberdade e de progresso, fonte de fraternidade, de humildade e de paz (cf. Ad gentes, 8). De facto, a Igreja "é em Cristo como que sacramento, ou seja, sinal e instrumento da união íntima com Deus e da unidade de todo o género humano" (Lumen gentium, 1).

A comunhão eclesial nasce do encontro com o Filho de Deus, Jesus Cristo que, no anúncio da Igreja, alcança os homens e cria comunhão com Ele próprio e por conseguinte, com o Pai e com o Espírito Santo (cf. 1 Jo 1, 3). Cristo estabelece a nova relação entre o homem e Deus. "É Ele quem nos revela "que Deus é caridade" (1 Jo 4, 8) e, ao mesmo tempo, nos ensina que a lei fundamental da perfeição humana e, portanto, da transformação do mundo, é o mandamento novo do amor. Assim, aos que crêem no amor divino dá-lhes a certeza de que abrir o caminho do amor a todos os homens e instaurar a fraternidade universal não são coisas vãs" (Gaudium et spes, 38).

A Igreja torna-se "comunhão" a partir da Eucaristia, na qual Cristo, presente no pão e no vinho, com o seu sacrifício de amor edifica a Igreja como seu corpo, unindo-nos ao Deus uno e trino e entre nós (cf. 1 Cor 10, 16ss). Na Exortação apostólica Sacramentum caritatis escrevi: "não podemos reservar para nós o amor que celebramos neste sacramento: por sua natureza, pede para ser comunicado a todos. Aquilo de que o mundo tem necessidade é do amor de Deus, é de encontrar Cristo e acreditar n'Ele" (n. 84). Por esta razão a Eucaristia não é só fonte e ápice da vida da Igreja, mas também da sua missão: "Uma Igreja autenticamente eucarística é uma Igreja missionária" (Ibid.), capaz de levar todos à comunhão com Deus, anunciando com convicção: "o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos, para que também vós tenhais comunhão connosco" (1 Jo 1, 3).

Caríssimos, neste Dia Missionário Mundial no qual o olhar do coração se dilata sobre os imensos espaços da missão, sintamo-nos todos protagonistas do compromisso da Igreja de anunciar o Evangelho. O estímulo missionário foi sempre sinal de vitalidade para as nossas Igrejas (cf. Carta enc. Redemptoris missio, 2) e a sua cooperação é testemunho singular de unidade, de fraternidade e de solidariedade, que nos torna críveis anunciadores do Amor que salva!

Por conseguinte, renovo a todos o convite à oração e, não obstante as dificuldades económicas, ao compromisso da ajuda fraterna e concreta em apoio das jovens Igrejas. Este gesto de amor e de partilha, que o serviço precioso das Pontifícias Obras Missionárias, à qual manifesto a minha gratidão, providenciará à distribuição, apoiará a formação de sacerdotes, seminaristas e catequistas nas terras de missão mais distantes e encorajará as jovens comunidades eclesiais.

Na conclusão da mensagem anual para o Dia Missionário Mundial, desejo expressar, com particular afecto, o meu reconhecimento aos missionários e às missionárias, que testemunham nos lugares mais distantes e difíceis, muitas vezes com a vida, o advento do Reino de Deus. A eles, que representam as vanguardas do anúncio do Evangelho, vai a amizade, a proximidade e o apoio de cada crente. "Deus (que) ama quem doa com alegria" (2 Cor 9, 7) os encha de fervor espiritual e de alegria profunda.

Como o "sim" de Maria, cada resposta generosa da Comunidade eclesial ao convite divino ao amor dos irmãos suscitará uma nova maternidade apostólica e eclesial (cf. Gl 4, 4.19.26), que deixando-se surpreender pelo mistério de Deus amor, o qual "ao chegar a plenitude dos tempos, enviou o Seu Filho, nascido de mulher" (Gl 4, 4), dará confiança e audácia a novos apóstolos. Esta resposta tornará todos os crentes capazes de ser "jubilosos na esperança" (Rm 12, 12) ao realizar o projecto de Deus, que deseja "que todo o género humano constitua um só Povo de Deus, se congregue num só Corpo de Cristo, e se edifique num só templo do Espírito Santo" (Ad gentes, 7).

Vaticano, 6 de Fevereiro de 2010.


BENEDICTUS PP. XVI

terça-feira, 19 de outubro de 2010

2ª Jornada Missionária Diocesana



A Diocese de Portalegre - Castelo Branco decidiu e assumiu que a Jornada Missionária Diocesana se realiza sempre no sábado anterior ao Dia Mundial das Missões. Este ano, é em Alcains, no Seminário de S. José e na Paróquia, no dia 23 de Outubro, das 10h00 às 17h30.

“Missão: comunhão e partilha” é o tema principal da Jornada e vai de encontro à mensagem de Bento XVI para o 84º Dia Mundial das Missões: “A construção da comunhão eclesial é a chave da missão”.

O Secretariado Diocesano das Missões elaborou o Programa da Jornada que fez chegar a todos os párocos e respectivas comunidades paroquiais, às comunidades de vida consagrada ou religiosa, toda a informação disponível para este encontro importante para a Diocese. O mesmo aconteceu com o material de apoio para o Dia Mundial das Missões (mensagem, cartaz, oração, guião), o qual foi distribuído nas reuniões mensais dos 5 Arciprestados e na última Assembleia Diocesana.

Este ano, o programa abrange todo o dia e todas as idades. Em momentos separados e comuns, crianças, jovens, adultos e consagrados terão a oportunidade de rezar, reflectir, testemunhar e celebrar o dom da missão. Além de outros intervenientes, será conferencista D. Augusto César, bispo emérito da Diocese.

