sexta-feira, 24 de julho de 2009

D. Antonino Dias alerta para falta de padres



Bispo de Portalegre-Castelo Branco convida a distribuir tarefas e responsabilizar os leigos


O Bispo de Portalegre-Castelo Branco, D. Antonino Dias, admite que a falta de sacerdotes exige que "se faça alguma alteração na colocação do Clero", falando de um futuro "com um presbitério cada vez mais pequeno".

No decreto de nomeações para o próximo ano pastoral, o prelado diz que é difícil "quando alguém pede para deixar as paróquias por motivo de idade ou doença".

Reconhecendo que "cada vez mais a presença dos Padres será cada vez menos", este responsável desafia a "investir na formação de pessoas capazes, de pessoas com fé e sentido eclesial", bem como a "confiar e distribuir tarefas, preparando o presente e, sobretudo, os tempos que se aproximam com a resposta possível e adequada".

D. Antonino Dias destaca o trabalho que se tem feito na Diocese para "formar e responsabilizar Leigos para as Celebrações da Palavra na ausência de Presbítero e para outras actividades importantes de evangelização", sem "clericalização dos mesmos nem desconfiança que só perturbam e travam a caminhada".

"Este trabalho tem de continuar", assegura, defendendo que "os sacerdotes têm de centralizar a sua vida e acção no essencial e específico".

O Bispo de Portalegre-Castelo Branco diz que os seus padres não devem "multiplicar Eucaristias para satisfazer exigências bairristas ou de fé mal esclarecida, nem reduzir a sua acção pastoral apenas à celebração da Eucaristia, ou, pior, nem sequer celebrar porque não há intenções".

"Os Sacerdotes não podem esgotar-se com aquilo que os outros podem e devem fazer nem deixar de fazer o que verdadeiramente lhes compete", acrescenta.

No documento, D. Antonino Dias deixa uma palavra de gratidão para "a disponibilidade e a generosidade dos Sacerdotes e Diáconos que não se pouparam a esforços para me ajudarem a dar a melhor resposta às presentes situações".

Por outro lado, recorda que "quando um Pároco sai duma Paróquia não pode ceder à tentação de continuar a sê-lo sem o ser. Isto é, continuar a andar por lá a fazer casamentos e baptizados".



Fonte: Agência Ecclesia

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Vamos ser santos hoje?



Geralmente imaginamos que o santo seja um ser do outro mundo. Mas é nos factos simples da vida quotidiana que nos tornamos santos. Por essa razão, fiquemos atentos à forma como nos comportamos no dia-a-dia.

Você pode perguntar-se a si próprio: Eu sou uma pessoa autêntica? Da mesma forma que ajo quando estou diante das pessoas, ajo quando estou sozinho? A minha intenção em ajudar o próximo é recta ou quero beneficiar-me de alguma forma? Trato as pessoas do mesmo modo que eu gostaria de ser tratado ou só penso em mim mesmo? Tenho o hábito de falar a verdade ou vivo sempre com mentiras no bolso? E por aí deve seguir o nosso questionamento.

Procedamos hoje como verdadeiros filhos de Deus meditando com a ajuda dessa passagem bíblica: “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor: comportai-vos como verdadeiras luzes. Ora o fruto da luz é bondade, justiça e verdade” (Efésios 5,8-9).

Senhor, dá-nos a graça de vivermos a santidade própria deste dia.

Jesus, eu confio em Vós!


Fonte:
Luzia Santiago

quarta-feira, 22 de julho de 2009

22 JULHO | Solenidade de Santa Maria Madalena




Hoje a Igreja celebra a Solenidade de Santa Maria Madalena. Celebra a conversão da pecadora e depois grande santa, hoje venerada em toda a cristandade. O arrependimento sincero dos nossos pecados há-de atrair a misericórdia de Deus como Santa Maria Madalena.



