sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Convite da Junta de Freguesia de Alferrarede




Convite à população



A Junta de Freguesia de Alferrarede convida toda a população a participar nas comemorações do 51º aniversário da criação da nossa freguesia, no próximo dia 25 de Fevereiro, com o seguinte programa:


10:00 – Hastear da bandeira, na junta de freguesia

10:30 – Inauguração da Rua José dias Mariano, na zona industrial

11:30 – Inauguração da Calçada Manuel António da Conceição, em Alferrarede Velha

20:00 – Jantar no restaurante “Quinta do Lago”


Durante o jantar será entregue a medalha de mérito da freguesia a várias personalidades que muito contribuíram para o progresso de Alferrarede:

• Fernando Simão
• Celso Dias Mariano
• Amândio Mendes
• Manuel Martinho
• Nelson de Carvalho
• Bento Rainho (a título póstumo)


Preço do jantar: 17,5€

Inscrições: Junta de Freguesia (até 22 de Fevereiro)



quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Dia Mundial do Doente



Hoje é o Dia Mundial do Doente. Olhemos de frente a saúde, a doença, o sofrimento e a morte.

Nós devemos cuidar da nossa saúde: numa sociedade em que se procura tanto o bem-estar material e o prazer, vivendo-se sem regras e ao sabor dos instintos… causa mossa; daí, por exemplo, o problema da obesidade quando a alimentação não é cuidada.

Normalmente só sabemos apreciar a saúde quando ela nos falta; e feliz de quem tomar o aviso a sério.

À doença, como nos ensina S. Francisco, devemos tratá-la como irmã, tratando os doentes com dignidade, com carinho e amizade, com respeito e com solicitude. Ela é um desafio às obras de misericórdia. Visitar e cuidar dos doentes é uma obrigação do cristão. Toda a pessoa baptizada deve ao seu semelhante a caridade do bom samaritano e do lava-pés de Jesus. “Vistes o que Eu fiz, deveis fazê-lo também”.

Devemos apoiar os irmãos no sofrimento. Conscientes de que os ‘porquês’ do sofrimento são, umas vezes, consequência dos nossos erros e pecados, outras vezes, nem por isso.

João Paulo II diz-nos que “O Livro de Job põe de modo perspicaz, a pergunta sobre o “porquê” do sofrimento; e mostra também que ele atinge o inocente, mas ainda não dá a solução ao problema. Para descobrir o sentido profundo do sofrimento, seguindo a Palavra de Deus revelada, é preciso abrir-se amplamente à pessoa humana com as suas múltiplas potencialidades. É preciso, sobretudo, acolher a luz da Revelação, não só porque exprime a ordem transcendente da justiça, mas também porque ilumina esta ordem com o amor, qual fonte definitiva de tudo o que existe.

O Amor é ainda a fonte mais plena para a resposta à pergunta acerca do sentido do sofrimento. Esta resposta foi dada por Deus ao homem, na Cruz de Jesus Cristo. Cristo tornou-se próximo do mundo do sofrimento humano.

“Passou fazendo o bem”; e adoptava este modo de proceder, em primeiro lugar, para com os que sofriam e os que esperavam ajuda: curava os doentes, consolava os aflitos, dava de comer aos famintos, libertava os homens da surdez, da cegueira, da lepra, do demónio e de diversas deficiências físicas; por três vezes restituiu mesmo a vida aos mortos. Era sensível a toda a espécie de sofrimento humano, tanto do corpo como da alma. Ele assumiu sobre Si todo o sofrimento humano. Por isso, a nossa Salvação está em Cristo morto e ressuscitado.



Fonte: Farol de Luz


terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Próximo Fim de Semana - Encontro Sub 16



O sub 16 da região sul realizar-se-á nos próximos dias 12 a 15 de Fevereiro no centro local de Cernache do Bonjardim.

O material necessário para o encontro é:

- Saco cama
- Mochila
- Jantar para sexta-feira
- Instrumentos musicais e cancioneiro (quem tiver)
- Fato de Carnaval (iremos todos subordinados a um tema)
- Roupa e sapatos confortáveis
- Lanterna
… e muita alegria e boa disposição!


Iremos para Cernache do Bonjradim em transporte próprio.

Partimos na sexta-feira às 21h do largo da Igreja.


domingo, 7 de fevereiro de 2010

Reflexão para hoje...


Nos dois últimos Domingos estivemos com Jesus na sinagoga de Nazaré. Ouvimo-l’O proclamar a Palavra de Deus e apresentar-Se a Si mesmo como o cumprimento dessa Palavra. Vimos que a assembleia rapidamente passou do deslumbramento à ira, como que antecipando os acontecimentos de Jerusalém, que culminaram na Páscoa do Senhor.

Hoje, escutámos o modo como Jesus chama os primeiros discípulos para a abundância do Seu amor.

É gente humilde mas corajosa, que se deixa fascinar por Ele e experimenta n’Ele simultaneamente a proximidade e a distância, a semelhança e a diferença. Pescadores de homens.

