Deixamos aqui algumas das fotos.
domingo, 6 de setembro de 2009
Fotos do Encontro Nacional
Deixamos aqui algumas das fotos.
sábado, 5 de setembro de 2009
Liturgia do XXIII Domingo do Tempo Comum, 06.09.2009
XXIII DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
6 de Setembro de 2009
Na primeira leitura, um profeta da época do exílio na Babilónia garante aos exilados, afogados na dor e no desespero, que Jahwéh está prestes a vir ao encontro do seu Povo para o libertar e para o conduzir à sua terra. Nas imagens dos cegos que voltam a contemplar a luz, dos surdos que voltam a ouvir, dos coxos que saltarão como veados e dos mudos a cantar com alegria, o profeta representa essa vida nova, excessiva, abundante, transformadora, que Deus vai oferecer a Judá.
No Evangelho, Jesus, cumprindo o mandato que o Pai Lhe confiou, abre os ouvidos e solta a língua de um surdo-mudo… No gesto de Jesus, revela-se esse Deus que não Se conforma quando o homem se fecha no egoísmo e na auto-suficiência, rejeitando o amor, a partilha, a comunhão. O encontro com Cristo leva o homem a sair do seu isolamento e a estabelecer laços familiares com Deus e com todos os irmãos, sem excepção.
A segunda leitura dirige-se àqueles que acolheram a proposta de Jesus e se comprometeram a segui-l’O no caminho do amor, da partilha, da doação. Convida-os a não discriminar ou marginalizar qualquer irmão e a acolher com especial bondade os pequenos e os pobres.
Para ver as Leituras do XXIII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.
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A Caminho
Ecclesia
Farol de Luz
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Andar com FÉ...
é saber que cada dia é um recomeço,
e que os sonhos podem se realizar.
é fazer pedidos a Deus
é olhar sem temor as portas do desconhecido,
ter a inocência dos olhos da criança,
a beleza da mão estendida para dar e receber.
o melhor sempre acontece e
está totalmente ao nosso alcance.
Nunca desista dos seus sonhos, não pare
sábado, 29 de agosto de 2009
Liturgia do XXII Domingo do Tempo Comum, 30.08.2009
22º DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
30 de Agosto de 2009
A primeira leitura garante-nos que as “leis” e preceitos de Deus são um caminho seguro para a felicidade e para a vida em plenitude. Por isso, o autor dessa catequese recomenda insistentemente ao seu Povo que acolha a Palavra de Deus e se deixe guiar por ela.
No Evangelho, Jesus denuncia a atitude daqueles que fizeram do cumprimento externo e superficial da “lei” um valor absoluto, esquecendo que a “lei” é apenas um caminho para chegar a um compromisso efectivo com o projecto de Deus. Na perspectiva de Jesus, a verdadeira religião não se centra no cumprimento formal das “leis”, mas num processo de conversão que leve o homem à comunhão com Deus e a viver numa real partilha de amor com os irmãos.
A segunda leitura convida os crentes a escutarem e acolherem a Palavra de Deus; mas avisa que essa Palavra escutada e acolhida no coração tem de tornar-se um compromisso de amor, de partilha, de solidariedade com o mundo e com os homens.
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A Caminho
Ecclesia
Farol de Luz
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Feira de caridade

A feira começará bem cedo e prolongar-se-á por todo o dia.
As quantias arrecadadas destinar-se-ão para o apoio às famílias carenciadas da nossa paróquia, nomeadamente, para a compra de medicamentos, cadeiras de rodas, camas articuladas, outro material ortopédico, entre outros bens essenciais.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
XXV Encontro nacional JMV

Material necessário para o encontro:
-Lenço J.M.V.
-Biblía
-Instrumentos Musicais
-Boa Disposição
Programa do Encontro Nacional
Papa lança forte mensagem ecológica
Para o Papa é fundamental que “a comunidade internacional e cada governo enviem os sinais certos aos seus cidadãos e consigam travar as formas prejudiciais de tratar o ambiente”.
"Os diversos fenómenos de degradação ambiental e as calamidades naturais, que a comunicação social regista várias vezes, lembram a urgência do respeito pela natureza, recuperando e valorizando na vida de cada dia uma relação correcta com o ambiente”, disse.
O Papa admitiu que estes temas estão na agenda das “autoridades e da opinião pública”, saudando o desenvolvimento de “uma nova sensibilidade, que se exprime na multiplicação de encontros, também a nível internacional.