João 20, 1.11-18

No domingo, Maria Madalena foi ao túmulo, logo de manhã, fazendo ainda escuro e viu que a pedra que o tapava já tinha sido retirada. Maria estava junto ao túmulo da parte de fora, a chorar. Entretanto, inclinou-se para dentro do túmulo e viu dois anjos vestidos de branco. Estavam sentados no sítio onde tinha sido colocado o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. Eles perguntaram-lhe: "Mulher, por que estás a chorar?" E ela disse-lhes: "Porque levaram o meu Senhor, e não sei onde o puseram." Logo a seguir, voltou-se para trás e viu Jesus, de pé, mas não sabia que era ele. Perguntou-lhe Jesus: "Mulher, por que estás a chorar? Quem é que procuras?" Ela pensava que era o homem encarregado da propriedade e disse-lhe: "Se foste tu que o tiraste, diz-me onde o puseste que eu vou lá buscá-lo." Jesus chamou-a: "Maria!" Ela então exclamou: "Rabuni!" (palavra que quer dizer "meu Mestre"). E Jesus disse-lhe: "Deixa-me, porque ainda não voltei para o meu Pai. Vai ter com os meus irmãos e dá-lhes este recado: eu volto para o meu Pai e vosso Pai, para o meu Deus e vosso Deus." Maria Madalena foi dar a notícia aos discípulos e dizia: "Eu vi o Senhor!" E contou-lhes o que ele lhe tinha dito.



O que é que o Senhor me está a querer dizer?


* Maria Madalena sem Jesus fica desorientada e perdida. Nada mais tem a fazer senão chorar de desalento. Sem Jesus que sentido tem a vida?

* Madalena, na sua tristeza, não desiste e procura, está atenta, pergunta e tem os ouvidos bem abertos para Lhe reconhecer a voz. Será que estou atento à voz do Senhor? Será que O sei reconhecer nos jardineiros desta vida?

* Jesus dá novo sentido à vida de Maria Madalena e dá-lhe uma nova missão. Vai dizer aos meus irmãos "Eu vi o Senhor". Não será também a minha missão?




terça-feira, 21 de julho de 2009

A Caridade, Dom de Deus




"Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes" (Mt 25,40)



São Vicente de Paulo (1581-1660), moço ambicioso, tornou-se padre aos 19 anos com o único intuito de fazer carreira: naquela época, ser padre oferecia condições para subir na vida. Vicente achava que seria feliz recolhendo para si, ganhando fama e poder. Mas logo descobriu que a felicidade se conquista espalhando, repartindo. O amor de Deus tocou-o e ele, durante quase 60 anos, dedicou-se exclusivamente à pregação do amor de Deus e à caridade para com todos os pobres. Ficou conhecido como o "Apóstolo da Caridade". Nele confiando, o povo afluía com muitas doações e comentava-se em Paris que o seu cofre tinha mais dinheiro que o cofre real.

Nenhum sacrifício era demais para que algum sofredor pudesse ser amparado. É modelo e protector daqueles que se dedicam aos órfãos, viúvas, peregrinos e desamparados.

O Cristianismo trouxe esta revolução para a humanidade: a fé em Deus só é verdadeira se tiver como contrapartida a misericórdia, a caridade.

"Deus é amor" (1Jo 4,16). Qualquer gesto de caridade, por menor que seja, é oferecer Deus ao irmão carente. Naquele pedaço de pão que repartimos com o faminto que bate à nossa porta, estamos a oferecer o próprio Deus-Amor. E aquele que recebe o pedaço de pão, recebe o próprio Jesus, que disse: "Tudo o que fizerdes aos mais pequeninos, é a mim que o fazeis" (Mt 25,40). Não há outra possibilidade de manifestarmos concretamente a nossa fé, a não ser pela caridade. Neste ponto, a esmola adquire toda a sua grandiosidade: através dela oferecemos o amor de Deus ao próprio Deus!

A Eucaristia, em que Jesus se oferece como pão para todos, é o grande momento da caridade divina: pobre ou rico, santo ou pecador, poderoso ou servo, todos podem participar do Pão divino! Venham todos para a Mesa, convida o Senhor, convida o cristão.

A caridade não é apenas pão e água: é a visita ao doente, ao idoso desamparado, o carinho para com as crianças, a visita ao prisioneiro, a acolhida ao peregrino, a palavra de conforto ao sofredor, a compreensão pelos jovens em dificuldade, a não condenação dos que erram, o não ter preconceito racial, etc.

A caridade é também a busca concreta da justiça, a indignação perante a corrupção, a defesa dos oprimidos, a participação nos movimentos populares, sindicatos, associações de bairro, a participação política, a luta pela implantação de uma sociedade solidária e fraterna.

Depois de Jesus Cristo, só é possível amar a Deus amando-se o irmão que está ao nosso lado. A Deus nós não vemos, mas vemos o irmão em quem habita Deus. Acreditamos no Deus-Amor semeando o amor: "se a fé não tiver obras, é morta" (Tg 2,17).

