É preciso não pensar na idade
mas vive-la;
Saber ser feliz
é preciso antes de tudo
encontrar a paciência
suprir a necessidade da mente
em busca do dia-a-dia
na consciência de entender
que um dia você pode lutar para vencer
mesmo que antes já tivesse sido derrotado
mas sem nunca perder as esperanças.
Porque o comodismo é a injustiça da liberdade
que provoca o transtorno do pecado
e o desamor a condição de caminhar pela paz.
E a vida é todo espaço de tempo
que temos para pensar
no momento em que estamos consciente
do que fazemos em benefício do amanhã.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Saiba ser Feliz
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Celebração Mariana no próximo Sábado
No próximo Sábado, dia 16 de Outubro, a Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede orientará uma celebração mariana na Igreja de Alferrarede.
A celebração terá início às 21h. Os jovens deverão estar às 20h, para o ensaio.
Convidamos todos os jovens e toda a Comunidade Paroquial para estarem presentes.
segunda-feira, 11 de outubro de 2010
Assembleia Diocesana - 5 de Outubro 2010
A Assembleia Diocesana reuniu, como habitualmente, a 5 de Outubro, este ano no Seminário de Alcains, para apresentação do Plano Pastoral, em que participaram mais de três centenas e meia de cristãos.
O dia amanheceu cedo e, de longe e de perto, muitos dos representantes das 161 paróquias, acompanhados pelos respectivos párocos, partiram rumo a Alcains para participarem na Assembleia Diocesana. Além destes, marcaram presença os institutos de vida consagrada, membros de vários movimentos e alguns dos responsáveis dos Secretariados. Reuniram-se, no Seminário de S. José, mais de três centenas de pessoas.
O ritmo da manhã foi marcado pelo momento de oração, seguido de reflexão, feita por D. Antonino Dias. A partir da Palavra proclamada, entre outras mensagens e interpelações deixou-nos esta: “Quem não está convencido, não convence ninguém. Falar de Cristo, é deixar Cristo falar. Somos testemunhas, não meros fazedores de opinião”! Há um longo caminho a percorrer: o caminho da comunhão.
Estava dado o mote. E, num compasso quaternário, começou a ser dado a conhecer o programa para este encontro de início de Ano Pastoral.
Igreja Diocesana, que dizes de ti mesma?
Uma pergunta que exige uma resposta permanente, total e profética. Diz o povo: “Quem pergunta, quer saber!” Queremos, como Povo de Deus, saber quem somos, que realidade pisamos, que metas perseguimos, a quem testemunhamos, como o fazemos. O Cónego Bonifácio, apresentou as razões da escolha do tema para o Ano Pastoral 2010-2011. Deu a conhecer a rosto visível da nossa Igreja Diocesana, pormenorizando, com números, a realidade dos últimos 5 anos, a nível de sacramentos da iniciação cristã, do sacramento do matrimónio, dos funerais, das celebrações dominicais, da cultura da fé, da acção social, dos sacerdotes párocos e não párocos, dos institutos de vida consagrada. Precisou os dois objectivos principais: clarificar a identidade da Igreja e esclarecer as pessoas sobre o que é o sínodo diocesano. Encontros, temas, desdobráveis e outros materiais ajudarão a atingir as metas propostas.
Os temas já apresentados e, em breve, feitos chegar aos grupos paroquiais, são: A identidade e a missão da Igreja; Evangelização e nova evangelização; A co-responsabilidade na Igreja (carismas, ministérios e vocações); O serviço à evangelização (servidores e estruturas da evangelização); Relação da Igreja com os não crentes; O diálogo ecuménico e inter – religioso; Deus, a ciência e a cultura; Acolhimento na Igreja e pela Igreja: o Baptismo; Catequese de adultos; Os Sacramentos que celebramos: exigências, desafios e possibilidades; Evangelizar através da ‘religiosidade popular’; A Igreja, a família cristã e novas configurações ‘familiares’; O compromisso da caridade na Igreja; Os bens da Igreja; A “Igreja particular”: a nossa Diocese; O Sínodo Diocesano.
