sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Encontro de reflexão no próximo Sábado



No próximo Sábado, dia 02 de Outubro, os jovens da JMV de Alferrarede reunir-se-ão às 15h no Salão Paroquial para um Encontro de reflexão.

Contamos com a tua presença!


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Encontro da Família Vicentina - Fátima - 5 de Outubro


No próximo dia 5 de Outubro realizar-se.á, em Fátima, mais um Encontro Nacional da Família Vicentina, à qual pertence a JMV.

A JMV de Alferrarede irá participar neste encontro e, por isso, precisamos que os jovens confirmem a sua participação, para podermos organizar os transportes.


-----------


PROGRAMA
VI ENCONTRO NACIONAL DA FAMÍLIA VICENTINA

Fátima — 5 de Outubro de 2010

(CENTRO PASTORAL PAULO VI)


10h00 - Acolhimento

10h30 - Reinventar o Amor, dar asas à Missão (São Vicente de Paulo)

12h30 - Tempo livre (Almoço)

14h30 – Os imprevistos de Deus ao serviço da Caridade (Santa Luísa de Marillac)

16h00 - Preparação da Eucaristia (zona de Felgueiras)

16h30 - Eucaristia, presidida por D. Augusto César
Envio e Compromisso
Hino da Família Vicentina


terça-feira, 28 de setembro de 2010

Homilia de D. António Carrilho nos 350 anos da morte de S. Vicente de Paulo e de Santa Luísa de Marillac




Apóstolos da Caridade, um testemunho sempre actual!

Celebramos, hoje, com júbilo e em acção de graças, o encerramento das festividades dos 350 anos da morte de S. Vicente de Paulo e de Santa Luísa de Marillac. Ambos, apóstolos ímpares da Caridade: o primeiro conhecido como o grande santo do grande século, pai dos pobres, e declarado por Leão XIII, em 05 de Maio de 1883, Padroeiro especial de todas as obras de caridade; a segunda, declarada por João XXIII, em 1960, Padroeira de todos os que se dedicam às obras sociais cristãs.

Ambos franceses, nascidos no final do século XVI, Vicente de Paulo em 1581, Luísa de Marillac em 1591 e falecidos em Paris, no mesmo ano, ele em 27 de Setembro, ela em 15 de Março. Foram duas vidas que se cruzaram na primeira metade do século XVII e se colocaram ao serviço do Pobre, qualquer que fosse o seu rosto, numa atenção e actividade constante contra a pobreza. Tal aconteceu, porque o encontro de Vicente de Paulo com o Pobre fora anterior, em 1617, na Paróquia de Folleville à cabeceira de um camponês. Foi este o sinal de que Deus se serviu para converter Vicente à causa do Pobre...



Carisma Vicentino, presente na Madeira

A partir daqui toda a sua vida gira à volta de um eixo: o Pobre. No mesmo ano, surge o primeiro fruto: as Confrarias da Caridade, as Senhoras da Caridade, que hoje chamamos a Associação Internacional das Caridades. Trabalham na nossa Diocese desde 1876, sempre ligadas ao Hospício D. Maria Amélia. Bem-hajam pelo trabalho socio-caritativo que realiza entre nós, desde essa data, junto dos mais pobres da nossa sociedade.

Para melhor realizar o serviço dos Pobres e os evangelizar, Vicente de Paulo reúne, em 1625, padres que, sem ser religiosos, aceitassem viver como religiosos. Estavam criados os Padres da Missão ou, como hoje são conhecidos entre nós, os Padres Vicentinos. Chegaram, pela primeira vez, à Madeira, em 1757 e por cá permaneceram 10 anos, no Seminário Diocesano, pregando retiros e em missões populares. O regresso dos Padres fez-se, depois, em 1874, ligados à Fundação do Hospício, mas também com um laço muito estreito ao Seminário Diocesano e às Missões populares. Desde então continuam presentes na nossa Diocese, como Capelães no Hospício e disponíveis para diferentes ministérios pastorais.