Para os vários níveis etários estão preparados momentos e dinâmicas que ajudem a criar o gosto pela Missão e o espírito missionário. Catequistas, grupos de jovens, grupos de leigos e vários secretariados, estão empenhados em criar um clima propício para chegar a todos. As várias propostas vão acontecer em espaços concretos (Seminário), mas, de tarde, a partir de vários pontos da Vila de Alcains, acontecerá uma grande caminhada missionária que culminará na Igreja Matriz onde será celebrada a Eucaristia. O CNE fará o “Acampamento da Missão”, com actividades próprias do seu modo de agir. Nas Escolas e na Paróquia, a presença de um Missionário comboniano, na semana que antecede a Jornada, vai dar a conhecer a identidade missionária da Igreja e motivar a uma resposta concreta.

Todos são convocados para a missão. Não se pode pensar que esta tarefa é para os outros ou só para alguns. Há um desafio, um apelo: criar espaço e tempo para participar, para dinamizar a família, o grupo, a paróquia. Ser luz, fermento, sal é desafio permanente do cristão.

Na sua primeira mensagem à Diocese, D. Antonino Dias, manifestava um desejo e ao mesmo tempo uma meta: “ a nossa Diocese deve ser uma verdadeira escola e casa de comunhão, toda ela missionária e de rosto materno”. A Jornada Missionário Diocesana será um dos modos de acolher e de responder ao desafio lançado pelo nosso Bispo e pelos Bispos portugueses que apresentaram a Carta Pastoral “Para um rosto missionário da Igreja em Portugal”.

Individualmente, em paróquia ou em grupo, cada um é interpelado a participar, a ser missionário nas realidades concretas onde trabalha e em que está integrado, a ir mais além. A oração pelas Missões e pelos missionários, a que a Igreja nos convida, deve levar a que todos descubram que, a partir do baptismo, são ungidos, enviados a levar a Boa Nova.


P. Agostinho Sousa
(Director do Secretariado Diocesano das Missões)


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

A crise desafia a esperança


Cada vez mais todos falamos de “Crise”.

Preocupados com esta situação não podemos fechar os olhos e ficar a chorar. É certo que estas medidas que penalizam os salários dos trabalhadores e nos sobrecarrega com impostos, não serão as mais justas. Porque os cortes não deviam começar pelas despesas com os salários, mas deviam ser cortes nos gastos do Estado, extinguindo empresas, Comissões, Assessorias, institutos públicos… que são supérfluos, que consomem salários escandalosos… em vez de aumentar impostos.

Porém, o que se está a passar é um grande desafio a abrirmos os olhos. Importa conhecer as causas da crise para as poder atacar. Doutra forma estamos sempre a remendar e a tapar buracos.

Para além das causas técnicas da actual crise económica, tecnológica e social, há causas mais profundas, factores do actual mal-estar, que são espirituais e morais. Como diz o Papa Bento XVI: é uma crise de sentido do homem, da existência humana e do desenvolvimento humano (Cv. 34). Ou seja é uma crise espiritual, com origem na negação de Deus pelo homem.

Daí os problemas: as crises que se multiplicaram nas áreas dos negócios, da economia, do mercado, da tecnologia, do ambiente, da globalização e no próprio homem. O homem sente que é auto-suficiente e, não só substitui Deus, como O põe completamente de lado. Pensa que não deve nada a ninguém, a não ser a si mesmo; e acredita que só ele tem direitos.

É que, se por um lado, temos sede de justiça e dignidade, de fraterna igualdade, por outro deixamo-nos contaminar pelas ideias e modos de comportamento dos ricos, do consumismo, largamente difundidos pelos meios da comunicação social, nomeadamente a televisão.

Mas isto pode mudar. A esperança é possível.

Como ter esperança num tempo assim tão difícil? Que fazer para alterar este estado de coisas?

A esperança em dias melhores não pode cair das nuvens, nem é resultado de palavras bonitas. É preciso agir em solidariedade. E não se trata apenas de resolver os problemas de imediato, mas de forjar o Homem Novo de que Jesus Cristo Ressuscitado é o modelo. Torna-se, pois, cada vez mais necessário:
  • Ser voz reflexiva e activa na divulgação dos valores, à luz do Evangelho;
  • Promover uma cidadania responsável;
  • Educar para a valorização do trabalho como forma de combater a pobreza e como factor de realização e dignificação do Homem;
  • Trazer ao debate as questões relacionadas com a agricultura e a pesca;
  • Encontrar/formar uma bolsa de recursos humanos que nos permita fazer chegar a muitos outros este ideal de organização de uma sociedade com maior sentido de justiça, moral, cidadania e solidariedade, onde a distribuição da riqueza e a divisão do trabalho possam ser uma realidade concreta.
Temos de mudar de estilo de vida, desenvolver o sentido comunitário e uma nova mentalidade de gestão.


Fonte:
P. Batalha
(Farol de Luz)


domingo, 17 de outubro de 2010

Jornal "Somos Grito" - N.º 26 - Outubro de 2010


Saudações em Cristo!

Foi hoje distribuída no final da Eucaristia Dominical mais uma edição (a n.º 26) do Jornal "Somos Grito", o folhetim trimestral da Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede, que se encontra disponível abaixo.

Esta edição marca o início de mais um ano pastoral e contém notícias sobre o que a Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede tem feito nos último meses.

Ficamos a aguardar as vossas sugestões e desejamos uma óptima leitura!

Um abraço em Maria e em Vicente,

António Clemente
Presidente da JMV de Alferrarede