quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A fé derruba as barreiras da nossa vida



A fé age à distância e dá-nos livre acesso ao coração de Deus. É interessante que quando nos deixamos guiar pela fé em Deus, tornamo-nos pessoas fortes interiormente e perseverantes; mesmo no meio dos momentos mais desencontrados da nossa vida, nada nos desanima.

O Senhor tem um projecto para cada um de nós, não podemos esquecer-nos disso nem duvidar; ao contrário, creiamos que Deus é poderoso para concretizar os Seus desígnios a nosso respeito, basta confiarmos e a graça acontece no tempo certo.

“Mulher, grande é a tua fé! Seja feito como tu queres! E desde aquele momento sua filha ficou curada” (Mateus 15,28).

Peçamos hoje ao Senhor a graça de sermos ousados na fé.



Fonte: Canção Nova


quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Que nossa vida seja um acto contínuo de ação de graças




Desde a hora em que acordamos, precisamos ter um coração agradecido a Deus, porque o “simples” facto de hoje estarmos vivos, respirando, é um dom de Deus; muitas vezes, só nos damos conta disso quando sentimos falta de ar.

A nossa vida precisa ser um acto de contínuo de louvor e ação de graças: “Em todas as circunstâncias, dai graças, porque esta é a vontade de Deus a vosso respeito em Jesus Cristo” (I Ts 5,18).

Um coração agradecido faz de nós homens e mulheres entusiasmados, mesmo no meio das dificuldades e sofrimentos que surgirão no nosso caminho.

Sejamos como as crianças que são capazes de se alegrar e se entreter com os brinquedos mais simples.




Fonte: Canção Nova

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Sugestão de leitura: «A Fé em Família»

A FÉ EM FAMÍLIA



Tanto ao nível da educação como da vida familiar em geral, não existem receitas. Quando queremos desmontar um motor ou cozinhar lasanha, basta que respeitemos escrupulosamente os passos a seguir e, desde que não nos atrapalhemos demasiado com a chave-inglesa ou com os tachos e as panelas, habitualmente chegamos ao resultado esperado.

É tudo muito diferente quando se trata de ajudar um filho a crescer: não existe método infalível nem resposta pré-fabricada. São os pais que, ao longo dos dias, como que às apalpadelas, devem ir procurando aquilo que permitirá a cada filho tornar-se um adulto confiante e feliz. Este livro não pretende, portanto, indicar o caminho a seguir. Mas oferece referências, elementos de reflexão e conselhos concretos, abordando com simplicidade um grande número de questões que preocupam as famílias cristãs. Tanto o índice geral detalhado como o índice temático permitem que esta obra seja utilizada como guia de consulta, disponível a qualquer momento.






Clique AQUI para adquirir o livro.




domingo, 2 de agosto de 2009

Actividades desta semana



Pois é! Em pleno mês de férias, a Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede não pára e irá ter uma semana cheia de actividades.

Esta semana, teremos as seguintes actividades:


Quinta-feira (6 de Agosto) - 21h
Encontro de Reflexão no Salão Paroquial


Sábado (8 de Agosto) - 15h
Distribuição domiciliária dos alimentos do Banco Alimentar


Domingo (9 de Agosto) - 11h
Animação de um Baptizado na Igreja de Alferrarede



Contamos com a tua presença!!



sábado, 1 de agosto de 2009

Liturgia do XVIII Domingo do Tempo Comum, 02.08.2009





18º Domingo do Tempo Comum - ANO B
2 de Agosto de 2009




A liturgia do 18º Domingo do Tempo Comum repete, no essencial, a mensagem das leituras do passado domingo. Assegura-nos que Deus está empenhado em oferecer ao seu Povo o alimento que dá a vida eterna e definitiva.