E não esqueçamos outra verdade: não podemos dar como esmola aquilo que roubamos ao próximo, especialmente do salário do trabalhador: "A esmola daquele que sacrifica um bem, mal adquirido, é maculada... Quem tira ao homem o fruto de seu trabalho, é como um assassino de seu próximo" (Eclo 34, 21 e 26). Não podemos aumentar a qualidade da nossa vida às custas da fome do trabalhador. Grande caridade é a prática da justiça, que faz com que mais gente tenha vida. Amemos a Deus através do amor aos pobres.



Fonte:
Pe. José Artulino Besen


domingo, 19 de julho de 2009

JMV - 1ª Aparição de Maria a Catarina de Labouré



Comemorou-se ontem, dia 18 de Julho, mais um aniversário da Primeira Aparição de Nossa Senhora a Santa Catarina de Labouré.

Publicamos, abaixo, as mensagens que nos foram enviadas pelas Presidentes Nacional e Internacional da Juventude Mariana Vicentina.





MENSAGEM DA PRESIDENTE NACIONAL DA JMV


Com Maria no coração, lembremos, neste dia, as aparições que fez a Santa Catarina Labouré!
Numa delas, pediu que se organizasse este nossa grupo de jovens.
Ofereceu-nos também a Medalha Milagrosa! Quem não teve uma em suas mãos? Continuas a guardá-la e a lembrá-la quando pedes algo a Maria?
A Nossa Mãe nunca nos abandonou... Não nos esqueçamos hoje de dar graças pela sua presença constante!
Parabéns por seres JMV e/ou por contribuíres para o caminho em Caridade neste mundo!

Beijo com Maria...


Marisa Lestre Rodrigues
Presidente Nacional





MENSAGEM DA PRESIDENTE INTERNACIONAL DA JMV


Queridos miembros de JMV:

Reciban un saludo cariñoso y fraterno en este día especial, 18 de julio, día en que celebramos, un año más de la 1ª aparición de la Virgen María a Santa Catalina. ¡Feliz aniversario de Juventud mariana Vicenciana!

Al momento de iniciar esta carta, no puedo quitar de mi mente unas noticias que nos han Marcado en los últimos meses y que están muy presentes en nuestras oraciones. Aunque no es posible mencionarlos todos, quisiera subrayar el terremoto en L’Aquila (Italia), la pandemia de la gripe A que inició en México, estos fatídicos accidentes de avión en Brasil y las Islas Comoras, la guerra silenciosa del hambre y de la violencia que sigue en tantos países del mundo, la crisis económica que parece anunciar momentos aún más duros para la gente empobrecida. A esta lista común, se podría añadir las dificultades y pruebas que viven cada una de nuestras familias, nuestras inquietudes personales y misioneras.

En este contexto, podríamos hacer nuestras las palabras del profeta: “Salgo al campo: muertos a espada; entro en la ciudad: desfallecidos de hambre; tanto el profeta como el sacerdote vagan sin sentido por el país…Se espera la paz, y no hay bienestar; al tiempo de la cura sucede la turbación” (Jr 14,1819).

Creo que estas mismas palabras se aplicaban al contexto histórico en el que se han dado las apariciones de la Milagrosa en 1830. Por eso, hoy, cada uno necesita escuchar de nuevo en su corazón, las palabras que la Virgen dirige a cada miembro de la Familia Vicentina desde el siglo XIX: “Tened confianza, no os desaniméis, yo estaré con vosotros…. La bola que ves representa al mundo entero… y a cada persona en particular ”.

Sí, en medio de unos tiempos descorazonadores, la Virgen María te quiere recordar hoy su solicitud materna, el Amor que se entregó para que tengas vida en abundancia, la fe en el mundo que ella profetizó en el Magnificat, construido sobre los valores del Evangelio.

Por eso, te invito a vivir los momentos difíciles con un corazón confiado, a perseverar en la
oración y a seguir trabajando por un mundo más justo y fraterno. Recuerda que “la juventud, en
particular, es tiempo de esperanzas, porque mira hacia el futuro con diversas expectativas.

Cuando se es joven se alimentan ideales, sueños y proyectos; la juventud es el tiempo en el que maduran opciones decisivas para el resto de la vida…” (Mensaje del Papa Benedicto XVI por la JMJ del 2009). Cada dificultad, cada obstáculo, los fracasos, tus propias debilidades y las de los otros, son bendiciones y oportunidades para crecer y ser testigo de la presencia de Jesús en Medio de nosotros, fuente de alegría y paz.