Em 1630, uma jovem pastora, Margarida Naseau, apresenta a Vicente de Paulo o projecto auspicioso de, com outras jovens, cuidar e servir os pobres sem remuneração. Estava aqui o embrião das Servas dos Pobres. Vicente de Paulo pede a Luísa de Marillac que oriente estas jovens... Nasciam em 1633 as Filhas da Caridade! Desembarcaram na Madeira em 1862 a pedido da Imperatriz D. Maria Amélia para assumir a Fundação do Hospício, onde se encontram ainda hoje. Mais tarde assumiriam o Refúgio de S. Vicente de Paulo, em Gaula, e a Fundação Santa Luísa de Marillac, no Caminho do Monte. Saudamo-las pela acção socio-caritativa que exercem entre nós junto dos carenciados, desde os mais pequeninos até aos mais idosos!

Embebido do espírito vicentino, Frederico Ozanam funda as Conferências Vicentinas em 1831 e, coisa admirável, em 1875, é fundada, na Paróquia de S. Pedro do Funchal, a 1ª Conferência madeirense e 2ª nacional! Hoje, os Vicentinos actuam em 39 das nossas Paróquias no contacto directo e pessoal com os mais pobres! Saudamo-los e auguramos-lhes, nos tempos de crise que correm, muita escuta e presença!

Ainda de espírito vicentino a Juventude Mariana Vicentina e as Filhas de Maria: ambas animam em diferentes paróquias da nossa Diocese, nos sectores que lhes são mais específicos, a vida das comunidades cristãs, difundindo a caridade que abrasava os corações de Vicente de Paulo e de Luísa de Marillac. Saudamo-las vivamente, também, pelo seu trabalho apostólico.



A prática da Caridade

Tanto a vida de Vicente de Paulo como a de Luísa de Marillac se centraram em torno da caridade e do Pobre, traduzindo para o seu tempo, mais pela acção do que pelo discurso, o Evangelho das Bem-aventuranças de Jesus Cristo (cf. Mt 5,1-12). Nas palavras do Profeta Isaías, eles foram sobre os montes os pés dos mensageiros que anunciam a paz, trazem a boa nova e proclamam a salvação (cf. Is 52,7-10).

A prática da caridade sem limites levou-os à prática do Reino de Deus, porque à medida que criavam hospitais, recolhiam crianças abandonadas, acolhiam jovens, matavam a fome às vítimas da guerra, eles estavam a trabalhar para unir as pessoas, a diminuir as diferenças entre elas, tornar a caridade uma realidade concreta.

Se, hoje, a caridade é tantas vezes mal compreendida, não estranharemos que a qualidade, que Vicente de Paulo lhe incutiu, fosse até reconhecida por ateus e por espíritos como o de um Voltaire, por exemplo. Michel Riquel chama-a o “realismo da caridade”, porque abarcava o ser humano na sua totalidade. Não se trata de simples beneficência, de uma caridade assistencial, porque Vicente de Paulo pensava sempre na dignidade do Pobre, por isso equacionava lucidamente caridade e justiça.

Caridade no sentido de que ela só é verdadeira, se for efectiva, solidária e interpeladora, sustentando que nem a justiça prevalece sobre a caridade, porque a pessoa precisa de ser atendida com amor, nem a caridade prevalece sobre a justiça, porque “Deus nos concede a graça de enternecer os nossos corações em favor dos miseráveis e de crer que, ao socorrê-los, estamos a fazer justiça...”

É por esta razão que ele ia ao encontro de todas as forças vivas da nação em favor do pobre e não se cansava de afirmar: “a caridade é inventiva até ao infinito” e ainda: “amemos a Deus, meus irmãos, mas com o suor dos nossos rostos e o esforço dos nossos braços”.



Causa do Pobre, a causa de Cristo

Tudo aconteceu em 1617 quando Vicente de Paulo se encontrou face a face com o Pobre. O Pobre converteu-o, tornou-se para Vicente de Paulo, sacramento de Cristo, mediação viva e expressão real do Senhor, lugar preferencial para o encontro com Deus sofredor e crucificado, isto é, ponto de partida e de chegada da sua reflexão e do seu agir espiritual.

A causa do Pobre tornou-se a causa de Cristo. Esta descoberta despoletou a fecundidade da vida cristã de Vicente de Paulo: “Vede como o principal para Nosso Senhor era trabalhar pelos pobres”; “Jesus Cristo não fez outra coisa no mundo senão servir os pobres”. Por esta razão, ele não hesitará em chamá-los “nossos senhores e nossos mestres”, porque são os pobres que nos dizem qual é a vontade de Deus, porque eles constituem a razão de ser das instituições vicentinas, configuram as suas origens, rectificam o seu presente e dinamizam o compromisso do seu futuro.