A primeira leitura dá-nos conta da preocupação de Deus em oferecer ao seu Povo, com solicitude e amor, o alimento que dá vida. A acção de Deus não vai, apenas, no sentido de satisfazer a fome física do seu Povo; mas pretende também (e principalmente) ajudar o Povo a crescer, a amadurecer, a superar mentalidadesestreitas e egoístas, a sair do seu fechamento e a tomar consciência de outros valores.

No Evangelho, Jesus apresenta-Se como o “pão” da vida que desceu do céu para dar vida ao mundo. Aos que O seguem, Jesus pede que aceitem esse “pão” – isto é, que escutem as palavras que Ele diz, que as acolham no seu coração, que aceitem os seus valores, que adiram à sua proposta.

A segunda leitura diz-nos que a adesão a Jesus implica o deixar de ser homem velho e o passar a ser homem novo. Aquele que aceita Jesus como o “pão” que dá vida e adere a Ele, passa a ser uma outra pessoa. O encontro com Cristo deve significar, para qualquer homem, uma mudança radical, um jeito completamente diferente de se situar face a Deus, face aos irmãos, face a si próprio e face ao mundo.

Para ver a Leituras do XVIII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do XVIII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver uma reflexão sobre o Evangelho do XVIII Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Fontes:

A Caminho

Ecclesia

Farol de Luz

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Animação de casamento




No próximo Sábado, dia 1 de Agosto, vamos animar a cerimónia de um Matrimónio católico na Igreja de São João, em Abrantes.
Temos de estar lá às 11h.
Não faltes, pois faz muita falta a tua voz de rouxinol.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Vinde descansar um pouco!




Quem trabalha precisa de descansar.

Por isso, férias sempre houve, embora antes não tivessem o formalismo que agora têm. Eram diferentes. A sua raiz é de origem bíblica.

No princípio era o sábado. Lede a Bíblia no seu primeiro livro, Génesis 2, 2.

É o descanso que corresponde à procura de uma outra dimensão da vida, a ausência da rotina, a distância do quotidiano, a respiração do transcendente, a preparação do eterno.

No Evangelho do domingo passado, Jesus convida os seus discípulos, que acabavam de regressar do trabalho da missão, a descansar: “Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco”.

O descanso é importante para o equilíbrio físico, emocional e espiritual, psicossomático, do corpo e da alma.

Devemos interrogar-nos sobre a maneira como fazemos férias. Serão elas realmente conforto para o corpo e para o espírito? Não estarão elas viciadas pelo frenesim do trabalho?

Se não considerássemos o trabalho tão “maldito”, talvez as férias pudessem revestir-se de uma feição diferente. Vive-se tantas vezes carregados de ansiedade que as tornamos indispensáveis e inadiáveis, cansando-nos com o aproximar do tempo.

Raramente o que se descansa em férias compensa o que se trabalha para as pagar. É porque as fazemos muito comerciais.

Por isso, voltemos a perguntar-nos: Será que regressamos ao nosso trabalho com mais ânimo e vigor ? Então porquê ? Que faço das minhas férias ?


As férias devem ser uma oportunidade para descansar, para estar mais tempo com a família, convivendo mais uns com os outros, visitando outros, na paz e na alegria que refrescam os corações. e as relações festivas.

Devem ser tempo para a cultura, ora lendo um livro, ora vendo um filme, ora visitando um museu ou outra coisa que nos alargue os horizontes e os nossos critérios…

É tempo para participar em semanas organizadas para descanso e formação, em campos de férias, em acampamentos, em retiros espirituais, em semanas bíblicas ou litúrgicas, em tempos para escutar melhor a nossa consciência, para analisar a fundo a vida, para contemplar a natureza e as suas maravilhas, enfim…para dinamizar a espiritualidade e potenciar o compromisso familiar, laboral e social.

Sejam verdadeiramente um tempo de descanso que nos enriqueça e reconforte.






Fonte: P. Batalha (Farol de Luz)




segunda-feira, 27 de julho de 2009

Cristão em férias ou férias de cristão?