Al celebrar el aniversario de nuestra querida Asociación, quiero recordarte también que eres
llamado/a a VIVIR LO QUE ERES, allí donde Dios te siembre… Tu presencia y tu compromiso en JMV, tu amor a María y tu vivencia apasionada del amor a los más pequeños, son el mejor regalo que puedes hacer a los que te rodean. Son tu manera de decir a los hombres y mujeres de hoy que San Vicente y Santa Luisa, cuyo 350 aniversario empezaremos a celebrar el próximo 27 de septiembre, siguen vivos hoy, en cada uno de nosotros.

“El Dios de la esperanza os colme de todo gozo y paz en vuestra fe, hasta rebosar de esperanza
por la fuerza del Espíritu Santo” (Rm 15,13).


Yasmine Cajuste
Presidenta Internacional JMV




Clique na imagem abaixo para ver a carta original da Presidente Internacional






sábado, 18 de julho de 2009

Liturgia da Eucaristia de Domingo, 19.07.2009




XVI DOMINGO DO TEMPO COMUM - ANO B
19 DE Julho de 2009



A liturgia do 16º Domingo do Tempo Comum dá-nos conta do amor e da solicitude de Deus pelas “ovelhas sem pastor”. Esse amor e essa solicitude traduzem-se, naturalmente, na oferta de vida nova e plena que Deus faz a todos os homens.

Na primeira leitura, pela voz do profeta Jeremias, Jahwéh condena os pastores indignos que usam o “rebanho” para satisfazer os seus próprios projectos pessoais; e, paralelamente, Deus anuncia que vai, Ele próprio, tomar conta do seu “rebanho”, assegurando-lhe a fecundidade e a vida em abundância, a paz, a tranquilidade e a salvação.

O Evangelho recorda-nos que a proposta salvadora e libertadora de Deus para os homens, apresentada em Jesus, é agora continuada pelos discípulos. Os discípulos de Jesus são – como Jesus o foi – as testemunhas do amor, da bondade e da solicitude de Deus por esses homens e mulheres que caminham pelo mundo perdidos e sem rumo, “como ovelhas sem pastor”. A missão dos discípulos tem, no entanto, de ter sempre Jesus como referência… Com frequência, os discípulos enviados ao mundo em missão devem vir ao encontro de Jesus, dialogar com Ele, escutar as suas propostas, elaborar com Ele os projectos de missão, confrontar o anúncio que apresentam com a Palavra de Jesus.

Na segunda leitura, Paulo fala aos cristãos da cidade de Éfeso da solicitude de Deus pelo seu Povo. Essa solicitude manifestou-se na entrega de Cristo, que deu a todos os homens, sem excepção, a possibilidade de integrarem a família de Deus. Reunidos na família de Deus, os discípulos de Jesus são agora irmãos, unidos pelo amor. Tudo o que é barreira, divisão, inimizade, ficou definitivamente superado.








Para ver as Leituras do XVI Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.

Para ver o Evangelho do XVI Domingo do Tempo Comum, clique AQUI.






Reflectindo o Evangelho


Fim de tarde. Começamos a preparar-nos para o reencontro da família, mas até lá há uma parede de ruído à nossa volta. São as buzinas, o rádio, o telemóvel, uma quantidade enorme de ruídos aos quais, com o tempo, nos vamos habituando, e mesmo a não saber viver sem eles, chegando a estranhar o silêncio. Chegamos a casa e o ruído cessa. Ou não! Ligamos a TV porque está a dar aquele programa que queremos ver, e fazemos mil e uma coisas que enchem a casa de ruído.

O Evangelho deste Domingo fala-nos da necessidade da ausência de ruídos para que aconteça o verdadeiro encontro com aqueles com quem queremos partilhar a vida, seja a família, seja o próprio Jesus Cristo. «Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco» (Evangelho) é um convite ao desligar de tudo aquilo que fizemos e a olhá-lo a partir de fora para que possamos partilhá-lo e rezá-lo com quem verdadeiramente interessa.

Só desligando de todos os ruídos é que podemos realmente olhar para a nossa missão de anunciar o Deus de Misericórdia e de Amor, só assim evitaremos a dispersão das ovelhas (ver primeira leitura).

É pelo cuidado que temos connosco e pela qualidade da nossa relação com Jesus Cristo que conseguiremos tornar atractivo o compromisso com Ele. Só vivendo nessa dinâmica de cuidado e encontro é que poderemos fazer o anúncio de paz para todos (ver segunda leitura).