Se a caridade de Vicente de Paulo pelo pobre se enraíza tão profundamente no mistério de Deus, ele não cessa de afirmar que ela deve ser vivida concretamente no serviço prestado ao pobre, com respeito e devoção, para evidenciar a dignidade que lhe é devida, seguindo uma pedagogia libertadora, isto é, que o trabalho junto do pobre o leve a caminhar pelos seus próprios pés e o incite a que outros o façam também. São palavras suas: “Assim como o Verbo-Pobre foi enviado para encarnar em Jesus Pobre, assim os pobres são convidados a continuar a missão junto de seus irmãos pobres”.



Caridade e justiça, valores fundamentais

Trezentos e cinquenta anos nos separam de Vicente de Paulo e de Santa Luísa de Marillac. Vemos, ainda hoje, o número de pobres a aumentar, de tal modo que as Nações Unidas proclamaram 1996 o ano da erradicação da Pobreza; e agora é a vez da Europa declarar 2010 o ano da luta contra a Pobreza e exclusão social. O que evidencia que a Pobreza continua a estar longe de ser debelada e a mensagem de Vicente de Paulo de amor ao pobre e de luta contra a pobreza mantém toda a sua actualidade.

Num mundo globalizado como o nosso, cada um de nós é chamado a empenhar-se na causa da justiça, como valor evangélico fundamental. A caridade-justiça conduz-nos a um conjunto de atitudes e acções contrárias às daqueles que gravitam em torno dos interesses económicos, sobrepondo-os ao incomparável e excelso valor do ser humano que, em todas as circunstâncias, deve ser respeitado na sua dignidade fundamental, como pessoa que é.

S. Vicente de Paulo oferece-nos a lógica da partilha, da solidariedade, da comunhão, da dignidade humana, dos direitos do pobre. O Reino de Deus, que o mesmo é dizer o Reino das Bem-aventuranças, vai-se construindo com todos os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus. São estes, que estabelecerão entre si laços de fraternidade, e que poderão, na caridade e na justiça, dizer: Pai Nosso!

Funchal, 27 de Setembro de 2010

† António Carrilho, Bispo do Funchal


Fonte: Ecclesia


segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Vigília Jovem em Montalvo - Visita do Cristo de S. Damião



O Cristo da Igrejinha de S. Damião que falou a S. Francisco, guardado por Santa Clara e pelas Irmãs Clarissas de Assis, Itália, chega a Portugal no próximo dia 01 de Outubro e permanecerá até ao dia 30 de Janeiro de 2011.

Será entregue pela Federação de Clarissas da Bética à Federação de Clarissas Portuguesas, em Montalvo, Diocese de Portalegre e Castelo Branco, onde permanecerá até ao dia 07, com a programação seguinte:

• Dia 01 de Outubro, às 20,30h:
- CELEBRAÇÃO DE ACOLHIMENTO
- MISSA DE ACÇÃO DE GRAÇAS PELO DOM DA VOCAÇÃO
- CONVÍVIO

• Dia 02 de Outubro, às 21,30h:
VIGÍLIA JOVEM

• Dia 03 de Outubro, às 11,00h:
CELEBRAÇÃO EUCARISTICA

• Dia 04 de Outubro, às 17,00h:
MISSA DA FESTA DE S.FRANCISCO DE ASSIS

• Dia 06 de Outubro, às 21,00h:
CELEBRAÇÃO INTER PAROQUIAL

• Dia 07 de Outubro, às 20,30h:
CELEBRAÇÃO COM CRIANÇAS



As Irmãs Clarissas de Montalvo convidam todos os jovens a participar na Vigília Jovem, que se realizará no dia 02 de Dezembro, às 21h30, no Convento das Irmãs Clarissas de Montalvo.



Foram as palavras dirigidas ao jovem Francisco pelo Cristo de S. Damião quando, movido pela inquietude por descobrir o porquê do seu existir, oravam na ermida de S. Damião.

Francisco Acolheu o apelo de Deus e tornou-se o arauto da Paz e do Bem.

Clara, foi a guardiã do Crucifixo que falou a Francisco e, na contemplação claustral, fundou a Ordem das Clarissas.






domingo, 26 de setembro de 2010

Celebração do Dia de São Vicente de Paulo - 27 Setembro


Na próxima segunda-feira, dia 27 de Setembro, comemora-se o Dia de São Vicente de Paulo, patrono da Juventude Mariana Vicentina.

