domingo, 8 de março de 2009

Actividades da Região Sul da JMV







Fica aqui uma lista das próximas actividades que irão decorrer na Região Sul da Juventude Mariana Vicentina de Alferrarede.

14 e 15 Março de 2009 - Torneio JMV (Catujal)

3 a 7 Abril de 2009 - Acantonamento (Beirã)

16 de Maio de 2009 - Vigilia Mariana Regional (Catujal)

sábado, 7 de março de 2009

Liturgia da EUCARISTIA de Domingo, 08.03.2009


TU, SENHOR, ANTECIPAS A NOVA REALIDADE







2º Domingo do Tempo da Quaresma - Ano B
8 de Março de 2009




No segundo Domingo da Quaresma, a Palavra de Deus define o caminho que o verdadeiro discípulo deve seguir para chegar à vida nova: é o caminho da escuta atenta de Deus e dos seus projectos, o caminho da obediência total e radical aos planos do Pai.

O Evangelho relata a transfiguração de Jesus. Recorrendo a elementos simbólicos do Antigo Testamento, o autor apresenta-nos uma catequese sobre Jesus, o Filho amado de Deus, que vai concretizar o seu projecto libertador em favor dos homens através do dom da vida. Aos discípulos, desanimados e assustados, Jesus diz: o caminho do dom da vida não conduz ao fracasso, mas à vida plena e definitiva. Segui-o, vós também.

Na primeira leitura apresenta-se a figura de Abraão como paradigma de uma certa atitude diante de Deus. Abraão é o homem de fé, que vive numa constante escuta de Deus, que aceita os apelos de Deus e que lhes responde com a obediência total (mesmo quando os planos de Deus parecem ir contra os seus sonhos e projectos pessoais). Nesta perspectiva, Abraão é o modelo do crente que percebe o projecto de Deus e o segue de todo o coração.

A segunda leitura lembra aos crentes que Deus os ama com um amor imenso e eterno. A melhor prova desse amor é Jesus Cristo, o Filho amado de Deus que morreu para ensinar ao homem o caminho da vida verdadeira. Sendo assim, o cristão nada tem a temer e deve enfrentar a vida com serenidade e esperança.






Clique na imagem para aceder a uma reflexão acerca do Evangelho do próximo Domingo






Fonte:
http://www.agencia.ecclesia.pt
http://faroldeluz.wordpress.com
http://www.acaminho.net



sexta-feira, 6 de março de 2009

Distribuição do Banco Alimentar




Amanhã, sábado, dia 7 de Março, faremos a distribuição domiciliária dos alimentos do Banco Alimentar pelas famílias carenciadas da nossa paróquia.

Encontramo-nos no Salão Paroquial às 15h, ok?


Para pensar e rezar esta semana...




À medida que avançamos neste tempo de Quaresma, podemos interrogar-nos se o jejum faz algum sentido para nós nos dias de hoje.

Faz, sim. Jesus adorava comer com os Seus amigos. As refeições eram importantes para Ele.

Também para as famílias, as refeições são um tempo em que os filhos observam e ouvem os seus pais e vice versa. Mas as refeições em família estão em risco de desaparecer, com a fast food e a atracção da televisão que fica acesa, mesmo quando a família está toda junta, à mesa.

Tal como acontece com os telemóveis quando estamos com alguém, reduz a presença de uns em relação aos outros.

Para muitas famílias, uma boa resolução de Quaresma seria fazer as refeições em conjunto, pelo menos uma vez por semana para cada membro se expor à necessidade de ouvir, de se sentar em paz ficando a saber como é que o resto da família está e optando por uma comida caseira em vez de fast food.



Fonte:
Sacred Space


Via Sacra semanal



Hoje, sexta-feira, dia 6 de Março, haverá Via Sacra, na Igreja de Alferrarede, às 21h.

A orientação da celebração encontra-se a cargo dos Escuteiros.

Toda a comunidade está convidada a participar para, assim, se preparar para a Páscoa.

Contamos com a sua presença.

quinta-feira, 5 de março de 2009

Só TU



ÉS TU…

A brisa que dá alento a todas as minhas horas,
a chuva que empapa as minhas células,
a luz que ilumina o meu caminhar,
o fogo que purifica a minha vida inteira.

A nuvem que me acompanha de dia e de noite,
o perfume que penetra por todas as frestas,
o tecto que me abriga de toda a inclemência,

ÉS TU.

Tu, a mão que sustém,
o sorriso que descontrai,
o rosto que serena,
o regaço que acolhe, TU.

Tu colocaste no mais íntimo do meu ser
a ânsia de viver e de gozar,
o desejo de abrir o meu coração,
de contemplar a amplitude do mundo,
de Te conhecer mais e mais,
de estar em silêncio… CONTIGO.

Novas fotos

Foram adicionadas novas fotos à secção "Fotos".

Trata-se das fotos do encontro Sub16, um encontro que reúne os jovens da região sul da Juventude Mariana Vicentina com menos de 16 anos ou que estão no início da sua caminhada JMV.