Falando em inglês, Bento XVI disse que “os custos económicos e sociais da utilização de recursos comuns devem ser reconhecidos com transparência e suportados por aqueles que os maltratam, não por outros povos ou pelas gerações futuras”.
Na audiência geral desta Quarta-feira, em Castel Gandolfo, o Papa falou do fim das férias de Verão, dedicando a sua habitual catequese à criação. A audiência na residência pontifícia, nos arredores de Roma, teve dois momentos, sendo o último dedicado apenas a cerca de dois mil peregrinos de língua alemã.
Como habitualmente, houve também uma saudação na nossa língua, a “todos os peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente os grupos do Coral de Vila Real e de Mogi das Cruzes, desejando que esta visita ao Sucessor de Pedro fortaleça a vossa fé e vos ajude a irradiar o Amor de Deus na própria casa e na sociedade”.
Aos peregrinos de língua francesa, Bento XVI referiu que “no final deste período de férias de Verão, convido a dar graças a Deus pelo dom inestimável da criação”.
“A protecção do ambiente, a salvaguarda dos recursos da terra e do clima estão confiadas à nossa responsabilidade”, acrescentou.
Para o Papa, a resposta aos actuais desafios ambientais passa por “construir em conjunto um desenvolvimento humano integral, inspirado pelos valores da caridade e da verdade, em benefício dos povos de hoje e de amanhã”.
Bento XVI disse ainda que quando Deus é esquecido, começa a destruição da natureza. “Se é desvalorizada a relação da criatura humana com o Criador, a matéria é reduzida a possessão egoísta, o homem torna-se a «última instância» e o objectivo da existência fica reduzido a uma cansativa corrida para possuir o mais possível”.
Um Papa ecológico
Ao longo da audiência, foi citada por diversas vezes a última encíclica papal, Caritas in veritate. Nesse documento, Bento XVI diz que os projectos para um desenvolvimento humano integral "não podem ignorar os vindouros, mas devem ser animados pela solidariedade e a justiça entre as gerações, tendo em conta os diversos âmbitos: ecológico, jurídico, económico, político, cultural".
Em particular, desenvolvem-se as questões relacionadas com "as problemáticas energéticas", condenando "o açambarcamento dos recursos energéticos não renováveis por parte de alguns Estados, grupos de poder e empresas".
"A protecção do ambiente, dos recursos e do clima requer que todos os responsáveis internacionais actuem conjuntamente e se demonstrem prontos a agir de boa fé, no respeito da lei e da solidariedade para com as regiões mais débeis da terra", indica o documento.
O Papa observa que "a monopolização dos recursos naturais, que em muitos casos se encontram precisamente nos países pobres, gera exploração e frequentes conflitos entre as nações e dentro das mesmas".
Nesse sentido, prossegue, "a comunidade internacional tem o imperioso dever de encontrar as vias institucionais para regular a exploração dos recursos não renováveis, com a participação também dos países pobres, de modo a planificar em conjunto o futuro". Por isso, Bento XVI frisa que também neste campo "há urgente necessidade moral de uma renovada solidariedade, especialmente nas relações entre os países em vias de desenvolvimento e os países altamente industrializados".
"As sociedades tecnicamente avançadas podem e devem diminuir o consumo energético seja porque as actividades manufactureiras evoluem, seja porque entre os seus cidadãos reina maior sensibilidade ecológica. Além disso há que acrescentar que, actualmente, é possível melhorar a eficiência energética e fazer avançar a pesquisa de energias alternativas", pode ler-se.
"O açambarcamento dos recursos, especialmente da água, pode provocar graves conflitos entre as populações envolvidas", alerta ainda a Caritas in veritate.
Em finais de Julho, a Santa Sé divulgou o tema da mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz 2010, desta feita intitulada "Se queres a paz, cuida da criação". O Papa fala numa crise ecológica e na necessidade de enfrentá-la globalmente.
O tema pretende fomentar uma tomada de consciência do "forte elo que existe no nosso mundo globalizado e interconectado entre salvaguarda da criação e cultivo do bem da paz", lembrando as "terríveis perspectivas que a degradação ambiental apresenta".
Segundo a apresentação do tema divulgada pela Santa Sé, "se a família humana não souber fazer frente a estes novos desafios com um renovado sentido de justiça e de equidade social e de solidariedade internacional, corre-se o risco de semear a violência entre os povos e entre as gerações presentes e futuras".
A mensagem deverá retomar as observações contidas nos números 48-51 da Encíclica, destacando a necessidade urgente de que a tutela do meio ambiente seja "um desafio para toda a humanidade".