Quando se aproxima o tempo de férias começamos todos a fazer imensos planos e a sonhar destinos, experiências, encontros, descanso, etc. Navegamos na web, estudamos destinos turísticos, tiramos ideias das experiências dos nossos amigos, não paramos de exercitar a nossa mente para nos deliciarmos com as melhores férias que possamos “inventar”.

De facto, todos necessitamos de parar, descansar, serenar, encontrar novas energias para o ano seguinte que, entretanto, começa a ser já igualmente planeado. É muito importante que tenhamos esses dias de descanso onde a família normalmente ganha um lugar de eleição e os amigos deixam de ter aqueles argumentos para nos criticarem porque não lhes dizemos nada há imenso tempo.

É muito salutar que todos estes nossos planos de férias possam ser concretizados. Mas é, igualmente, muito importante que não nos esqueçamos dessa velha máxima: “cristão de férias: SIM; férias de cristão: NÃO!”

De facto, acontece inúmeras vezes programarmos todas as nossas férias sem nos lembrarmos do que somos, da nossa condição mais profunda; queremos retemperar as forças do nosso corpo e nem nos lembramos de retemperar as forças da nossa alma, procuramos ler o romance já esquecido e nem nos lembramos da leitura espiritual que deixámos de fazer há imensos meses, marcamos encontros com todos os nossos amigos mais intímos e nem nos recordamos do dia da semana que estamos a viver, passando pelo Domingo como um dia igual a todos os outros.

O tempo de férias não pode ser nunca um tempo de indiferença, de irresponsabilidade, de incumprimento ou de despotismo. Se não deixamos de cumprir com os nossos deveres e com a nossa responsabilidade de pais ou de filhos, de cidadãos ou de amigos, porque é que deixamos, tantas vezes, de cumprir com a nossa responsabilidade de cristãos, quer nos preceitos religiosos que somos chamados a viver, quer com o apostolado que somos convidados a fazer? É uma questão que não podemos deixar de colocar neste tempo que antecede as férias e que é de preparação para elas.

Se consultamos tanta informação para conhecer o nosso destino de, podemos sempre, também, informar-nos onde se encontra a Igreja mais próxima e qual o horário das suas missas, confissões, palestras, etc. Ou será que uma ou duas horas na semana é assim tanto que nos impede de descansar?

Já agora, porque não aproveitar para levar connosco a última encíclica do Santo Padre ou a última biografia dum Santo da Igreja que esteja à venda nas nossas livrarias? As férias são, também, uma óptima ocasião para o nosso crescimento na fé e para dedicarmos algum tempo à nossa relação com Deus.



Fonte: Paulo Franco

sábado, 25 de julho de 2009

Liturgia da Eucaristia de Domingo, 26.07.2009



XVII DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
26 de Julho de 2009


A liturgia do 17º domingo Comum dá-nos conta da preocupação de Deus em saciar a “fome” de vida dos homens. De forma especial, as leituras deste domingo dizem-nos que Deus conta connosco para repartir o seu “pão” com todos aqueles que têm “fome” de amor, de liberdade, de justiça, de paz, de esperança.

Na primeira leitura, o profeta Eliseu, ao partilhar o pão que lhe foi oferecido com as pessoas que o rodeiam, testemunha a vontade de Deus em saciar a “fome” do mundo; e sugere que Deus vem ao encontro dos necessitados através dos gestos de partilha e de generosidade para com os irmãos que os “profetas” são convidados a realizar.

O Evangelho repete o mesmo tema. Jesus, o Deus que veio ao encontro dos homens, dá conta da “fome” da multidão que O segue e propõe-Se libertá-la da sua situação de miséria e necessidade. Aos discípulos (aqueles que vão continuar até ao fim dos tempos a mesma missão que o Pai lhe confiou), Jesus convida a despirem a lógica do egoísmo e a assumirem uma lógica de partilha, concretizada no serviço simples e humilde em benefício dos irmãos. É esta lógica que permite passar da escravidão à liberdade; é esta lógica que fará nascer um mundo novo.

