terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Amor de Deus...
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Informações sobre o Encontro Sub16
Nos próximos dias 20, 21, 22 e 23 de Fevereiro realizar-se-á, no centro local da Achada em colaboração com Alcainça, o Encontro Sub-16 da região sul.
O material necessário para o encontro é:
- Saco cama
- Mochila
- Jantar partilhado para sexta-feira
- Instrumentos musicais e cancioneiro (quem tiver)
- Fato de Carnaval (para o arraial de domingo)
- Roupa e sapatos confortáveis
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Jesus,
Deixa que a ternura e a compaixão saiam através de mim.
Através das minhas mãos, tocando e acariciando;
Através dos meus olhos, olhando com alegria e ternura;
Através dos meus ouvidos, escutando os gritos e súplicas;
Através da minha boca, dialogando e guardando silêncio;
Através do meu nariz, sentindo a miséria, respirando esperança;
Através dos meus pés, aproximando-te de quem te necessita...
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Liturgia da Eucaristia de Domingo, 15.02.2009
AS EXCLUSÕES E DIVISÕES SÃO O VOSSO PECADO
6º Domingo do Tempo Comum - Ano B
15 de Fevereiro de 2009
A primeira leitura apresenta-nos a legislação que definia a forma de tratar com os leprosos. Impressiona como, a partir de uma imagem deturpada de Deus, os homens são capazes de inventar mecanismos de discriminação e de rejeição em nome de Deus.
O Evangelho diz-nos que, em Jesus, Deus desce ao encontro dos seus filhos vítimas da rejeição e da exclusão, compadece-Se da sua miséria, estende-lhes a mão com amor, liberta-os dos seus sofrimentos, convida-os a integrar a comunidade do “Reino”. Deus não pactua com a discriminação e denuncia como contrários aos seus projectos todos os mecanismos de opressão dos irmãos.
A segunda leitura convida os cristãos a terem como prioridade a glória de Deus e o serviço dos irmãos. O exemplo supremo deve ser o de Cristo, que viveu na obediência incondicional aos projectos do Pai e fez da sua vida um dom de amor, ao serviço da libertação dos homens.
http://faroldeluz.wordpress.com
http://www.agencia.ecclesia.pt
http://www.acaminho.net
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
A Fé
A Fé é uma graça de Deus;
Para ter Fé é preciso acolher Deus e confiar-lhe a vida;
A Fé vive-se no dia-a-dia transformando a vida segundo o projecto de Deus;
A Fé serve para viver em comunhão com Jesus Cristo;
A Fé vive-se e celebra-se em qualquer lado, com qualquer companhia.
Peçamos a Deus que nos dê a capacidade de pensar nele e sabermos dizer sempre “Confio em TI”.
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Cancelamento da ida ao Programa "Atreve-te a Cantar"
Próximo Sábado: Animação de Casamento
A Verdade não usa máscaras
Em muitas ocasiões, podemos correr o risco de fazer da vida um teatro; fingindo e convencendo outra pessoa com falsas impressões.
No nosso dia a dia, facilmente identificamos momentos em que também representamos. Muitas vezes, temendo complicar uma situação ou querendo ser educados, fingimos ter gostado de determinada comida, mesmo que esta esteja sem sal, somente para não desagradar a quem nos oferece. Da mesma forma, se alguém nos telefona numa hora inoportuna, fingimos estar ocupados para encurtar a conversa; entre outras desculpas...
Ainda dentro deste contexto, há empregados que fingem trabalhar. Na roda de amigos se uma pessoa achar conveniente personificar um “santo” agirá como tal. Diante da namorada, se for interessante, fingir-se-á ser carinhoso. Diante do patrão muitos empregados parecerão aplicados... Seja de um modo ou de outro, acabamos por aprender a arte da dissimulação.
Nada disso será problema para quem se habituou a representar e a viver mais um papel. Mas o perigo de tantas simulações é torná-las um hábito a ponto de se tornarem espontâneas ou dignas de fé.
Como um “camaleão” a pessoa será capaz de “actuar” mediante suas necessidades, buscando sempre retirar vantagens por meio do convencimento.
Por mais inofensivas que possam parecer tais interpretações, elas passam a fazer parte da vida de quem está acostumado a fingir, dificultando-lhe o discernimento entre o que é real e o que é ilusório.
O fingido quando contestado, insiste em dizer ser verdadeiro; e acreditando na sua versão, poderá até jurar. Contudo, para quem está habituado a interpretar, tal juramento será mais uma performance.
Todavia, na convivência diária, nada fica oculto. Cedo ou tarde, será impossível não perceber os deslizes de quem dissimula.
Antes que a arte de imitar saia dos palcos e entre em nossos relacionamentos, melhor será não mascarar os factos da vida real. Pois, triste será a decepção da pessoa amada ao deparar com as contradições e manobras de um cônjuge ardiloso.
Em nossos convívios a verdade não deve usar máscaras nem ofender.
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
«Cria em mim, ó Deus, um coração puro» (Sl 50, 12)
Evangelho segundo S. Marcos 7,14-23
Quando, ao deixar a multidão, regressou a casa, os discípulos interrogaram-no acerca da parábola.
Ele respondeu: «Também vós não compreendeis? Não percebeis que nada do que, de fora, entra no homem o pode tornar impuro, porque não penetra no coração mas sim no ventre, e depois é expelido em lugar próprio?» Assim, declarava puros todos os alimentos.
E disse: «O que sai do homem, isso é que torna o homem impuro. Porque é do interior do coração dos homens que saem os maus pensamentos, as prostituições, roubos, assassínios, adultérios, ambições, perversidade, má fé, devassidão, inveja, maledicência, orgulho, desvarios. Todas estas maldades saem de dentro e tornam o homem impuro.»