Também consciente da sua condição humana, esmagado pela incapacidade, Isaías vê Deus manifestar-Se-lhe em todo o Seu esplendor. Ao convite responde com o seu incondicional “eis-me aqui” – ser apóstolo é colaborar com a graça de Deus no anúncio do Evangelho, como nos lembra S. Paulo.


Fonte:
A Caminho


sábado, 6 de fevereiro de 2010

Liturgia do V Domingo do Tempo Comum, 07.02.2010




5º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO C
7 de Fevereiro de 2010


A liturgia deste domingo leva-nos a reflectir sobre a nossa vocação: somos todos chamados por Deus e d’Ele recebemos uma missão para o mundo.

Na primeira leitura, encontramos a descrição plástica do chamamento de um profeta – Isaías. De uma forma simples e questionadora, apresenta-se o modelo de um homem que é sensível aos apelos de Deus e que tem a coragem de aceitar ser enviado.

No Evangelho, Lucas apresenta um grupo de discípulos que partilharam a barca com Jesus, que acolheram as propostas de Jesus, que souberam reconhecê-l’O como seu “Senhor”, que aceitaram o convite para ser “pescadores de homens” e que deixaram tudo para seguir Jesus… Neste quadro, reconhecemos o caminho que os cristãos são chamados a percorrer.

A segunda leitura propõe-nos reflectir sobre a ressurreição: trata-se de uma realidade que deve dar forma à vida do discípulo e levá-lo a enfrentar sem medo as forças da injustiça e da morte. Com a sua acção libertadora – que continua a acção de Jesus e que renova os homens e o mundo – o discípulo sabe que está a dar testemunho da ressurreição de Cristo.





Para ver as Leituras do V Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do V Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver a Reflexão sobre o Evangelho do V Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.



Fontes:
A Caminho
Ecclesia
Eucaristia Dominical
Farol de Luz

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Cânticos para a Eucaristia - DOM-7FEV

Cânticos para a Eucaristia do próximo Domingo, dia 7 de Fevereiro:


- Entrada - Sou Feliz

- Acto Penitencial - Senhor tende piedade

- Aleluia

- Ofertório - Lança-te

- Santo - Superstar

- Cordeiro

- Comunhão - É o meu corpo

- Acção de Graças - Tu que nas margens do lago

- Final - Tu vem e segue-me

Actividades do próximo Sábado (7 Fevereiro)



No próximo Sábado encontramo-nos às 14h30 no Salão Paroquial, para cumprir a seguinte ordem do dia:

- Informações sobre o Encontro Sub16

- Ensaio dos cânticos para a Eucaristia do próximo Domingo (7Fev)

- Distribuição dos alimentos do Banco Alimentar


Contamos com a tua presença!


quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Carta da Família Vicentina



Lisboa, 1 de Janeiro de 2010


Aos
Sacerdotes, responsáveis das comunidades cristãs
Superiores das comunidades religiosas
Movimentos de Apostolado



Há 350 anos desapareciam duas pessoas que marcaram a sociedade e a Igreja do seu tempo de tal modo que se tornaram protagonistas numa viragem irreversível para a modernidade. Trata-se de Santa Luísa de Marillac ( Março de 1660), declarada pelo papa João

XXIII, em 10 de Fevereiro de 1960, Padroeira de todas as Obras Sociais Cristãs, e de S. Vicente de Paulo (Setembro de 1660) declarado pelo papa Leão XIII, em 2 de Maio de 1885, Padroeiro especial de todas as Obras de Caridade. Todos nós, particularmente herdeiros do seu carisma e que constituímos a "Família Vicentina", ao iniciar a celebração desta efeméride, vimos partilhar convosco o nosso júbilo e a nossa acção de graças, e pedir-vos que os façais também vossos.



I - Neste gesto de partilha, salientamos algumas atitudes que marcaram a maneira de agir destas duas figuras humanas e cristãs:

1. Olhar atento sobre a realidade do seu tempo. A desorganização social provocada pelas guerras, epidemias, interesses de classe, o afastamento da Igreja das populações, a ignorância religiosa, a corrida ao poder, tudo isto cavou fossos profundos separando as pessoas e abrindo feridas insanáveis. Mas nada disto escapou ao olhar atento e escrutinador de Vicente de Paulo e de Luísa de Marillac.

2. Capacidade de acção caracteriza estas duas vidas. Diante dos desafios, a atitude nunca foi de lhes voltar as costas mas de lhes dar resposta, de mudar a situação, de melhorar as condições de vida das pessoas.

3. Formação cristã, pela evangelização, e a resolução dos problemas sociais, pela caridade cristã, eram as duas ideias fundamentais que moviam S. Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac.

4. Mobilização do laicado cristão para as grandes causas da Igreja e da Sociedade desencadeando, no seio destas, um dinamismo renovador.

5. Organização e estruturação da Caridade de modo a rentabilizar recursos, tantas vezes desperdiçados. A caridade cristã, com S. Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac começa a exprimir-se de uma forma estruturada, estável e permanente e não ocasional e episódica.

6. Associação dos beneficiários ao desenvolvimento e dignificação, que o seu engenho pastoral desencadeava, não os deixando cair num mero assistencialismo passivo e entorpecedor que mata o espírito de iniciativa e adormece a liberdade.