Na segunda leitura, Paulo lembra aos crentes algumas exigências da vida cristã. Recomenda-lhes, especialmente, a humildade, a mansidão e a paciência: são atitudes que não se coadunam com esquemas de egoísmo, de orgulho, de auto-suficiência, de preconceito em relação aos irmãos.






Para ver as leituras deste Domingo, clique AQUI.


Para ver o Evangelho deste Domingo, clique AQUI.




Reflectindo o Evangelho


Vivemos num tempo marcado pela tão conhecida e famosa crise. Diante deste cenário vários sentimentos nos podem invadir: ou partilhar o que temos com os que menos têm ou simplesmente, com receio de vir a perder o que se tem, ficar amarrado aos bens que possuímos.

A liturgia deste 17º Domingo do Tempo Comum desafianos a meditar no grande gesto de Jesus: a multiplicação dos pães. Eram apenas cinco pães de cevada e dois peixes mas, pela intervenção generosa de Jesus, ficaram saciados mais de cinco mil homens. Ora, Deus continua a querer saciar todos os homens e mulheres mas, para isso, serve-se de pessoas, tal como Eliseu (ver 1ª Leitura), para serem suas testemunhas. Ele quer continuar a oferecer o seu “Pão” como suplemento alimentar essencial nesta caminhada da nossa vida, no nosso mundo e na nossa sociedade.

Embora possa parecer indiferente, o ser humano do nosso tempo continua a viver com uma sede e uma fome imensa de Deus. Compete a nós, cristãos, solucionarmos essa sede e essa fome, que pode ter várias expressões: desempregos, solidão, os injustiçados, os explorados, os marginalizados, os deprimidos, os pobres envergonhados… Viver com este espírito e com este propósito é responder de forma afirmativa ao apelo que S. Paulo nos lança: “suportai-vos uns aos outros na caridade” (ver 2ª Leitura).

Partilha e solidariedade para com os irmãos são os dois grandes pilares que marcam a liturgia deste Domingo.

Mas há um outro que nos responsabiliza mais, que é o facto de sermos continuadores da obra e missão de Jesus, espelhada na ordem que Ele dá aos seus discípulos: “dai-lhes vós mesmos de comer” (ver Evangelho). Realmente, sermos solidários e partilharmos com os outros algo que é nosso pode, porventura, ser fácil, porque muitas vezes até damos coisas que nos sobram; agora, mais difícil, é no nosso quotidiano, darmo-nos; isto é mais exigente.




Vivendo o Evangelho


Diante da insegurança do mundo e de todo o sistema económico-social, pode parecer uma utopia poder responder à fome existente no mundo. Sabemos que não podemos fazer tudo, mas podemos fazer alguma coisa: aqui está o desafio e a interpelação. Ergamos os olhos e vejamos, tal como Jesus, que os bens são dom de Deus, dirigem-se a todos. Interessa, pois, que não olhemos os nossos irmãos necessitados do “alto da torre” como se fôssemos meros detentores, mas usemos “umas lentes bem graduadas” que nos ajudem a ver melhor as necessidades dos nossos irmãos, tendo sempre a consciência de que aquilo que damos e partilhamos com os outros jamais nos fará falta (certamente já todos tivemos esta experiência), pois Deus sempre nos recompensa; mais do que detentores, sejamos distribuidores.



Fontes:

A Caminho; Ecclesia; Farol de Luz

sexta-feira, 24 de julho de 2009

24-25-26 JUL | Acampamento Médio Tejo



Decorre a partir de hoje, e até ao próximo Domingo, o Acampamento Médio Tejo, organizado pela Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede.

Terá lugar em Ortiga e será um fim-de-semana cheio de actividades e boa disposição.