Vivendo o Evangelho


«Vinde comigo para um lugar isolado e descansai um pouco»: porque não aceder ao convite de Jesus Cristo? Um momento que seja para partilhar a nossa experiência de missão, de anunciadores do Reino. Um momento para ver se temos vivido de forma fiel e alegre o nosso compromisso cristão.



Fontes: A Caminho; Ecclesia; Farol de Luz


quinta-feira, 16 de julho de 2009

19JUL | Sardinhada da JMV de Carvalhal



Dia 19 de Julho, no largo das festas, em Carvalhal, irá haver uma Sardinhada organizada pela Juventude Mariana Vicentina de Carvalhal.

Programa:
16h - abertura do bar
17h - actuação da banda formada por elementos da JMV de Carvalhal "P.R.L."

Haverá sardinha assada e bifanas!

Vá e leve um amigo!


Música e Liturgia



Fátima acolhe de 27 a 31 de Julho o XXXV Encontro Nacional de Pastoral Litúrgica, este ano dedicado ao tema "Cantai ao Senhor com arte e com alma. A música na Liturgia".

Um conjunto de quatro conferências aborda os seguintes temas: "Como é bom cantar. Liturgia do homem e do universo"; "Cantar porquê? Função da música na liturgia"; "Cantar o quê? Características da música litúrgica" e "Cantar como? Com arte e com alma".

Como habitualmente, a Escola de ministérios abordará uma série de questões específicas:
I - O canto dos ministros ordenados;
II - Os cantores (salmistas, leitores ...);
III - Elementos de grupos corais;
IV - O canto da assembleia;
V - Organistas e instrumentistas;
VI - Responsável pela música litúrgica da paróquia;
VII - O acólito na assembleia celebrante.

A tradição musical da Igreja universal criou um tesouro de inestimável valor, que excede todas as outras expressões de arte, sobretudo porque o canto sagrado, intimamente unido com o texto, constitui parte necessária ou integrante da liturgia solene (SC 112).

O canto e a música desempenham a sua função de sinais, dum modo tanto mais significativo, quanto «mais intimamente estiverem unidos à acção litúrgica» (SC 112), segundo três critérios principais: a beleza expressiva da oração, a participação unânime da assembleia nos momentos previstos e o carácter solene da celebração. Participam, assim, na finalidade das palavras e das acções litúrgicas: a glória de Deus e a santificação dos fiéis: «Como eu chorei ao ouvir os vossos hinos, os vossos cânticos, as suaves harmonias que ecoavam pela vossa igreja! Que emoção me causavam! Passavam pelos meus ouvidos, derramando a verdade no meu coração. Um grande impulso de piedade me elevava, e as lágrimas rolavam-me pela face; mas faziam me bem» (Santo Agostinho, Conf. 9,6,14).

Mais informações e inscrições no site do Secretariado Nacional de Liturgia, em http://www.liturgia.pt/


Fonte: Agência Ecclesia


quarta-feira, 15 de julho de 2009

Filmes para o IPO



O Instituto Português de Oncologia (IPO) está a angariar filmes VHS ou DVD's para os doentes da unidade de transplantes que estão em isolamento.

São crianças e adultos que precisam de um transplante de medula e de estar ocupados durante o tempo de internamento, explicou ao Portugal Diário a Enfermeira responsável pela unidade, Elsa Oliveira.

A falta de "stocks" torna necessária a ajuda da população.

Precisamos de filmes para as pessoas mais desfavorecidas que não têm possibilidade de os trazer. Algumas crianças trazem os seus próprios filmes e brinquedos mas depois quando têm alta levam-nos, acrescenta.

O IPO aceita todos os géneros de filmes, mas a preferência vai para a comédia.

Numa altura menos feliz das suas vidas, um sorriso vai fazer bem a quem passa dias inteiros numa cama de hospital.

Rir é sempre um bom remédio :)


As cassetes de vídeo ou DVD's podem ser enviadas para:

Instituto Português de Oncologia de Francisco Gentil
Unidade de Transplante de Medula
A/C Sr.ª Enf. Elsa Oliveira
Rua Professor Lima Basto 1070 Lisboa

Ou então, informe-se pelo telefone:
217 229 800 (geral IPO)
21 726 67 85



terça-feira, 14 de julho de 2009

Reunião de Vogais de Caridade



Na próxima quinta-feira, dia 16 de Julho, às 20h30, haverá uma reunião de Vogais de Caridade no Salão Paroquial, para reavaliação de casos.

Não faltes!!