II - Algumas iniciativas ainda marcam a sociedade e a Igreja de hoje:

- A formação permanente do clero, através das chamadas "Conferências das Terças-Feiras", faz-nos lembrar as reuniões mensais das vigararias ou arciprestados indispensáveis para uma boa acção pastoral.

- A santidade de vida e uma formação pastoral e intelectual dos sacerdotes, obtidas nos seminários, continuam a ser objectivos da Igreja de hoje, particularmente neste ano sacerdotal, como o foram de S. Vicente de Paulo para a Igreja do seu tempo.

- A preocupação dos nossos pastores em educar cristãmente os adultos para que estejam aptos a dizer, perante todos, as razões da "esperança que os anima" lançou, no século XVII, Vicente de Paulo nas "Missões Populares" percorrendo a França do seu tempo.

- A preocupação em organizar as Comunidades cristãs para que cuidem dos seus doentes e idosos levou-o a criar os grupos paroquiais chamados "Caridades" de que o tão falado apoio domiciliário do nosso tempo é continuidade. A capacidade organizadora de Santa Luísa de Marillac fez com que esta iniciativa pastoral e caritativa se transformasse em marca dos tempos modernos

- A convicção profunda de que as injustiças sociais não se resolvem pela luta de classes mas pela aproximação das pessoas, de maneira a reconhecer-se a sua "eminente dignidade" levou-o a conviver com pobres e com ricos de maneira a esbaterem-se as diferenças.

- A certeza de que a caridade cristã é libertadora fez com que da caridade de assistência, por vezes indispensável, passasse a uma caridade de promoção e de desenvolvimento. "Que os agricultores aproveitem bem as sementes e as alfaias agrícolas porque para o ano não será possível continuar mandar-lhe trigo para os alimentar", escrevia S. Vicente de Paulo a um dos seus padres encarregado de distribuir alimentos.



III- Esta iniciativa de lhe escrever é não só para partilhar consigo a nossa alegria mas também para lhe garantir que pode contar com a colaboração de cada um dos grupos que constituem a "Família Vicentina" em Portugal para tornar viva, na sua comunidade, a herança espiritual de S. Vicente de Paulo e de Sta Luísa de Marillac. Para a concretização de qualquer acção neste sentido tome a liberdade de contactar o grupo que melhor responder às suas preocupações.


Colaboradores da Missão
Filhas da Caridade
Congregação da Missão
Juventude Mariana Vicentina
Sociedade de S. Vicnte de Pauto
Associação da Medalha Milagrosa


Família Vicentina,
Rua do Século, 152,2º

1200-437 Lisboa



terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Até sempre...



"Por ti diria tudo ou quase nada
Se não fosse esta fome esta saudade
De ser eterna...
Madrugada
Ou ser precária
Eternidade"


Rosa Lobato Faria


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

31JAN - 7FEV | Semana do Consagrado



Por decisão da última Assembleia Plenária da CEP, vamos celebrar e viver, pela primeira vez, de 31 de Janeiro a 7 de Fevereiro de 2010, a Semana do Consagrado. Uma iniciativa para ser concretizada nas dioceses e paróquias, comunidades cristãs e religiosas, em todos os espaços eclesiais.

A escolha do tema – “Vida Consagrada, solidária na esperança” – insere-se no conjunto de próximas iniciativas da CIRP e da UCESM em 2010, inspiradas pelo dinamismo da esperança cristã: a próxima semana de formação em Fátima reflectirá sobre “Vida Consagrada, mensageira de alegria e de esperança”; a Assembleia Geral da União das Conferências Europeias de Superiores/as Maiores, na Polónia, terá por tema “Vida Religiosa na Europa – histórias de esperança, esperança para a história”; várias iniciativas editoriais, abordadas por conhecidos historiadores para assinalar o centenário da expulsão das Ordens Religiosas, ajudar-nos-ão arenovar a nossa presença carismática na Igreja e na sociedade.

Para viver esta Semana, preparámos um cartaz alusivo e este opúsculo, que serão distribuídos por todas as paróquias, através dos serviços diocesanos da pastoral das vocações. Cabe aossecretariados regionais da CIRP fazer chegar os mesmos materiais a todas as comunidades religiosas e institutos seculares.

Além da mensagem tão relevante e interpeladora que D. António Francisco dos Santos, Bispo de Aveiro e Presidente da CEVM, partilha connosco, este opúsculo contém ainda uma sugestão devigília de oração e três propostas de meditação da Palavra, a partir dos textos litúrgicos da Festa da Apresentação de Maria. A oração Consagração do Cardeal Van Thuan, notável testemunha da
esperança e tão citado pelo Papa Bento XVI na encíclica “Spe salvi” sobre a esperança, encerrará este conjunto de subsídios, qual achega para celebrarmos e vivermos, de forma solidária e emcomunhão, esta Semana do Consagrado.

Que Maria, Mãe da Esperança, continue a suscitar em nós dinamismos solidários de testemunhas da esperança!


P. Manuel Joaquim Gomes Barbosa, scj
Presidente da CIRP



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