Clique na imagem abaixo para aceder ao álbum com todas as fotos.




As fotos estão também disponíveis no link na barra direita deste blogue.



quarta-feira, 4 de março de 2009

QUARESMA 2008: Arrepiar caminho... Reconcialiação





Santo Inácio encorajava as pessoas que vinham ter com ele para direcção espiritual a reflectirem cuidadosamente sobre as suas vidas. Ele considerava este exame talvez o mais importante exercício espiritual que podemos fazer. A sua própria experiência conduziu-o a fazer este exame diariamente e a sugerir aos seus amigos para fazerem o mesmo.

Coloca-te por momentos ao lado dos muitos afazeres que desgastam energia e obscurecem a presença de Deus na nossa vida quotidiana. Tenta a via inaciana de examinar a mais profunda e dinâmica relação pessoal entre ti e Deus. A maior parte das pessoas necessita quinze ou trinta minutos para fazer este exercício.


1. Dedicar algum tempo a agradecer a Deus pelas coisas boas do meu dia. Fazer isso com algum pormenor, quase como uma criança o faria. Por exemplo: agradeço a Deus pelo sol que brilha ou pela chuva, por um telefonema ou carta de um amigo, por me sentir bem durante todo o dia, por ter tido energia de acabar um trabalho pela noite dentro...! Neste processo, posso eventualmente cruzar-me com algumas acções feitas, emoções ou desejos que alimentei e pelos quais não posso agradecer a Deus visto que foi uma ofensa ou um pecado.

2. Tendo agradecido a Deus, intensiva e profundamente, pelas graças recebidas durante este dia, peço-Lhe que me conceda mais uma graça: ver claramente e com esperança o quanto eu estou crescendo em vida divina, nas e através das graças que recebo e ver também aquilo que impede Deus de crescer em mim.

3. Examino cuidadosamente o que é que as minhas acções, omissões, pensamentos e desejos dizem acerca da minha relação com Deus, comigo próprio e com os outros. Cada um encontra uma boa maneira de fazer isto. Algumas vezes, um simples acontecimento sobressai dramaticamente; por exemplo: perdi a minha serenidade, exaltei-me...; senti uma grande alegria ao ter conhecimento de uma notícia; resisti fazer uma opção ou tomar uma decisão que alguém esperava que eu fizesse; despendi demasiado tempo com uma simples tarefa. Pacientemente, pergunto-me o que é que a minha acção ou atitude significam. Sinto-me imbuído pelo amor de Deus ou pelo contrário, pelo medo e desconfiança? Isso sugere que estou sobrecarregado? E porque é que estou sobrecarregado? Sugere que eu não aprovo a minha vida ou pelo menos algumas coisas que faço? Outras vezes, nenhum acontecimento sobressai, mas podemos encontrar uma tonalidade dominante durante o dia; por exemplo: senti-me ansioso e preocupado o dia todo; todas as vezes que vi uma certa pessoa, queria ter a sua atenção; fiz as coisas apressadamente e com facilidade; zanguei-me e chateei-me com pequenas coisas. Pacientemente, pergunto-me acerca do significado da tonalidade do meu dia em termos de fé em Deus, de confiança e amor por Deus.
Outras vezes ainda, o clima da minha vida emerge tão claramente como o tempo que faz; por exemplo: senti-me insatisfeito com o meu trabalho; tento libertar-me de um velho ressentimento; aprofundo na minha consciência o amor que Deus tem por mim; senti-me confiante todo o dia quando pedia a Deus algo que quero muito. Pacientemente outra vez, pergunto o que é que este ambiente mostra acerca da relação entre mim e Deus.

4. Tudo o que aprendi do que precede, levo à oração, falando com Deus e dizendo-Lhe tudo o que tenho necessidade de Lhe dizer. Deixo que Deus me surpreenda com algum pensamento ou me console com um aumento de fé e de esperança. Coloco na presença de Deus as grandes necessidades que sinto agora mesmo: um velho ressentimento que não consigo libertar-me. Um hábito inveterado que não desejo ou não quero verdadeiramente deixar. As mil e uma pequenas coisas vividas durante o dia e que eu não sei agradecer nem louvar o meu Criador. Peço a Deus que me ensine e me ajude a aceitar o Seu ensinamento.

5. Tomo a firme determinação de manter o meu espírito cheio de gratidão e de dar os passos necessários para me libertar dos obstáculos que estão entre mim e o meu Criador. Preparo-me para mudar uma atitude, libertar-me do medo ou crescer numa certa direcção. Ofereço a Deus este movimento e disposição interior. Preparo-me interiormente para aceitar uma ou outra mudança na minha pessoa que possa aparecer, caso Deus se digne conceder a graça que Lhe peço. Por que Deus é o Senhor da minha vida e de mim próprio; n'Ele coloco a minha confiança e não em mim mesmo.