A pergunta mantém-se. A resposta será a vida vivida e testemunhada por todos e cada um dos membros desta Igreja diocesana. Na medida em que cada um se sentir uma nota na melodia da comunhão e do testemunho, melhor saberá falar do Mestre.
O Dom está em ti
Este segundo compasso, nesta partitura diocesana, foi apresentado pelo Diácono Bacharel e pela Drª Ana Bicho, membros da Comissão Preparatória do Sínodo Diocesano. Depois de uma breve nota histórica dos passos dados, propuseram-se dar a conhecer o que é um Sínodo, os objectivos do mesmo, o caminho a percorrer, a meta a atingir. Os objectivos apresentados foram: descobrir e aprofundar a identidade da Igreja diocesana, suscitar e incentivar a participação de todos, proceder à avaliação e elaborar orientações. Tudo isto exige conversão contínua.
Foram sinalizadas as 7 áreas para o inquérito a realizar nas paróquias e abrangendo um leque alargado de pessoas. As 7 propostas situam-se na família, na fé e razão, no compromisso social, na evangelização (catequese), na presença no mundo, na religiosidade popular e nos serviços e vocações. A escolha das 3 propostas mais votadas, levará à elaboração de temas que serão reflectidos pelos grupos sinodais paroquiais. Outras questões foram apontadas e, algumas delas, explicadas.
O Sínodo está aí. Mesmo à porta. A diocese, os cristãos, têm de lançar mãos à obra. É preciso reavivar o Dom que está em nós. O empenho, a disponibilidade, o sentido de comunhão e de participação, ajudarão a transpor obstáculos e medos.
Missão: Comunhão e Partilha
Dando sequência ao programa, foi a vez do Secretariado das Missões, apontar algumas ideias e orientações para a realização da 2ª Jornada Missionária Diocesana. Após referir a Carta Pastoral “Para um rosto missionário da Igreja em Portugal” e a Jornada Missionária Nacional “O Espírito Santo e a Missão” e as suas conclusões, foi anunciado o tema: Missão: Comunhão e Partilha”. Além do material para o Dia Mundial das Missões, foram anunciadas as dinâmicas para a participação das crianças, adolescentes, jovens e adultos, bem como dois momentos comuns: o encontro de todos junto ao Monumento dedicado à Virgem (centro da Vila de Alcains) e a caminhada até à Matriz onde será celebrada a Eucaristia. Outros aspectos de cariz logístico foram mencionados para que os participantes possam viver a Jornada e responder ao apelo do Papa “A construção da comunhão eclesial é a chave da missão”.
A grandeza é a medida das grandes coisas
Coube ao senhor Bispo fazer o quarto tempo, deste ritmo da manhã. Começou por afirmar que “a grandeza é a medida das grandes coisas”. Este pensamento e desafio veio culminar tudo o que, até agora, havia sido dito e proposto. Procurou, com as suas palavras, fazer um radiografia do que vai observando pela diocese aquando das visitas pastorais e, a propósito do Sínodo Diocesano, clarificou ideias e reflexões ao propor o exemplo e caminho feito pelos Sínodo dos Bispos. O processo moroso, mas próximo das pessoas e das suas realidades, é método seguido, que exige empenho, esforço, participação e comunhão.
D. Antonino não perdeu esta oportunidade para anunciar, com alegria, a decisão de 3 adultos de se dedicarem ao Reino, na vida consagrada e para, ao mesmo tempo, dar conta das poucas vocações para o sacerdócio. Falou do Diácono Gilberto e do seminarista Nuno Miguel, e dos outros 3 seminaristas que frequentam o Seminário, em Lisboa. Alertou para a dificuldade que há para que as paróquias tenham um pároco. Apelou à generosidade das famílias e das comunidades para se colocarem ao serviço da vocação. Lançou o desafio para que se cultive a fé (menos culto e mais cultura), para uma descoberta dos seus fundamentos e para que o nosso testemunho seja mais credível.
A manhã foi bem preenchida. Os presentes deram por bem empregue esta manhã de sol, neste dia festivo de centenário. A semente foi lançada. As propostas foram apresentadas. O terreno é conhecido. Agora, mãos à obra! O dom está em ti!