Por isso, a Juventude Mariana Vicentina de Alferarrede irá realizar uma celebração comemorativa, às 20h30, no Salão Paroquial da Igreja de Alferrarede.

Convidamos todos os jovens JMV e toda a Comunidade para estarem presentes.


sábado, 25 de setembro de 2010

Liturgia da Eucaristia do XXVI Domingo do Tempo Comum, 26.09.2010



XXVI DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO C
26 de Setembro de 2010


A liturgia deste domingo propõe-nos, de novo, a reflexão sobre a nossa relação com os bens deste mundo… Convida-nos a vê-los, não como algo que nos pertence de forma exclusiva, mas como dons que Deus colocou nas nossas mãos, para que os administremos e partilhemos, com gratuidade e amor.

Na primeira leitura, o profeta Amós denuncia violentamente uma classe dirigente ociosa, que vive no luxo à custa da exploração dos pobres e que não se preocupa minimamente com o sofrimento e a miséria dos humildes. O profeta anuncia que Deus não vai pactuar com esta situação, pois este sistema de egoísmo e injustiça não tem nada a ver com o projecto que Deus sonhou para os homens e para o mundo.

O Evangelho apresenta-nos, através da parábola do rico e do pobre Lázaro, uma catequese sobre a posse dos bens… Na perspectiva de Lucas, a riqueza é sempre um pecado, pois supõe a apropriação, em benefício próprio, de dons de Deus que se destinam a todos os homens… Por isso, o rico é condenado e Lázaro recompensado.

A segunda leitura não apresenta uma relação directa com o tema deste domingo… Traça o perfil do “homem de Deus”: deve ser alguém que ama os irmãos, que é paciente, que é brando, que é justo e que transmite fielmente a proposta de Jesus. Poderíamos, também, acrescentar que é alguém que não vive para si, mas que vive para partilhar tudo o que é e que tem com os irmãos?


Fontes:
Ecclesia
SDPLViseu

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Passagem de etapa em Catujal


O Centro Local de Catujal convida todos os JMVs a estarem presentes na passagem de etapa de alguns jovens daquele Centro Local, no Sábado, dia 2 de Outubro:

Programa:
17h - Acolhimento
18h - Eucaristia

Depois, haverá um jantar.


domingo, 19 de setembro de 2010

sábado, 18 de setembro de 2010

Liturgia da Eucaristia do XXV Domingo do Tempo Comum, 19.09.2010



XXV DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO C
19 de Setembro de 2010


A liturgia sugere-nos, hoje, uma reflexão sobre o lugar que o dinheiro e os outros bens materiais devem assumir na nossa vida. De acordo com a Palavra de Deus que nos é proposta, os discípulos de Jesus devem evitar que a ganância ou o desejo imoderado do lucro manipulem as suas vidas e condicionem as suas opções; em contrapartida, são convidados a procurar os valores do “Reino”.

Na primeira leitura, o profeta Amós denuncia os comerciantes sem escrúpulos, preocupados em ampliar sempre mais as suas riquezas, que apenas pensam em explorar a miséria e o sofrimento dos pobres. Amós avisa: Deus não está do lado de quem, por causa da obsessão do lucro, escraviza os irmãos. A exploração e a injustiça não passam em claro aos olhos de Deus.

O Evangelho apresenta a parábola do administrador astuto. Nela, Jesus oferece aos discípulos o exemplo de um homem que percebeu como os bens deste mundo eram caducos e precários e que os usou para assegurar valores mais duradouros e consistentes… Jesus avisa os seus discípulos para fazerem o mesmo.

Na segunda leitura, o autor da Primeira Carta a Timóteo convida os crentes a fazerem do seu diálogo com Deus uma oração universal, onde caibam as preocupações e as angústias de todos os nossos irmãos, sem excepção. O tema não se liga, directamente, com a questão da riqueza (que é o tema fundamental da liturgia deste domingo); mas o convite a não ficar fechado em si próprio e a preocupar-se com as dores e esperanças de todos os irmãos, situa-nos no mesmo campo: o discípulo é convidado a sair do seu egoísmo para assumir os valores duradouros do amor, da partilha, da fraternidade.


Fonte:
Ecclesia
SDPLViseu

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Para reflexão...




"Ainda que os teus passos pareçam inúteis, vai abrindo caminhos, como a água que desce cantando da montanha. Outros te seguirão..."


Saint-Exupéry