EXAME PARTICULAR SOBRE O MODO COMO USO O MEU TEMPO


Como é que uso o meu tempo? Aproveito-o ou desperdiço-o? Algumas formas de desperdiçar o meu tempo...

a) Quando me preocupo sobre coisas/aspectos sobre os quais não tenho controle. Por exemplo, aspectos da vida passada. Por exemplo, aspectos que imagino na vida futura.

b) Quando alimento ressentimentos ou raiva/ódio provocados por feridas abertas por acontecimentos reais ou imaginários.

c) Quando desprezo o quotidiano, o "normal" e o banal, ou melhor, aquilo a que eu, descuidadamente, chamo banal.

d) Quando me preocupo sobre o que é que os acontecimentos do quotidiano têm a ver comigo, em vez de me preocupar sobre o que é que eu tenho a ver com os acontecimentos...
e) Quando não consigo apreciar o que acontece no quotidiano por causa do pensamento moral: "isto devia ter sido assim..."; por causa do pensamento hipotético: "isto podia ter sido assim..."


Estas são algumas formas de desperdiçar o meu tempo. Posso encontrar outras formas... Jesus não desperdiçou o seu tempo; aproveitou-o plenamente.




Fonte:
http://www.acaminho.net/



terça-feira, 3 de março de 2009

O SIM da conversão



Converter-se é deixar de viver longe de Deus. Sair do estado de perdição, deixar o pecado. Não somente o acto mau em si, mas o estado que resulta dele, o estado da perda da salvação e o sentimento de inimizade contra Deus. O passar a viver e estar longe de Deus. Conversão consiste em voltar para o Senhor com todo o coração, retomar o caminho das suas veredas.

A conversão é um conceito complexo, que significa uma profunda mudança de coração sob o influxo da Palavra de Deus. Essa transformação interior exprime-se nas obras e, por conseguinte, na vida inteira do cristão. A conversão significa a vitória sobre o velho homem que está enraizado (a existência carnal) e o começo de uma vida nova (a vida no Espírito) criada e governada pelo Espírito de Deus. É um facto que na História da Salvação, após o pecado original, cada vez que Deus vai ao encontro do homem para com ele dialogar, fá-lo para provocar nele a conversão do coração.

Não basta renunciar somente a um acto mau, nem a um hábito pecaminoso. É preciso ir-se ao centro da existência: todo o coração e todo o procedimento devem ser mudados. O afastamento de Deus só termina quando o próprio Senhor se achega pessoalmente do homem.

A conversão, como saída do estado de pecado, de ausência de Deus e de perda da salvação, está unida à aceitação incondicional da soberania divina. Reconhecendo que se praticou o mal, que se tem necessidade de Redenção e de uma transformação completa.

Quem realmente se converte, submete-se de boa vontade à lei divina. Renuncia à vida de ilegalidade. Converter-se é deixar de viver na injustiça. Quem se converte reconhece o quanto deve a Deus e esforça-se por Lhe dar a devida honra. Todo pecado cria um estado permanente de sonegação de justiça para com Deus. É uma inimizade habitual, uma injustiça. É uma recusa permanente de dar ao Senhor a glória que Lhe pertence e de prestar ao Pai a obediência e o amor filial. A conversão tira-nos desse mísero estado. Supõe uma renovação integral do coração.

Converter-se é deixar de viver na mentira. Quem se converte afasta-se da mentira. O pecado é mentira. Por isso, a conversão requer uma mudança total de mentalidade, um espírito novo, o Espírito da Verdade. A conversão é um 'sim' à verdade.

Conversão é a volta à casa do Pai e a entrada no Reino de Deus. Passagem das trevas do pecado para a luz da Graça. O caminho que Deus aponta conduz a uma conversão séria e autêntica do coração. Deus apela para a liberdade humana e que a íntima conversão desta liberdade é obra Sua.

A conversão inicia-se no momento em que Deus se digna em derramar “o espírito de graça e de preces” (cf. Zac 12, 10). Porém, a nossa conversão não se realizará sem o 'sim' de nossa liberdade.

A conversão culmina, – é próprio da essência dela –, num novo nascimento, num renascimento do alto, de Deus. A volta à casa do Pai é a reintegração nos direitos de filho. Não é algo que se processa unicamente no exterior, mas é uma acção interior, uma modificação vital, um nascimento pelo Espírito. Para o homem, a conversão é, pois, infinitamente mais que o simples facto negativo de se livrar da escravidão do pecado, porque para Deus, o converter-se é infinitamente mais que perdoar pecados, é fazer o dom de uma vida nova. O homem torna-se filho de Deus.

O único modo efectivo de descobrir sempre mais a própria identidade é o árduo, mas consolador, caminho da conversão sincera e pessoal, com um humilde reconhecimento das próprias imperfeições e pecados; e a confiança na força da ressurreição de Cristo. Essa transformação interior exprime-se nas obras e, por conseguinte, na vida inteira do cristão.



Fonte:
Canção Nova

segunda-feira, 2 de março de 2009

Adicionado novo site


Foi adicionado um novo site aos "Sítios a Visitar".

Trata-se do site «HOSSANA», um site dedicado à Liturgia. Passem por lá e dêem uma olhadela.

Podem aceder clicando na imagem abaixo.