Fonte:
Site da Diocese de Portalegre - Castelo Branco
domingo, 10 de outubro de 2010
Encontro jubilar, em Fátima da Família Vicentina
Com o lema "Caridade e Missão", a Família Vicentina, em Fátima, no dia 5 de Outubro, congregou muito perto de duas mil pessoas que quiseram celebrar e tornar presente o legado de Vicente de Paulo e de Luísa de Marillac.
Em 2010 celebram-se os 350 anos da morte de Vicente de Paulo e de Luísa de Marillac. Muitas foram as celebrações, pelo mundo inteiro, que marcaram a actualidade do carisma destes santos e tornaram visível a força e presença das obras que deixaram como testemunho de vida.
Com o lema “Caridade e Missão”, a Família Vicentina, em Fátima, no dia 5 de Outubro, congregou muito perto de duas mil pessoas que quiseram celebrar e tornar presente o legado de Vicente de Paulo e de Luísa de Marillac. Membros dos vários grupos ou associações, das paróquias ou colégios, animadores e participantes nas missões populares, acorreram ao Centro Pastoral Paulo VI, para conhecer melhor o carisma destes dois santos fundadores que são patronos de todas as obras sociais e de caridade.
Após o acolhimento e boas vindas, de manhã, foi desenvolvido o tema “Reinventar o Amor, dar asas à Missão”, apresentando de forma cénica, as grandes fundações de Vicente de Paulo. De tarde, com beleza e arte, apareceu a figura de Luísa de Marillac, com o tema: “Os imprevistos de Deus ao serviço da Caridade. O Encontro terminou com a Eucaristia presidida por D. Augusto César.
Os participantes, gente do norte e sul, de muitos lugares e dioceses, mostrou-se muito agradada com a forma feliz de dar a conhecer a vida de Vicente e de Luísa e sentiram-se motivados a tornar presente e efectivo, nos dias de hoje, o seu dinamismo e paixão por Deus e pelos irmãos.
Na diocese de Portalegre – Castelo Branco trabalham seis ramos da Família Vicentina: Congregação da Missão – Padres Vicentinos (CM), Filhas da Caridade – Irmãs de S. Vicente de Paulo (FC), Sociedade de S. Vicente de Paulo – Conferências Vicentinas (SSVP), Juventude Mariana Vicentina (JMV), Associação da Medalha Milagrosa (AMM) e Colaboradores da Missão Vicentina (CMV).
Muitos foram os que, da nossa Diocese, participaram nesta grande manifestação de comunhão e de partilha. A AMM, a partir do Centro Local de Mem Soares (e outros núcleos, mais dispersos), a JMV, desde Alferrarede e Carvalhal, de Cabeça das Mós a Cernache de Bonjardim, e a SSVP, foram os ramos que mais estiveram representados.
No final da jornada, o envio em missão, impeliu os presentes a seguirem na peúgada de Luísa e Vicente que, “com a sua incessante acção apostólica, fizeram com que o Evangelho se tornasse cada vez mais um farol luminoso de esperança e de amor pelo homem do seu tempo, em especial pelos mais pobres no corpo e no espírito e que o seu exemplo de virtude gere um renovado empenho de solidariedade, de tal modo que os esforços de cada um contribuam para a edificação do bem comum”. (Bento XVI)
Fonte:
Site da Diocese de Portalegre - Castelo Branco
sábado, 9 de outubro de 2010
Liturgia da Eucaristia do XXVIII Domingo do Tempo Comum, 10.10.2010

XVIII DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO C
10 de Outubro de 2010
A liturgia deste domingo mostra-nos, com exemplos concretos, como Deus tem um projecto de salvação para oferecer a todos os homens, sem excepção; reconhecer o dom de Deus, acolhê-lo com amor e gratidão, é a condição para vencer a alienação, o sofrimento, o afastamento de Deus e dos irmãos e chegar à vida plena.
A primeira leitura apresenta-nos a história de um leproso (o sírio Naamã). O episódio revela que só Jahwéh oferece ao homem a vida e a salvação, sem limites nem excepções; ao homem resta acolher o dom de Deus, reconhecê-l’O como o único salvador e manifestar-Lhe gratidão.