"Trata-se do dever, comum e universal, de respeitar um bem colectivo, destinado a todos, impedindo que se possam utilizar de modo impune as diversas categorias de seres", refere a Santa Sé.
A celebração de 1 de Janeiro do próximo ano procurará "favorecer uma consciência renovada da interdependência que une entre si todos os habitantes da Terra".
"Esta consciência servirá para eliminar diversas causas de desastres ecológicos e garantir uma pronta capacidade de resposta quando esses desastres atingem povos e territórios", defende a apresentação da mensagem do Papa.
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Encontro no Salão Paroquial
sábado, 22 de agosto de 2009
Liturgia do XXI Domingo do Tempo Comum, 23.08.2009
23 de Agosto de 2009
A liturgia do 21º Domingo do Tempo Comum fala-nos de opções. Recorda-nos que a nossa existência pode ser gasta a perseguir valores efémeros e estéreis, ou a apostar nesses valores eternos que nos conduzem à vida definitiva, à realização plena. Cada homem e cada mulher têm, dia a dia, de fazer a sua escolha.
Na primeira leitura, Josué convida as tribos de Israel reunidas em Siquém a escolherem entre “servir o Senhor” e servir outros deuses. O Povo escolhe claramente “servir o Senhor”, pois viu, na história recente da libertação do Egipto e da caminhada pelo deserto, como só Jahwéh pode proporcionar ao seu Povo a vida, a liberdade, o bem estar e a paz.
O Evangelho coloca diante dos nossos olhos dois grupos de discípulos, com opções diversas diante da proposta de Jesus. Um dos grupos, prisioneiro da lógica do mundo, tem como prioridade os bens materiais, o poder, a ambição e a glória; por isso, recusa a proposta de Jesus. Outro grupo, aberto à acção de Deus e do Espírito, está disponível para seguir Jesus no caminho do amor e do dom da vida; os membros deste grupo sabem que só Jesus tem palavras de vida eterna. É este último grupo que é proposto como modelo aos crentes de todos os tempos.
Na segunda leitura, Paulo diz aos cristãos de Éfeso que a opção por Cristo tem consequências também ao nível da relação familiar. Para o seguidor de Jesus, o espaço da relação familiar tem de ser o lugar onde se manifestam os valores de Jesus, os valores do Reino. Com a sua partilha de amor, com a sua união, com a sua comunhão de vida, o casal cristão é chamado a ser sinal e reflexo da união de Cristo com a sua Igreja.
Para ver as Leituras do XXI Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.
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Ser cristão é optar por Cristo e pela sua doutrina. Não podemos ser cristãos em part-time, mas em full-time; não podemos ser e não ser; temos de ser coerentes e constantes.
Contudo, sabemos que nem sempre é fácil seguir Jesus; o seu projecto é muito exigente; a Sua Palavra incomoda, é dura, é como uma espada de dois gumes, fere e cura: “estas palavras são duras. Quem pode escutá-las?” (ver Evangelho).
Todavia, a Sua Palavra é performativa, é verdadeira, é actual, é interpeladora. É pela sua exigência que muitos homens e mulheres se tornam indiferentes ao plano de Deus e optam por outras palavras que diariamente nos afogam, nos abafam, mesmo que, muitas vezes, nos seduzam, embora não deixem de ser palavras ocas, palavras vazias, palavras ilusórias, palavras fugazes. Só a Palavra de Deus é realmente Espírito e vida, vida em abundância, vida plena. Só realmente Jesus tem palavras de vida eterna.
O respeito, a igualdade, o carinho, o amor mútuo são marcas identificadoras daquele que opta por Cristo. Isto traz implicações, quer mesmo a nível familiar, isso o expressa S. Paulo na 2ª Leitura: “sede submissos uns aos outros no temor de Cristo”.
Diante de tal cenário podemos desanimar, pensando que Jesus até foi homem corajoso, interessante, mas que o seu projecto implica de nós sacrifício, renúncia, não absolutizar os nossos interesses e que, por isso, é melhor viver a vida, gozar a vida, “curtir” a vida, ou seja, viver apenas o imediato, o presente, sem jamais analisar o passado e perspectivar o futuro. Este é um vírus que nos pode contaminar facilmente, na sociedade hedonista e indiferente em que vivemos.
Pensar, reflectir e analisar as nossas opções é o grande desafio que o Senhor nos faz neste Domingo.
A Caminho
Ecclesia
Farol de Luz