O Evangelho apresenta-nos um grupo de leprosos que se encontram com Jesus e que através de Jesus descobrem a misericórdia e o amor de Deus. Eles representam toda a humanidade, envolvida pela miséria e pelo sofrimento, sobre quem Deus derrama a sua bondade, o seu amor, a sua salvação. Também aqui se chama a atenção para a resposta do homem ao dom de Deus: todos os que experimentam a salvação que Deus oferece devem reconhecer o dom, acolhê-lo e manifestar a Deus a sua gratidão.
A segunda leitura define a existência cristã como identificação com Cristo. Quem acolhe o dom de Deus torna-se discípulo: identifica-se com Cristo, vive no amor e na entrega aos irmãos e chega à vida nova da ressurreição.
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sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Distribuição dos alimentos do Banco Alimentar
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Dia de Nossa Senhora do Rosário

Hoje, dia 7 de Outubro, comemora-se o dia de Nossa Senhora do Rosário, padroeira da nossa Paróquia.
Por isso, deixamos aqui uma oração dedicada à nossa padroeira e relembramos que haverá, às 21h, Eucaristia para celebrar esta data.
Oração a Nossa Senhora do Rosário
Nossa Senhora do Rosário,
dai a todos os cristãos a graça
de compreender a grandiosidade
da devoção do santo rosário,
na qual, à recitação da Ave Maria
se junta a profunda meditação
dos santos mistérios da vida,
morte e ressurreição de Jesus,
vosso Filho e nosso Redentor.
São Domingos, apóstolo do rosário,
acompanhai-nos com a vossa bênção,
na recitação do terço, para que,
por meio desta devoção a Maria,
cheguemos mais depressa a Jesus,
e como na batalha de Lepanto,
Nossa Senhora do Rosário nos leve a vitória
em todas as lutas da vida;
por seu Filho, Jesus Cristo,
na unidade do Pai e do Espírito Santo.
Amen.
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
Reunião sobre Liturgia
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Comemoração do dia da nossa padroeira - Nossa Senhora do Rosário
sábado, 2 de outubro de 2010
Liturgia da Eucaristia do XXVII Domingo do Tempo Comum, 03.10.2010

XXVII DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO C
3 de Outubro de 2010
Na Palavra de Deus que hoje nos é proposta, cruzam-se vários temas (a fé, a salvação, a radicalidade do “caminho do Reino”, etc.); mas sobressai a reflexão sobre a atitude correcta que o homem deve assumir face a Deus. As leituras convidam-nos a reconhecer, com humildade, a nossa pequenez e finitude, a comprometer-nos com o “Reino” sem cálculos nem exigências, a acolher com gratidão os dons de Deus e a entregar-nos confiantes nas suas mãos.
Na primeira leitura, o profeta Habacuc interpela Deus, convoca-o para intervir no mundo e para pôr fim à violência, à injustiça, ao pecado… Deus, em resposta, confirma a sua intenção de actuar no mundo, no sentido de destruir a morte e a opressão; mas dá a entender que só o fará quando for o momento oportuno, de acordo com o seu projecto; ao homem, resta confiar e esperar pacientemente o “tempo de Deus”.
O Evangelho convida os discípulos a aderir, com coragem e radicalidade, a esse projecto de vida que, em Jesus, Deus veio oferecer ao homem… A essa adesão chama-se “fé”; e dela depende a instauração do “Reino” no mundo. Os discípulos, comprometidos com a construção do “Reino” devem, no entanto, ter consciência de que não agem por si próprios; eles são, apenas, instrumentos através dos quais Deus realiza a salvação. Resta-lhes cumprir o seu papel com humildade e gratuidade, como “servos que apenas fizeram o que deviam fazer”.
A segunda leitura convida os discípulos a renovar cada dia o seu compromisso com Jesus Cristo e com o “Reino”. De forma especial, o autor exorta os animadores cristãos a que conduzam com fortaleza, com equilíbrio e com amor as comunidades que lhes foram confiadas e a que defendam sempre a verdade do Evangelho.
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